DOIS AMIGOS, DOIS ANIVERSÁRIOS, UM COMPROMISSO COM VALENÇA

Hoje é dia de celebrar dois nomes que marcaram e continuam marcando a política da nossa região: Jairo Baptista e Lau de Lelo. Um que encerrou recentemente seu ciclo como prefeito, o outro que segue firme no exercício do mandato como vereador.

Ambos aniversariam justamente no Dia do Amigo, o que não poderia ser mais simbólico. Jairo e Lau são mais que políticos — são figuras humanas, acessíveis, e acima de tudo, comprometidas com o bem de Valença.

Desejamos a vocês um novo ciclo repleto de saúde, sabedoria e coragem para seguir contribuindo com o futuro da nossa cidade. Parabéns e obrigado pela parceria de sempre!

MEDRADO NO AR: PRESTAÇÃO DE CONTAS, COMPROMISSO E BOAS NOVAS

A participação do prefeito Marcos Medrado no programa Ligação Direta, da Valença FM em entrevista fez uma prestação de contas num verdadeiro exercício de cidadania e transparência.

Ao se colocar ao vivo diante dos ouvintes para responder perguntas, prestar contas das ações realizadas e apresentar os próximos passos da gestão, Medrado mostrou que governar não é se esconder atrás de gabinete, mas ouvir, dialogar e agir.

A importância desse tipo de participação vai além do microfone: ela fortalece a confiança entre população e governo e serve como exemplo aos nossos políticos da região que sequer mostram a cara.

Quando o gestor expõe de forma direta os investimentos em áreas como saúde, educação, infraestrutura, segurança e meio ambiente, ele transforma promessas em compromissos públicos, submetidos ao crivo da população.

O anúncio da construção do Hospital e Maternidade Regional da Costa do Dendê com recursos garantidos de R$ 160 milhões, três novas UBS, a reforma da UPA da Bolívia e investimentos próprios em saúde são avanços que reposicionam Valença no mapa da dignidade.

A chegada de um Batalhão da PM e o futuro sistema de reconhecimento facial mostram que segurança pública também é prioridade.

Na infraestrutura, os números impressionam: 100 km de pavimentação, novas pontes, praças revitalizadas e estradas recuperadas com maquinário próprio são sinais de uma cidade em movimento e não só nas áreas centrais, mas em distritos e comunidades muitas vezes esquecidas.

A pauta ambiental não ficou de fora. A revitalização do Rio Una, se concretizada, será um divisor de águas, literalmente, para a imagem e a qualidade de vida na cidade.

Já no ordenamento urbano, a criação da Superintendência de Controle e a suspensão temporária de alvarás demonstram a busca por uma Valença mais planejada e sustentável.

Medrado ainda garantiu novidades importantes como o INOVE, que ampliará a oferta educacional, e o Atakadão Atakarejo, que traz fôlego para o comércio e geração de empregos.

Em um país onde muitos políticos fogem de prestação de contas, ouvir um prefeito que fala diretamente com o povo e detalha cada investimento, cada conquista e cada desafio com clareza, é mais do que necessário é louvável.

Participações como essa aproximam o poder público da população e tornam a política uma ponte e não um abismo, entre promessas e realizações. E é exatamente essa ponte que Marcos Medrado vem construindo.

JUSTIÇA QUE FUNCIONA: TORNOZELEIRA, APREENSÕES E SOBERANIA EM ALTA

Quando a Justiça quer, ela mostra que sabe fazer — e faz com precisão. A operação desta sexta-feira (18) protagonizada pela Polícia Federal, que teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro, é um exemplo claro da eficácia de um Judiciário que não se curva e nem se cala diante de atentados à soberania nacional e às instituições democráticas.

Foram apreendidos dólares, reais, pen drive, celular e — para completar — Bolsonaro agora carrega uma tornozeleira eletrônica. Está proibido de acessar redes sociais, conversar com embaixadores e até mesmo com o próprio filho Eduardo Bolsonaro, que, em vez de mandato parlamentar, parece estar em missão diplomática paralela nos Estados Unidos.

A decisão, firmada com contundência pelo ministro Alexandre de Moraes, mostra que o Supremo Tribunal Federal está atento, vigilante e inflexível na defesa da Constituição. Não é sobre vingança — é sobre princípios. E como lembrou o próprio Moraes, ecoando Abraham Lincoln: os princípios mais importantes “podem e devem ser inflexíveis”.

É a Justiça funcionando como deve ser: firme, técnica e sem medo de enfrentar os poderosos. Afinal, não há soberania onde há submissão. E não há democracia onde há golpe.

JERÔNIMO CONQUISTA PANCADINHA PARA O GOVERNO

O deputado Pancadinha finalmente entendeu que pancada boa é aquela que derruba a indiferença e levanta o povo. Em audiência para a assinatura da ordem de serviço da construção de 250 moradias em Juazeiro, ele não apenas esteve presente — esteve ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, reafirmando apoio e destacando os investimentos que vêm chegando aos quatro cantos da Bahia.

Ao declarar que reconhece o trabalho e a luta de Jerônimo, Pancadinha manda um recado claro: está com quem trabalha, com quem entrega, com quem respeita o povo. A mudança de tom do deputado, que até pouco tempo era assediado por antigos aliados, como o ex-prefeito de Salvador, mostra que o jogo político está virando em favor de quem tem compromisso real com as comunidades.

O povo agradece. E a Bahia segue avançando — com moradia, dignidade e, agora, com o apoio de mais um que resolveu fazer barulho do lado certo.

UM PREFEITO QUE OUVE, AGE E TRANSFORMA

A reforma do Mercado do Peixe de Valença não é apenas uma obra — é um marco de respeito aos trabalhadores, de valorização da cultura local e de compromisso com o desenvolvimento da cidade. Com a assinatura do prefeito Marcos Medrado, esse projeto representa o que Valença mais precisa: gestão com planejamento, ação e resultados concretos.

Ao reunir esforços entre o Governo Federal, o Estado da Bahia e os próprios comerciantes, Medrado demonstra sua habilidade de articulação política e sua sensibilidade para as demandas históricas do povo valenciano. Um prefeito que entende que dignidade começa pelo ambiente de trabalho e que desenvolvimento econômico também se faz com infraestrutura adequada e moderna.

Com a requalificação do Mercado do Peixe, Valença ganha mais do que um novo equipamento. Ganha um espaço que valoriza sua tradição pesqueira, incentiva o comércio local, fortalece o turismo e cuida de quem faz a economia girar.

Marcos Medrado segue provando que é possível fazer diferente, fazer bem-feito e fazer com o coração. E quando um gestor une competência com vontade de transformar, o resultado é esse: progresso de verdade e orgulho para toda a cidade.

LULA VETA PROJETO QUE AMPLIA NÚMERO DE DEPUTADOS: AQUI QUEM MANDA É O PRESIDENTE LULA, NÃO O CENTRÃO

Com um gesto que misturou lucidez política, coragem e uma pitada de ironia institucional, o presidente Lula vetou o projeto aprovado pelo Congresso que aumentaria o número de deputados federais de 513 para 531. Sim, meus caros, o país mal dá conta dos que já tem — e o Centrão queria expandir o elenco.

Lula, com sua caneta bem afiada, lembrou ao Congresso que quem governa não é quem grita mais alto nos bastidores nem quem distribui cargos em troca de emendas. A decisão deixou claro: o Brasil não é brinquedo nas mãos de Hugo Motta, Arthur Lira e companhia. Aumentar a quantidade de deputados num momento de cobrança por austeridade fiscal, com Haddad segurando a tampa do cofre com as duas mãos, seria um tapa na cara do povo.

O presidente, além de evitar a gastança de mais R$ 65 milhões por ano só com salários e regalias, barrou uma medida flagrantemente impopular — e o fez com a elegância de quem sabe usar o veto como quem dá xeque-mate numa partida de xadrez político.

E para os que achavam que ele ficaria em cima do muro ou deixaria Alcolumbre sancionar na surdina, o recado foi direto: Lula está no comando. E se tem algo que essa decisão mostrou é que, apesar dos rangidos e vaidades do Congresso, o Palácio do Planalto ainda tem teto — e quem segura a caneta, por enquanto, continua sabendo onde assinar.

JUSTIÇA EQUILIBRADA: STF AGE COM IMPARCIALIDADE E DEFINE LIMITES COM RESPONSABILIDADE

O Supremo Tribunal Federal, por meio do ministro Alexandre de Moraes, deu uma aula de equilíbrio institucional ao julgar o decreto de aumento do IOF editado pelo presidente Lula. Longe de decisões ideológicas ou de pressões políticas, a Corte agiu com imparcialidade, reconhecendo o que é de direito e rejeitando o que ultrapassava os limites legais.

Ao manter a validade do decreto no que se refere ao aumento das alíquotas – prerrogativa legítima do Executivo – Moraes reafirma a autonomia do governo para ajustar a tributação conforme as necessidades econômicas e sociais. Mas, ao mesmo tempo, o ministro não deixou passar o exagero: anulou a taxação sobre o chamado “risco sacado”, que configurava uma nova hipótese de incidência tributária sem o devido respaldo legal.

A decisão mostra que a Justiça não está ao lado de um governo ou de outro, mas ao lado da Constituição. O STF manteve 90% do decreto – o que era “incontroverso” – e derrubou os 10% que feriam o princípio da legalidade. Com isso, a Corte garante segurança jurídica, respeita os poderes e define limites sem paralisar o Estado.

É a Justiça fazendo o que dela se espera: não ceder a pressões, mas decidir com base na lei, na razoabilidade e no interesse público. Uma vitória do bom senso institucional.

IOF: CONGRESSO TIRA O CORPO E EMPURRA PARA XANDÃO

Mais uma vez, o jogo de empurra-empurra entre os Poderes mostrou sua cara em Brasília. A tão esperada reunião entre o governo Lula e o Congresso, mediada pelo Supremo Tribunal Federal, terminou sem acordo e com a batata quente nas mãos do ministro Alexandre de Moraes.

Enquanto o governo defendeu o decreto que aumenta as alíquotas do IOF (um esforço para reforçar o caixa e bancar programas sociais), o Senado pediu mais tempo, e a Câmara… preferiu deixar tudo nas costas do Judiciário. Um clássico da política brasileira: quando a decisão pode gerar desgaste, melhor deixar o Supremo apanhar sozinho.

Moraes ainda tentou costurar uma conciliação perguntando sobre concessões mútuas, mas recebeu respostas frias. No fim das contas, tudo indica que ele deverá decidir se o decreto de Lula segue firme ou se será podado parcialmente, mantendo o aumento do imposto, mas derrubando a polêmica tributação sobre o “risco sacado”.

Em meio a isso tudo, fica a impressão de que o Congresso, mais preocupado com emendas e reeleições, escolheu se esquivar de um debate sério sobre arrecadação e justiça fiscal.