Categoria: Política

DAMÁSIO/VALENÇA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES

image Os anfitriões, Doutor Neto e sua esposa, a enfermeira Rosa

Ontem foi o dia da inauguração das novas instalações da franquia da Damásio de Jesus/Valença, franquia que pertence ao Prof. Neto aqui na cidade. As novas instalações ficam na Avenida ACM, próximo a concessionária Brione.

Muitos amigos, parentes e autoridades da cidade compareceram ao local para parabenizar o Professor pelo empreendimento educacional trazido para Valença e que já preparou muitos advogados para tirar suas carteiras da OAB, fazer concursos para delegado, promotor e até juizes, além de preparar para outros concursos públicos.

O novo espaço consiste de 11 salas de aula para diversos cursos, biblioteca, laboratórios, cantina, sala de diretoria, secretaria, recepção etc.

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Fachada da Damásio

image Raell e o Prof Neto

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Fui dar um abraço no amigo e parceiro

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Família, sobrinha, mãe e irmã do Prof. Neto

image Duas autoridades em educação, Prof. Márcio e Prof. Neto

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Prof. Bonfim e esposa

image O radialista Dorgival Lemos, Prof. João Carlos e Gigi

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Lua, filhota de Neto e Rosa

image Aqui o filhotinho, Edinho

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Irene Dóres, colunista e fotógrafa do Jornal Valença Agora

image Gigi ao lado de Vidalto (Jornal Valença Agora)

image Autoridades locais e representantes da Damásio de São Paulo

image Hector Nobre, fez um show no local, o garoto é nobre mesmo, viu? Canta muito!

image Mãe tia e avô de Rosa

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Pessoas ligadas a educação prestigiaram ao amigo Prof. Neto

image Prof João Carlos, Dorgival lemos e o vereador Fabrício Lemos

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Representantes da Damásio de Saõ Paulo ao lado de Rosa

image Pastor Josafá prestigiou ao amigo Prof. Neto

imageEssa figura não poderia faltar, Rodrigo Mário

imageProf. Neto falou aos convidados do sonho e da sua vocação pela educação 

image Edézio, amigo e parceiro da Damásio

image Fogos de artifíco no momento da inauguração

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Rudney também prestigiou ao amigo Prof. Neto

image Em seguida foi servido um farto buffet aos convidados

image Novas instalações, novos móveis e novos sistemas de segurança

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Portas de salas serão bem sinalizadas facilitando o acesso dos alunos

image Salas com computadores para facilitar estudo dos alunos

image A nova logomarca

image Apesar do espaço de baixo, ainda foi criado um mesanino onde terá mais duas salas de aula e uma de conferência

image Recepção

Enquete realizada por site aponta 85% de aprovação para o governo de Jucélia

imageUma enquete com mais de 500 votantes realizada pelo site Rolando na Orla aponta que o governo da prefeita Jucélia Nascimento tem aprovação de 85% da população. O site perguntou sobre a avaliação do governo da prefeita nos sete meses de sua gestão. No resultado  55% responderam que  o governo é bom, 30% regular e apenas 11% disseram que o governo está ruim. Outros 4% disseram não saber. A enquete não deu a opção “ótimo” aos entrevistados. Veja a enquete: www.rolandonaorla.com.br

QUAL É O MELHOR JORNAL DE VALENÇA?

Alguém tinha me aconselhado a fazer sobre os melhores do ano abrindo uma página dentro do blog só com essa finalidade, como não dispomos de tempo para fazer levantamento sobre as empresas de Valença, resolvemos dar continuidade apresentando sempre uma pesquisa por semana, que irá até o fim do ano. Temos ainda 16 semanas ou seja, só poderemos apresentar 16 melhores, que vamos escolher os mais importantes segmentos do comércio da cidade.

Hoje começamos perguntando qual o melhor jornal da cidade e escolhemos os três periódicos mais pontuais. O Jornal Valença Agora que é um semanário e os outros dois, A Voz do Baixo Sul e o rolando na Orla que são mensal.

Agora fica a critério dos internautas, escolher o que é melhor de se ler e ver.

O QUIOSQUE DO PELEGRINI ESTÁ SEMPRE CHEIO DE GENTE IMPORTANTE

dois de setembro 037O Quiosque do Pelegrini é sempre assim, bem frequentado por pessoas importantes (desculpem a falta de foco nas fotos, mas é que me deram um celular novo e ainda não peguei intimidade com ele). Aqui temos o nosso vereador jairo, os advogados Kadu e Adonai e o assessor do nosso deputado Emiliano, Lucas Reis

dois de setembro 036O nosso garoto propaganda, Patrício, acompanhado de lindas mulheres, claro que são suas colegas de faculdade, num bate papo descontraido e comendo um hambúrguezinho pra variar

quatro de setembro 035Mariana (filha) e Moniza (sobrinha), povo que ama Valença,  e também adoram os hambúrgueres

dois de setembro 042Nosso locutor da Valença FM, Ivan Costa e sua esposa Adillen, ao lado, de camisa azul é o pimentinha Pietro, tem uma bateria louvável

dois de setembro 044 Nossa querida professora Rosângela Góes e Claudio Cacau da Edmais FM. A professora gostou do nosso hambúrguer e prometeu que vai voltar

quatro de setembro 030Esse trio não estava no Quiosque, mas estava na sorveteria e não poderia deixar de registrar a visita dessas três figuras importantes da nossa cidade: Marildes que faz um trabalho social incrível na cidade, Wellingthon um profissional exemplar e nossa Regina Casé, Ritinha, essa cabeleireira tão solicitada pelas mulheres valencianas

TESESETCETERAETAL

por Alcides Bulhões

Sete de Setembro ou Dois de Julho como sabem os baianos, é o marco inicial do Estado Brasileiro, momento no qual se houve de fato e de direito a separação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e instituição do Império do Brasil e fator propulsor para a atual República (Coisa Pública).

Desde há época o Estado Brasileiro se modificou por 7 (sete) vezes em decorrência de suas constituições (1824;1891;1934;1937;1946;1967 e a atual Constituição da República Federativa do Brasil de 1988).

De certo que, de todas as constituições, a atual possuiu maior participação popular na sua confecção. Notadamente pelas manifestações que caracterizaram o final da década de 80 (os cara pintadas e o movimento pelas diretas já!).

Com a nova Constituição ampliou-se os direitos sociais e as atribuições do poder público, alterou a divisão administrativa do país que passou a ter 26 estados federados e um distrito federal. Instituiu-se uma ordem econômica tendo por base a função social da propriedade e a liberdade de iniciativa, limitada pelo intervencionismo estatal;

Houve, ainda, a instituição de eleições majoritárias em dois turnos caso nenhum candidato consiga atingir a maioria dos votos válidos; a implementação do SUS, o Sistema Único de Saúde do Brasil (que até então o assistencialismo à saúde era privilégio de poucos assegurados pelo “INPS” e para aqueles que residiam em cidades nas quais existiam Santas Casas de Misericórias – como o caso de Valença); Voto facultativo para cidadãos de 16 e 17 anos; Maior autonomia dos municípios;  Estabelecimento da função social da propriedade privada urbana; leis de proteção ao meio ambiente; e o fim da censura a emissoras de rádio e TV, filmes, peças de teatro, jornais e revistas, etc.

Muitos foram os avanços, e os mesmos só foram possíveis pelo envolvimento em massa da população. Até porque a máxima atríbuída a Gandhi segundo a qual “Temos de nos tornar na mudança que queremos ver,” não poderia adquirir em nosso país melhor momento para ser utilizado. Ainda mais, quando se observou no dia de ontem, durante os festejos militares e cívicos de exaltação à independência de nosso país, milhares de pessoas indo às ruas protestando por melhorias sociais, administrativas.

Ora, a nossa Constituição deixa claro, em seu art. 1º parágrafo único que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Expressa também no art. 5º, IV e XVI que “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” e que “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”; e, desde que observado os parâmetros legalmente estabelecidos através de uma consciência moral e cívica, certamente alcançaremos bons resultados quanto às mudanças que queremos ver.

As manifestações atuais, as verdadeiras e ordeiras, tem grande contribuição para a mudança, na medida em que mobilizam, cada vez mais, pessoas em busca de um ideal comum: uma sociedade justa, segura, fraterna e igualitária.

Mas apenas manifestação é o bastante? Lógico que não!

Como visto ao longo de nossos encontros, em razão do contrato social devemos obediência aos Poderes do Estado, no nosso caso, nos termos do art. Art. 2º, “o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”; mas, temos que ter consciência de que esses poderes do Estado emanam de nós através de nossos representantes eleitos “direta e indiretamente”.

Assim, na medida em que saibamos escolher corretamente os representantes, as mudanças esperadas passarão a acontecer.

Chamemos atenção, mais precisamente, para os poderes que não decorrem, em sua maioria, da meritocracia (o Judiciário): o Legislativo e o Executivo.

A escolha de bons representantes é fator imprescindível para melhorias na gestão pública. Tem-se visto, cada vez mais, que o momento da escolha tem sido marcado pela minimização de sua importância. Escolhem-se representantes por brincadeira, por permuta de futuros cargos e dinheiro, por paixões, enfim, por tudo que não seja razão e consciência.

Pergunta-se: Como buscar melhorias a representantes desqualificados, despreparados e inoperantes?

Vê-se, não pouco, representantes do legislativo que sequer sabem a função a que desempenham: criar leis que regerão a vida em sociedade. Limita-se a criar dias de comemoração disso, dias de comemoração daquilo; mas, onde estão as mudanças que queremos ter?

O Executivo, após campanhas milionárias ou desgastadas, exerce cada gestão fadada ao insucesso. Secretarias fatiadas pelos apoiadores de campanhas e/ou troca de aliados para a próxima campanha.

Mas, a engrenagem disso tudo depende, única e exclusivamente, de nós individualistas, ignorantes, e incapazes de eleger representantes capazes de prover o benefício de todos.

Dias como os de representatividade da luta pela independência são bons não apenas pelo simbolismo; mas, pela oportunidade lançada de refletir pelas nossas atitudes e um bom início para iniciarmos a mudanças que queremos ter. Daí porque a importância das manifestações.

“Sejamos todos, as mudanças que queremos ter”.

7 de Setembro: Governo de Valença realiza grande desfile

image Os valencianos que foram às ruas neste sábado para acompanhar o desfile do 7 de Setembro, independência do Brasil, puderam testemunhar um dos mais belos e participativo evento dos últimos anos. Ao som do Hino Nacional, interpretado pela Filarmônica 24 de Outubro, a prefeita Jucélia Nascimento, o presidente da Câmara de Vereadores, Bertolino de Jesus e o comandante do Tiro de Guerra (TJ005), sargento Anacleto Schmitt, hastearam as bandeiras do Brasil, da Bahia e de Valença, ato realizado no Colégio Gentil Paraíso Martins.

image O ato cívico-militar, que comemora os 191 anos da Independência do Brasil, levou as ruas da cidade alunos da rede municipal de ensino, funcionários públicos municipais, recrutas e componentes da banda Marcial do Tiro de Guerra, além de autoridades militar e vereadores. O desfile iniciado na Rua Pedro Sancho, no bairro da Graça seguiu até a Praça da República. A chuva que permaneceu quase que ininterrupta durante todo o dia, deu uma trégua, justamente no momento do desfile.

image Durante o percurso, a prefeita Jucélia Nascimento recebeu aplausos e manifestação de carinho da população que reconheceram o esforço da gestão em mudar a realidade de Valença. A presença de famílias, acompanhadas de muitas crianças, serviu de referência para um desfile tranquilo e sem nenhum incidente.

image De parabéns, todas as secretarias municipais, com destaque para a organização da equipe da Secretaria da Educação.

Ascom – Prefeitura de Valença

ACÁCIA: QUEM IMAGINAVA O MAL QUE CAUSA AO MEIO AMBIENTE?

Recebi ontem do vereador Adailton um parecer sobre a acácia (planta que foi disseminada em toda a região de Valença, principalmente pelo empresário e ex-prefeito Ramiro Campelo), apresentada pelo Ministério Público.

Dentro da minha leiguice, deu pra entender que a planta acácia não é um cultivo bem vindo para o meio ambiente, pois, segundo o relatório feito por Ricardo Ribeiro e Fabiano Turini: “Os plantios realizados com essa espécie (Acácia mangium Wild) para fins comerciais ou mesmo aqueles para recuperação de áreas degradadas em Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal, de forma completamente equivocada, por ser uma espécie exótica resultaram na dispersão descontrolada dessa espécie na paisagem regional, que tolera uma ampla condição de situações ambientais (p.e. faixa de pH variando de 4,5-7,5 em solos até mesmo com muito baixa concentração de nutrientes). Uma planta dessa espécie chega a produzir até 1000 sementes por m², dispersas por aves e mamíferos a grandes distâncias. É conhecida por produzir compostos químicos alopáticos, ou seja, que inibem o desenvolvimento das outras espécies, afetando diretamente a regeneração natural (indivíduos jovens) da vegetação nativa em processo”, relata os técnicos.

Ainda nesse mesmo relatório eles dizem que essa planta foi taxada problemática desde a década de 70, quando uma empresa do setor de celulose International Paper, apresentou projeto no estado do Amapá onde foi plantada deliberadamente para exploração de madeira. O relatório ainda diz que, várias já apontaram a espécie com alto potencial de invasão e que atualmente tem sido relatada como invasora em vários estados do Brasil e países como EUA, França, Malásia e Bangladesh.

E finalizando concluem: “A planta possui alta capacidade de rebrota após o corte e o controle é difícil requerendo ações como o arranque de plantas jovens, o corte das já estabelecidas e aplicação de herbicida (à base de triclopir) no toco, o que leva a mais problemas ambientais (contaminação química).

Tai um grande problema trazido para Valença, onde o vice-prefeito Joailton (engenheiro agrônomo), o vereador Adailton Francisco (presidente da Comissão de Agricultura e Meio Ambiente da Câmara de Vereadores) e o CODEMA vão ter que descascar. Será que o empresário Ramiro Campelo (maior plantador de acácia na região) não sabia dessas broncas em outros lugares do Brasil?