Comunidade do Gereba agradece ao vereador Adailton Francisco pelo projeto Água para Todos

CERB 1 No último domingo (17), a comunidade do Gereaba, realizou a inauguração do Projeto água Para Todos, que beneficiará 80 famílias de agricultores, igrejas, posto medico e a escola da associação AMEPPRU.

A obra foi realizada pela CERB e teve o apoio da deputada Estadual Neusa Cadore do PT. Nos próximos dias, serão inauguradas as obras das comunidades de João de Simão e Barnabé no município de Valença.

A comunidade do Gereba, através da Associação AMEPPRU, homenageou a deputada e o vereador Adailton Francisco com uma placa, agradecendo pelo apoio e empenho na busca do projeto. Segundo a presidente da associação a senhora Maria do Carmo, foi a realização de um sonho poder participar de um momento tão importante para a comunidade e resolver um problema sério da escola e do posto de saúde, que não tinham água nas torneiras, sendo motivo inclusive de alguns problemas entre funcionários da escola e moradores no fornecimento de água, em seguida, a presidente destacou o apoio da deputada Neusa, do vereador Adailton e da comunidade para que o projeto fosse realizado.

Assessoria do vereador Adailton Francisco

FERIADO VOLTA A ANIMAR COMERCIANTES DE VALENÇA

Fim de semana movimentado no comércio e muitos comerciantes comemorando as vendas do feriadão. Quem pensou que o feriado da sexta-feira iria atrapalhar, enganou-se, pois conversei com muitos empresários da cidade e todos me disseram que o movimento no comércio foi muito bom. É verdade que o Festival de Verão do Morro de São Paulo puxou muita gente pra lá, mas como o local ficou lotado, muitos iam e voltavam, sempre pra Valença ou Guaibim. Outro local que também teve seu fim de semana super movimentado, no Guaibim, muitas barracas cheias, carros estacionados em toda a orla, muitos ônibus e gente por todo o lado.

Aqui no centro os barzinhos, restaurantes, lanchonetes e estacionametos nem se fala, outra maravilha. Que bom poder comemorar. Valença voltou ao seu novo clima, muitos turistas estrangeiros e do próprio país passeando no centro e nas praças da cidade. Glória a Deus!

UMA BOA MISTURA

Novembro 2013 191Um momento bom de se apreciar, uma mesa composta de romenos, italianos e brasileiros. Pensam que não se entendem? Enganam-se! O nosso poeta Vidal leu seus poemas para os amigos e eles aplaudiram-no, antes uma ressalva dos estrangeiros: “recite pausadamente”, sim para melhor compreensão. Com isso o bate-papo foi até a meia noite regado a caipirinha especial do Pelegrini, lima limão e pinga.

TOMAR CAFÉ EM MARIA DO MINGAU É ÓTIMA OPÇÃO

maria do mingau IIUma das boas opções para degustar um café bem ao estilo nordestino aqui em Valença é ir a Maria do Mingau, alí na Avenida ACM em frente ao terminal do Jacaré. Fui hoje cedo por lá com Marivan e comi esse aipim delicioso com carne de sol, servido com uma manteiguinha e acompanhado de um suco de laranja integral. Tem outras opções por lá, assim como aipim com mantinha, café com leite, sanduiches, mingaus de vários sabores. Local simples e limpinho, atendimento excelente do garçon, além do sorriso simpático da filha de Maria do Mingau. Tudo muito bom por lá! Quem não conhece deve conhecer, vale a pena.

(Des) Amparo 2013: O Milagre da Divisão da Cidade

*Ricardo Vidal

A festa em louvor a Nossa Senhora do Amparo, realizada em 2013 na cidade de Valença, entrou para história. Não pela sua tradicional alegria e clima de união que sempre a caracterizou. Entrou pelo motivo inverso – como a festa da discórdia e da desunião, gerada pela intransigência do pároco e da omissão da prefeitura. E o celeuma causado por essa polêmica pode causar a decadência de um dos maiores marcos identitários e culturais de Valença.

Quiseram forjar a celeuma em cima da (falta de) segurança causada pelas vendas de bebidas em barracas e da desorganização dos vendedores ambulantes para se justificar uma atitude equivocada. Ora, ninguém é imbecil de ser contra a segurança e organização dos ambulantes para que a Festa do Amparo brilhe. Quem ama essa cidade e luta para sua grandeza quer isso. O cerne da questão, no entanto, é outro – cousa que o Sr. Padre Josival Lemos pareceu se recusar a compreender e a prefeita não teve a devida sensibilidade para contemporizar.

Querendo ou não algumas correntes (retrógradas) da Sancta Madre Igreja Católica Apostólica, a festa do Amparo seguiu os rumos normais as grandes festas populares: deixou de ser uma mera missa solene para se tornar num patrimônio cultural e marco identitário para Valença. Surgida a mais de cem anos, animada e alimentada pelo povo valenciano (operários, marítimos e magarefes) e com tradições sedimentadas por décadas e décadas de história, a festa do Amparo ganhou uma grandeza que transcende a sua condição de mero “evento religioso” (como pretende os pretensos “verdadeiros” católicos). A festa é um momento ímpar de confraternização e orgulho para o cidadão valenciano. Para os valencianos que emigraram, esse pode ser o momento de visitar a cidade (e rever os amigos e parentes que cá ficaram). Quem não pode vim, alegra-se em ver as fotos pelas redes sociais. Para os católicos mais desgarrados, é o momento de ir para igreja. E por que não dizer, também é a melhor ocasião para que as pessoas mais humildes possam ganhar seu sustento, com o comércio que NATURALMENTE aflora em torno dos eventos religiosos. Êxtase religioso e alegria sincera caracterizam a festa, que é rica com suas tradições – como as barraquinhas com petiscos (maçã-do-amor, batata-frita, cachorro-quente, etc.) e com lembrancinhas. E isso não nenhuma “degeneração”! Pelo contrário, coisas similares aconteceram em Bom Jesus da Lapa, com a Festa do Bonfim em Salvador e com o “Ano Santo Xacobeo” em louvor ao apóstolo Santiago Maior na cidade galega de Compostella. E lá as pessoas souberam aproveitar essa co-existência de sagrado e profano não só para cimentar a identidade cultural da cidade como para auferir lucros com o turismo. (para mais informações, ver o texto no seguinte link: https://pelegrini.org/politica/24819)

Claro, para um evento dessa magnitude, é natural, imperioso até que se procure disciplinar e garantir sua segurança. È forçoso repetir que ninguém é favor da desordem dentro da festa, pelo contrário! Isso é um anseio de toda comunidade valenciana – até dos não católicos que respeitam e/ou também frequentam da festa. O motivo de tantas críticas está NA FORMA como isso foi gerido nesse de 2013. Infelizmente, em lugar de se tentar uma solução consensual e pactuada, o que ocorreu foi este festival de intransigência e soberba. A postura que o padre-secretário (através da comissão organizadora) teve foi muita diferente do que se espera de verdadeiro sacerdote de Jesus Cristo. Em lugar de respeitar as tradições centenárias da cultura popular e atuar como elemento de concórdia e harmonia, ele simplesmente quis sequestrar a festa e tratá-la como se fosse uma invenção pessoal dele.

Os dois argumentos centrais que justificavam a proposta “oficial” da igreja eram como se TODAS AS BARRACAS que se estabelecidas durante a festa SÓ VENDESSEM BEBIDAS ALCOÓLICAS, o que provocavam o clima de insegurança e que elas atrapalhavam o tráfego. Sobre o segundo argumento, bastava que a igreja e a prefeitura organizassem áreas pré-determinadas e fiscalizassem. Quanto ao primeiro, há de considerar é uma meia verdade. A maioria das barracas que s estabelecem lá costuma vender petiscos e lanches. E para o caso das que vendessem bebidas, que se pactuasse a venda – ou limitando à bebidas em latas e criando um cinturão de lei seca. Em todo caso, se preservasse a tradição, afinal é a maçã-do-amor e não a bebida que caracteriza a festa do Amparo. Que se permitisse que as pessoas pudessem ganhar seu dinheiro honestamente, vendendo as bolas de plásticos para as crianças e lanches para os demais frequentadores. Que a festa continue a ter suas luzes e aromas para alegrar aquele que se sobe a colina para louvar Nossa Senhora. Isso que todos querem!

Só que não foi a postura do padre. Como se só tivesse lido o evangelho de Maquiavel e o breviário do Cardeal Mazarino no seminário, aproveitou-se da condição mundana de secretário para querer impor seus caprichos. E como discípulo de Goebbels, usou do altar para semear o pecado capital da ira contra seus críticos, acusando-o com a falácia de que só querem a bebida. Pobre padre… Tivesse aprendido melhor as lições de Lucas 18,9-14 e de João 4, 1-15; e lido com calma as críticas, veria que a maioria de seus críticos é de pessoas honradas, esclarecidas e devotas que não estavam satisfeitas com a radicalidade das medidas impostas. O que muitos queriam é uma festa viva, com a alegria de louvar Nossa Senhora e depois comer sossegadamente sua maçã do amor, como sempre se fez! O que muitos advogados, professores, engenheiros, intelectuais (que criticaram as decisões do Sr. Josival Lemos) desejavam é uma festa popular, não uma missa segregacionista para poucos fundamentalistas! Lamenta-se que num altar de onde os padres Lino Trezzi e Edegar Silva proferiram tantas perolas de sabedorias em suas homilias degenerou-se no palco de pregação de um Jihad inclemente contra as pessoas… que apenas queriam o bem da festa, mas discordaram do que se considerou um equívoco do padre! Se não houve humildade e bom senso por parte do Altar, que a Prefeitura, no momento que foi acionada, tivesse o equilíbrio laico de preservar as nossas tradições. Infelizmente, na minha humilde opinião, pouco contemporizou para chancelar (na prática) os descalabros do padre. Antes, quase lembrou a postura de um certo procurador romano na Judéia, quando teve que escolher entre libertar um inocente e Barrabás…

O resultado foi uma festa fraca, triste e uma cidade dividida. Muitas pessoas que costumavam ir às novenas e na festa se sentiram desmotivadas a comparecer (eu mesmo não me senti desanimado a participar da festa e minha tristeza maior foi minha mãe depois que o melhor era eu não ter ido para lá, pois teria passado raiva). E pelos comentários nas redes sociais, a festa estava longe de ter o brilho dos outros anos. Já não era mais a festa que reunia a cidade. Já não era mais a festa onde se pregava a harmonia e união pela fé. Já não era mais a festa de todo o povo valenciano. Já não havia mais o clima de acolhimento para qualquer pessoa que quisesse comungar. Era uma missa elitizada para os auto-proclamados “verdadeiros católicos”, muito diferente que se via nos outros anos. Talvez, por ter se tornado uma festa vazia, houve a alegada “tranqüilidade” – afinal, não havia realmente um povo lá, apenas a “turma” que concordava com o pároco. E pela primeira vez, a festa do Amparo se tornou motivo de discórdia e divisão na cidade. E mais, não estranharei que se continuar assim, a igreja venha perder fiéis, insatisfeitos com atitudes extremadas e fundamentalistas de um sacerdote(?) que deveria pregar a harmonia e a união. E pergunto: é isso que quer Santa Madre Igreja Católica quer?

Pois bem, a festa do Amparo de 2013 acabou (não obstante a polêmica continue, com mais pessoas criticando a festa do que elogiando). Rogo que Nossa Senhora do Amparo ilumine a próxima comissão organizadora e que o padre tenha a humildade de refletir sobre as críticas feitas (embora eu não acredite muito quanto a esse último ponto…) para que na próxima festa se chegue a um consenso em que se garanta não só a tradição e a beleza da festa como a segurança e a organização da festa. Espero que a prefeita ouça mais o povo e menos o seu secretário de educação (que deveria ler o Sermão da Sexagésima), para que se garanta uma festa popular e que continue sendo um motivo de orgulho e união da cidade. Caso contrário, persistindo a intransigência e o capricho de um padre (que segundo as hodiernas práticas, não costumam se eternizar em uma paróquia), corremos o sério risco de que a festa do Amparo  perca seu caráter de festa que una os corações valencianos para ser uma lembrança do passado, uma missa morta e invisível.

*Escritor e Professor valenciano de nascimento e que ama apaixonadamente essa terra,

Especialista em Estudos Lingüísticos e Literários pela UFBA.

A FESTA DE NOSSA SENHORA DO AMPARO

Por Jorge Couceiros de Matos

O Amparo finalmente voltou as suas origens. Quem não lembra dos idos em que se curtia – na acepção da palavra, as novenas de Nossa Senhora do Amparo? E fácil criticar por aqueles que não convivia vinte e quatro horas com a baderna, o descaso e desorganização.

Ultimamente, até o ano passado, só haviam.

As pessoas que vivem ali e aqueloutras que participavam da festa, queixavam-se da criminalidade reinante por falta de participação do poder público que por ali não se fazia presente.

Eram brigas constantes e troca de tiros com fatalidades e a permissividade dos carros de som que só terminavam seis horas da madrugada. Nesta ultima, constatamos a diferença. Os comentários foram satisfatórios principalmente pelas pessoas idosas que exerceram o direito de ir e vir em toda a progressão da subida para a igreja do Amparo – o que não vinha acontecendo.

Vale dizer aos anônimos, que o passeio é publico, mas, é uma progressão do lar e lá, ninguém poderá determinar a instalação de nenhum comercio, principalmente aqueles que vendem drogas lícitas e ilícitas. Cabe ao proprietário decidir com o devido acolhimento do executivo municipal que autorizará ou não.

Hodiernamente deslocam-se para aquela localidade, indivíduos de todos os ricões da Bahia, que neste período com o intuito de praticar todos os tipos de atos que negativam qualquer festa pública por consequência da falta de um bom efetivo de policiais e da Policia Administrativa para fiscaliza-los, na habitabilidade, e dos meios higiênicos necessários.

Portanto os atos praticados pela Prefeita e da organização da festa do Amparo teve e terá todo o apoio e respaldo dos moradores do Amparo que querem que esta organização, seja estudada para os próximos eventos com o intuito de otimizar e torná-la uma festa alegre, e que as pessoas se sintam com segurança.

Parabéns a Prefeita Juscélia e seus colaboradores;

Parabéns a PM;

Parabéns a Comissão Organizadora da Festa do Amparo

ENTENDI, MAS NÃO COMPREENDI

Hoje, sábado (16) recebi um encarte do Jornal Valença Agora e antes de folhear e ler fiz uma coisa, que acredito seja praxe de todos, olhar a capa e em seguida olhar a contra capa. Eis que uma frase nessa contra capa que também mostra uma foto noturna da cidade me chamou a atenção e diz assim: “Quem vê Valença nessa foto, parece que vai tudo bem!”. Rapidamente comecei a folhear o encarte pensando que o seu conteúdo fosse de críticas à cidade, ao contrário, o conteúdo conta um pouco da história de Valença, mostra uma retrospectiva resumida do que cada prefeito fez e depois em quase vinte páginas fala das ações do atual governo, de desenvolvimento, terra hospitaleira, terra de lazer, exclusividade de ter a única piscina olímpica da Bahia, funcionamento do aeroporto, entrega de casas para o povo, construção de abatedouro, inclusão da cidade no projeto Ponte Salvador-Itaparica, chegada dos mais médicos, construção do SAC, inauguração da UNEB, projeto agricultura familiar, vinda da base de segurança para o Bairro da Bolívia, atividades culturais, cidade mais iluminada, chegada de máquinas (coisa que não acontecia há mais de 40 anos), recuperação e construção de estradas rurais e urbanas e etc., etc., etc. Portanto, não deu pra entender a frase tão crítica. Afinal de contas é ou não é?

A GUERRA SANTA

Irene Dóres

clip_image002Esse ano mais uma vez tive a honra de acompanhar totalmente a procissão de Nossa Senhora do Amparo. Foi uma caminhada linda, a cada dez metros se via uma casa enfeitada de azul e braço e muitas bolas e confeites disparados sobre a santa. A cada esquina as pessoas entravam na procissão e aumentavam o contingente de peregrinos na cidade até formar uma grande multidão cerca de oito mil pessoas. Espetáculo teatral na Praça da República e trio elétrico acompanhando a procissão. A procissão como sempre estava maravilhosa, mas o padre…

Vamos voltar um pouco ao passado, lembra que escrevi uma crônica falando da decisão da Igreja em mudar a festa do Amparo retirando do circuito os camelôs que aproveitam a oportunidade para garantir sua sustentabilidade? Se não lembra volta aí no blog e dá uma lida. Pois é o padre tomou minha opinião de cronista, como pessoal contra ele. Então selecionou um olhar para mim de persona non grata, por isso muitas vezes durante a missa da última novena e principalmente na procissão, esqueceu-se de rezar para me atacar. Eu estava lá trabalhando, e apenas me diverti com suas pontuações, cá entre nós, o padre parecia criança mimada gritando com o coleguinha porque não lhe deixou usar seu brinquedo preferido. Verdade, achei engraçado como um padre deixa de rezar durante uma cerimônia religiosa para disparar queixumes contra alguém, por ter expressado sua opinião. Só se ele sabe que o que fez ou tentou fazer com os camelôs foi errado. Porque foi a única coisa que eu defendi de verdade.

Sou cronista, e como alguém da imprensa, tenho o direito de livre expressão garantido pela Constituição Federal art 5º, “IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;”. Parece que nem todo mundo sabe disso, por outro lado, eu não sou tão importante quanto a Santa para competir com ela. Não sei se o povo entendeu o que estava acontecendo, porém eu, parece que ganhei mais notoriedade até estou aqui falando sobre o assunto outra vez.

Na boa gente, falando em mudanças, o povo da Igreja adorou as mudanças, se sentiram mais seguros e elogiaram muito a prefeita Jucelia pela marra de ter assinado embaixo do pedido dos padres. Mas os comerciantes de forma geral não gostaram, disseram que os prejuízos foram enormes me deram inclusive percentuais de perda de 80% nos ganhos durante a festa, até o dia sete; queixaram-se também que a movimentação durante as novenas caiu muito, posto que só subiam a colina as pessoas idosas para rezar e retornavam para suas casas após as missas. Reclamaram muito porque as barracas no circuito foram proibidas mas a igreja colocou três em seu adro e que o entorno da igreja se transformou um estacionamento já que a proposta era não subir carros, exceto em caso de necessidade comprovada.

clip_image004Um clamor público que faço questão de enfatizar aqui e que foi minha defesa na crônica anterior sobre o Amparo, foi a presença dos camelôs que vendem brinquedos, bolas de plásticos para crianças e maçãs do amor. As pessoas são unânimes em falar que estes não devem sair do circuito porque as crianças vão para a festa pensando em descer dali com sua bolinha depois de comer uma maçã do amor. A maçã para eles é tão importante quanto a própria festa. Isso eu ouvi de várias pessoas frequentadoras da Igreja e visitantes. Passei dois dias lá em cima ouvindo pessoas, inclusive apara atender a provocação do padre. A prefeita Jucelia está bem aplaudida por sua atitude, mas ao mesmo tempo que eles elogiam, dão vivas e pedem vida longa para ela, repetem que ela não pode permitir que os camelôs sejam retirados, porque eles não incomodam. Viva o povo ele é muito sábio. E Você Jucélia que uma prefeita do povo, não deve furtar-se a ouvir a sua voz.

Ia eu aqui citar a problemática contextual da proibição dos camelôs que fazem a tradição da festa, mas não foi preciso pois o advogado Alcides bulhões explanou brilhantemente sobre o assunto, portanto vou finalizar dizendo que EU TINHA RAZÃO, quando levantei a questão dos costumes e me posicionei contra a retirada dos vendedores de brinquedos de plástico para crianças e da maçã do amor, do circuito da festa.