Por Pr Josafá Costa
Vivemos os verdadeiros tempos da apostasia, a perda total da fé, diga-se de passagem, dos incrédulos! Que barbaridade um comentário tão apócrifo sobre um evento religioso que não seja o do Papa Francisco, recentemente em visita de vários dias ao Brasil o qual gastou milhões dos cofres públicos, pagos por todos nós brasileiros e que nenhum jornalista que se preza fez menção ao disparate e descabível rombo no dinheiro que deveria ter sido pago pela Santa Sé cujo Banco do Vaticano foi assunto de desvio de verbas pelo mundo inteiro! Isto ninguém fala, disto ninguém comenta! Será por que é pecado? Kkk…
Não sou contra a imprensa que noticia e sim a que condena, nem tão pouco sou contra a nenhum movimento que democraticamente usa o espaço público para as suas manifestações e discordo frontalmente de que a fé alheia seja argüida e desmerecida de forma de vil e abrupta como quando se trata de religiosos do seguimento evangélico.
Todos têm o direito de se manifestar publicamente, desde que não cause transtornos à ordem pública, sendo que há espaço para as mais diversas manifestações de fé ou de ordem cultural até aquelas de mão gosto na forma mais esdrúxula. Repito que nada tenho contra o trabalho que se diz jornalístico, embora tenha eu observado que a matéria tenha sido tendenciosa, pois o que se viu do início ao fim foi crítica exacerbada ao evento ocorrido, ainda que ninguém que lá esteve saiu atirado, com perfurações de facadas, pedradas ou morto!
Quando alguém se arvora em fazer comentários de forma depreciativa, sentenciando e condenando pelo simples fato de não respeitar a fé alheia ou não concordar com suas práticas, torna-se juiz de uma causa injusta, sendo que a fé é uma manifestação sobrenatural onde não compete ao homem natural sua intromissão indébita, ainda que “se achando” ou que de fato se ache capaz de julgar pelas potencialidades de seus dotes cognitivos, lógicos e racionais, nada a ver, pois, a fé é sobrenatural, ilógica, sendo sua dimensão algo do além simples conceito lógico, ainda que analisado por algum agnóstico, ateu, etc.
É necessário que se diga, querendo vocês ou não, há um seguimento religioso no Brasil que respeita a sociedade e exige respeito dela também. Não há espaço para uma convivência pacífica no meio dos diferentes seguimentos de idéias e pensamentos? Ou estamos no meio de uma velada intolerância religiosa em pleno País democrático?
Quando os grupos religiosos e culturais se manifestam tanto de forma privada ou de forma pública, a sociedade tem que ter a decência de mesmo discordando daquele seguimento ou de suas práticas, não se interpor ou intrometer-se, nem ao menos tratá-lo de forma tendenciosa, preconceituosa, pejorativista, subestimativa ou depreciativa como se vê hoje em dia num País laico e democrático. É contracultura opor se ao estabelecido conceito cultural de uma sociedade que tem como norma o respeito ao outro. Esse conceito é destrutivo e invade violentamente o conceito apologético que permite a defesa da crença e da fé daqueles que pensam diferentemente dos que estão posicionados ao ataque dos direitos alheios sem que ao menos tenham sido chamados à discussão antropológica em nível cultural, social, filosófica ou teológica.
Por que não vemos ninguém criticar certos setores e agremiações que alardeiam suas idéias e pensamentos de forma mais explícita como é o caso dos grupos gays pelo mundo afora com seus “novos conceitos” sobre família e sexualidade, etc? Por que essa velha mania de criticar evangélicos tendo “aquela velha opinião formada sobre tudo” que é contrário ao que alguns crêem e frontalmente insistem erroneamente e ironicamente em discordar do outro? Isso é intolerância religiosa, pois o direito sagrado de cultuar e manifestar-se publicamente é sagrado e faz parte do indelével conceito de liberdade, mesmo eu e você não fazendo parte daquele seguimento. Eu por exemplo não faço parte daquela religião e por motivos de agenda não me fiz presente na praça, porém, tal fato não diz que eu desaprovo a manifestação religiosa ali ocorrida.
Não quero entrar no mérito das manifestações que lá ocorreram, até mesmo porque a fé é uma questão de foro íntimo e ninguém poderia dizer que alguém foi ou não curado, que recebeu ou deixou de receber uma graça, se não a própria pessoa.
Quanto ao dá dinheiro para sustentar um programa de televisão ou rádio, isso é da alçada de quem quis ou quer dá, até mesmo porque é melhor dá de livre e espontânea vontade do que roubar, como fazem aqueles corruptos de colarinho branco que nunca pagam pelo erário público dilapidado dos nossos suados impostos. A igreja é separada do estado e deve viver dos dízimos e ofertas dos seus fieis e não do erário público, esta é a razão pela qual se pede, e, não se toma abruptamente de ninguém, nesse caso o conceito franciscano tem sentido quando se afirma que é dando que se recebe!
Acho muito estranho uma matéria jornalística ser tão tendenciosa contra a manifestação da fé alheia e pior do que isto, assistir uma derrocada dessa calado, fato que me leva a manifestar a minha indignação, sem contudo ser opinioso sobre os preconceitos preestabelecidos de quem queira continuar pensando diferentemente de mim. No meu conceito cognitivo há espaço para o diferente dentro de uma harmoniosa convivência pacífica sem agressão ou subestimação.
To Gad by the Glory.
Eu te entendo, viu Lúcio? A questão é que isso vem sendo arrastado desde o início de 2025, quando o…
A questão não é a taxa em si. É a desproporcionalidade da cobrança inesperada que afeta o orçamento das familias…
Existem católicos e evangélicos de esquerdas que não gostaram agora is extremistas de esquerdas que gosta esperem o resultado.
Beleza precisava mesmo
Só Precisa mudar o nome de Rua Alagoas para Rua Oceano, kkkkkk obras administrada por Engenheiro da Shopee só dá…