“MP DEVE APURAR O SUMIÇO DOS PETISCOS NO FORRÓ DA ORDEM”

A tristeza estampou na fisionomia dos músicos, que após o show não tinha nada para comer
Um caso interessante aconteceu na sexta-feira (24), onde o Forró da Ordem corria a solto. As pessoas esperavam ansiosamente por essa festa, não apenas pela dança e música, mas também pelos petiscos juninos que faziam a alegria de seus estômagos.
Este ano, porém, algo estava diferente. Os petiscos pareciam ter entrado em um programa de treinamento ninja, segundo a blogueira Irene Dóres os petiscos desapareceram mais rápido do que um gato assustado em uma sala cheia de cachorros famintos.
A mesa de quitutes foi liberada, e antes que alguém pudesse dizer “Nabucodonosor”, os bolinhos de milho, as cocadas e pamonhas de milho haviam evaporado.
Dores, conhecida por sua língua afiada e seu amor por licor de jenipapo, não poupou palavras. Ela declarou: “O que ficou escasso foram os petiscos juninos. Mais escassos do que cabelo na cabeça de um careca em dia de ventania!” E continuou: “O licor? Ah, o licor! Não durou nem duas horas. Parecia que tinha pernas e saiu correndo!”
Os frequentadores do Forró da Ordem, acostumados a se esbaldar com canjica e quentão, estavam perplexos.
Alguns até começaram a fazer oferendas aos santos juninos, pedindo por uma cesta básica de amendoim torrado com uma garrafa de quentão, mesmo que viesse frio. “São João, meu chapa, ajuda aí! Precisamos de mais paçoca!”, suplicava um pré-candidato a prefeito, convidado do forró.
Enquanto isso, os músicos tocavam suas sanfonas com afinco, alheios à tragédia gastronômica que se desenrolava. O povo dançava, suava e olhava para a mesa vazia com olhos cheios de lágrimas e famintos. “Lá se foi o último pedaço de bolo de fubá. Foi mais rápido que um raio!”, comentou uma pré-candidata a prefeita trajando um vestido florido.
Dores, sempre irônica, concluiu: “O pessoal ficou saudoso, lembrando do tempo em que tinha bastante licor, doces e iguarias juninas.
Agora, só resta a lembrança e um punhado de migalhas de paçoca de amendoim, que por infelicidade acharam de ligar um ventilador e acabou esparramando o que sobrou.
E assim, o Forró da Ordem entrou para a história como o evento em que os petiscos sumiram mais rápido do que uma gota de éter ao vento
Mas uma coisa é certa: no próximo ano, os organizadores vão contratar um segurança para vigiar a mesa de quitutes. Afinal, ninguém quer ver uma pamonha escapando sorrateiramente com um chapéu de palha.













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