AINDA DÁ TEMPO DE MATRICULAR


Um dia após a fundação da Associação Valenciana de Imprensa, ocorrida ontem (21), no Dia do Radialista, o vereador Jairo Baptista (PMDB), foi impedido de dar entrevista em um Programa jornalístico na Rádio Clube de Valença. De acordo com as declarações de Roque Campelo, que falou em outro Programa na mesma Emissora, o “Espaço Aberto”, o vereador havia sido convidado a participar de um programa independente, mas após os “donos” do referido programa serem informados que Roque também participaria, cancelaram a entrevista com o vereador.
De acordo com informações de bastidores, o tal programa independente é bancado por um grupo político que dita as normas e escolhe os participantes. (Portal do Baixo Sul)

Depois de ser agredido por injurias e calúnias pelo vice prefeito de Cairu, Adriano Brito, no Programa Giro Geral, dessa segunda-feira (21), bancado pelo deputado Hildécio Meireles, o prefeito Fernando Brito foi a outro programa na mesma emissora se defender das acusações e detonou: disse que esse programa tem exclusividade em bater no prefeito e administração de Cairu, “Prova disso é que antes de chegar aqui, eu estava ouvindo o vice prefeito de Cairu (Adriano Meireles) dando entrevista por telefone, “por telefone” (frisando), porque ele não fica na região, muito menos em Cairu, falando inverdades, querendo desapreciar o prefeito, a administração de Cairu. Eu pergunto mais uma vez a vocês: a quem interessa tudo isso? Todos sabem e eu não vou aqui relatar o perfil do vice prefeito de cairu, todos sabem, quem não sabe vai buscar a sua história política. Então, descredibilizado, abandonou cairu, não tem compromisso com cairu, era inimigo do deputado da região e agora se unem numa amizade porque o prefeito Fernando Brito rompeu relação com os dois. Então, eu quero deixar registrado aqui: a quem interessa essa perseguição que o município e a administração de Cairu vem sofredo, por parte dessa mídia, isso é leviandade. Quem for ao município vai ver que estou fazendo uma apresentação em todo o município, mostrando imagens, coisa que nenhum outro prefeito em trinta meses fez mais do que nós fizemos, podem ir a cairu e verificar. É isso que a gente faz quando eles nos atacam, mostramos trabalhos, obras”, relatou Fernando.
A prefeita de Valença Jucélia Nascimento recebeu em seu gabinete na manhã desta segunda-feira (21), representantes da Fazenda Ponta do Curral. A reunião foi para um alinhamento das ações que serão desenvolvidas na fazenda, onde os empresários pretendem instalar um empreendimento imobiliário voltado para o turismo.
Localizada em uma área privilegiada em Guaibim, a Ponta do Curral está dentro da Área de Proteção Ambiental (APA do Guaibim). Por isso, a liberação para implantação de um empreendimento turístico dependia de uma lei de Expansão Urbana. Os donos do empreendimento convidaram a prefeita, todos os vereadores e secretários municipais para conhecer o projeto, indo até o local onde eles pretendem investir. Após essa visita, a prefeita Jucélia Nascimento encomendou um estudo do setor jurídico para, em seguida, enviar para a Câmara de Vereadores o projeto de expansão de nº 2.386, de 16 de julho de 2015, aprovado por unanimidade dos vereadores.
Por Mauricio Sena
Todo movimento golpista começa com um ar desacreditado de simples “Teoria da conspiração”, ninguém acha ser possível até que a situação toma um rumo incontornável. Mesmo diante das inúmeras tentativas de tomada do poder pela força, só lembramos àquelas que prosperaram, as que fracassaram são reservadas aos anais da história. A consumação se deve a soma de fatores políticos e sociais que geralmente estão associados ao confronto de interesses, estagnação econômica e insatisfação de uma parte da sociedade. Foi assim com Getúlio ao enfrentar os grandes interesses expropriatórios estrangeiros e com Jango ao tentar implementar as reformas de base. A questão jurídica nesse momento é secundária, o crime de responsabilidade definido na lei torna-se apenas uma peça decorativa que aparece a reboque dos acontecimentos políticos.
Em 12 de fevereiro de 1954 na edição vespertina de O GLOBO, matéria de destaque revelava um movimento de inquietação nos quartéis que logo depois foi confirmado por outros veículos de comunicação. O general Ciro Cardoso, então ministro da guerra, teria convocado seu gabinete para deliberar sobre um ainda suposto manifesto contra o governo assinado por 90 oficiais das forças armadas. Questionado, o ministro minimizou o fato alegando se tratar de reivindicações de rotina da caserna. Uma semana depois o manifesto batizado de “Memorial dos coronéis” tornou-se público e trazia em seu texto uma linguagem agressiva e entre outras coisas exigia a cabeça do ministro do trabalho João Goulart. O silêncio conspiratório do canil foi quebrado dando ao meio militar o fôlego necessário para uma aventura autoritária que para ser interrompida precisou do sacrifício pessoal de Getúlio.
Dez anos após a tentativa frustrada devido ao suicídio de Vargas, o Golpe se consumou. Dessa vez a conspiração triunfara. Tinha falhado em 1961, quando não conseguiu evitar a posse de Jango após a renúncia de Jânio Quadros, mesmo diante de um parlamentarismo remendado que sucumbiu à campanha da legalidade em 1963 liderada por Leonel Brizola. Jango superestimou o seu dispositivo1 e sua relação pessoal com o comandante do segundo exército sediado em São Paulo, general Amaury Kruel, seu compadre. O dispositivo falhou e Kruel se vendeu2. O que parecia improvável se tornou real sem, praticamente, nenhuma resistência. Jango deixou Brasília e seguiu para o Rio Grande do Sul e ainda em território brasileiro o senador Auro de Moura Andrade declarou vaga a presidência da república. O golpe dentro do golpe, a sutileza da ilegalidade grotesca.
Vivemos momentos que remontam outros de um passado recente. A ação de interesses econômicos poderosos e expropriatórios, uma imprensa anárquica e seletiva3, parte da classe média insatisfeita e violenta, uma classe política representada por um legislativo meramente fisiológico e um governo encurralado, momentaneamente, sem apoio popular. A face do golpe agora é institucionalizada, não necessita mais de aventuras caudilhescas com amparo militar, a montagem do cenário possui o invólucro da legalidade amparada por bandeiras moralistas, principalmente no trato com a corrupção. É a velha moralidade a serviço da imoralidade. São três vias, a eleitoral, defendida pelas “viúvas” derrotadas na eleição de 2014, a do impeachment, cujo principal conspirador é o vice-presidente da república4 e por último a via “sádica”, dos que preferem ver o governo sangrar até o fim, uma estratégia silenciosa para retornar ao poder em 2018.
Será que as nossas instituições já consolidaram o amadurecimento democrático necessário para evitar novas aventuras autoritárias? Essa é a pergunta! E os movimentos sociais e a sociedade civil organizada será que vão assistir essas manobras pela TV ou vão para as ruas? Outra! A questão não passa especificamente pela defesa do governo Dilma e sim pela defesa do Estado democrático, das instituições e do processo eleitoral. Mesmo pra quem não gosta do governo, que fique claro, o impeachment não é remédio para deposição de governo do qual não se concorda. Para aqueles que insistem na escalada golpista cito o deputado Almino Afonso em 1964; “O que importa é marcar com ferro em brasa a cara dos que, nesta noite dramática, ousem falar em nome da Constituição, enquanto eles mesmos estão a rasgá-la e, sem nenhum pudor, estão aplaudindo a baderna dos insurretos!”
Debater sobre os investimentos da Petrobras na Bahia para os próximos anos e também sobre as obras paralisadas do Estaleiro Enseada do Paraguaçu. Com este intuito, o deputado estadual Hildécio Meireles (PMDB), presidente da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, promove nesta quinta-feira (24), sessão especial, no Plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). De acordo com o deputado, em meio à crise econômica e política que assola o país e também o estado, é preciso buscar das autoridades garantias de que o cenário não vai decrescer ainda mais.
A prefeita de Valença, Jucélia Nascimento, participou nos dias 17,18 e 19 deste mês, do 4º Encontro de Prefeitos da Bahia. O evento aconteceu em Guarajuba e foi uma iniciativa União dos Municípios da Bahia (UPB), tendo como pauta principal a crise político-financeira que se instalou no país, com consequências diretas para os municípios.
Como uma das líderes do movimento municipalista, a prefeita Jucélia foi convidada para falar para os colegas. Em seu discurso, ela destacou a busca das prefeituras para conviver com a crise e a busca de soluções criativas para manter os compromissos em dia. “Grande encontro de prefeitos e prefeitas. Discussões profundas, elaboração de documentos, carta para o governador, deputados para nos ajudar neste momento. Parabéns à UPB pelo evento, à nossa representante, presidenta Maria Quitéria, por sua articulação e parcerias para que os prefeitos da Bahia tivessem a oportunidade de se reunir de forma intensiva para buscar caminhos para esse momento tão desafiador”, disse Jucélia.
isso
meio confuso essa informação já saia as 18:30 de mar grande e agora vai ter uma 20:00 e isso
Poderia ser melhor se de fato tivesse planejamento por parte da secretaria do turismo com total apoio do Prefeito. Temporada…
Realmente Pelegrini nosso Deputado Federal, filho da Terra, Raimundo Costa, não perdeu seu cognome RAIMUNDO DA PESCA, porém avançou fronteiras…
Dos paredões, eu já chamei a atenção dele, mas os fogos de artifício não eram de estampidos, os estalos eram…