Autor: pelegrini

TRABALHADORES DA ORLA VÃO RECEBER SEGUNDA-FEIRA O SALÁRIO ATRASADO, GARANTE MEDRADO

Existe uns comentário na cidade que operários da construção da Orla de Valença andam cobrando a empresa que é responsável da Obra e que está em atraso há 33 dias.

Conversei com pessoas ligadas ao governo, assim como o empresário Marcos Medrado, que diz ser também uma das pessoas que pediu a reforma da Orla e, ele disse que será resolvido na segunda-feira.

Segundo Medrado houve algum desequilíbrio nas finanças da empresa e acabou por atrasar os salários dos trabalhadores, mas garantiu que na segunda-feira, tudo resolverá.

ENQUANTO UNS RECUAM DUDA SE REAFIRMA PARA MAIS UM PLEITO, NUNCA DESISTIU E TEM TUDO PARA SER PREFEITO

Com sua fiel e eterna apoiadora (esposa), Manuela Monteiro

Corre uma notícia pelos bastidores da política que a grande lista de nomes de pré-candidatos a prefeito já começou a diminuir de forma significativa e até o mês de dezembro (que antecede o ano eleitoral), a baixa será assustadora.

A política é assim, com nomes já conhecidos que disputam a cadeira do Palácio de Mármore, tais como, Marcos Medrado, Jucelia Nascimento, Jairo Batista e Hilton Couceiros, essa lista não para por aí.

Essa lista vem acrescentada por um nome novo que se mostrou desde a eleição anterior, corajoso e determinado a mudar Valença, colocando-se a disposição do povo.

Esse nome é o de Duda, que não parou nenhum dia depois das eleições de 2020. Os demais nomes que foram lançados não se sustentam, tendo alguns desistidos e outros recuados.

É preciso determinação e Duda está sempre firme em seu propósito, ganhar uma eleição precisa de determinação, não é lançar o nome e achar que será prefeito na primeira investida.

Os nomes que mal se lançaram e já estão prestes a sair do páreo devem estar equivocados do que seja uma eleição para prefeito, não provaram sequer do dissabor de serem jogados para os cães da política.

Por isso eu acho que Duda já passou no teste e está apto a disputar mais um pleito. E os que meteram um pé e não tiveram a coragem de colocar o outro, devem retornar às suas poltronas de TV e voltar a comer seus fandangos com Toddynho, talvez, ler um bom livro sobre política.

Quem sabe daqui a dois anos não vão ao gabinete do prefeito Duda pedir um apoio para seu candidato a deputado estadual?

NOVE VEREADORES VOTARAM CONTRA O SUCATEAMENTO DO SAAE

Os vereadores Isaias Nascto, Diro do Orobó, Ryan Costa e Fabrício Lemos votaram contra o aumento da tarifa da água numa tentativa de ludibriar o eleitor, porque na Reforma Tributária eles não perdoaram o povo e deram aumento para tarifas de até 150%

O PL que dá aumento de 8% na tarifa de água, foi aprovado há pouco pela Câmara de Vereadores de Valença e nove vereadores votaram a favor do não sucateamento da autarquia.

É de dar pena aos vereadores que votaram contra o aumento, eles foram numa de querer mostrar ao povo que são contra os aumentos, mas não pouparam a população da Reforma Tributária que arrochou o povo e até hoje estão pagando pelas decisões deles.

Tenho que fazer uma observação sobre esses quatro vereadores que votaram hoje contra o aumento, o vereador Isaias e o vereador Ryan votaram contra os aumentos abusivos da reforma Tributária.

Os demais vereadores não tiveram argumentos suficientes para convencer porque votaram contra o aumento, isso sem contar que, não votar a favor do aumento é votar pelo sucateamento do SAAE, é votar a favor de uma privatização.

Na verdade o que os poderosos querem é que a autarquia quebre para que eles possam comprar a preço de banana. Ou os contra não sabem disso, ou são coniventes com o abuso.

Câmara aprova criação do “Parlamento Jovem” de Cairu

Vereador Wesley Magno lidera iniciativa que promete transformar o cenário político de Cairu

No intuito de promover a participação ativa dos jovens na vida política local, o vereador Wesley Magno apresentou e viu ser aprovado em primeira votação o projeto “Parlamento Jovem” na Câmara Municipal de Cairu.

A proposta busca criar um ambiente propício para o desenvolvimento da cidadania entre os estudantes, aproximando-os da política e fomentando o interesse na participação democrática.

O Parlamento Jovem é uma iniciativa inovadora que visa realizar uma sessão anual na Câmara Municipal de Cairu, onde os jovens estudantes de toda a região assumem o papel de vereadores por um dia.

Nesse evento, os vereadores titulares cedem seus lugares aos jovens, proporcionando-lhes a oportunidade de dirigir os trabalhos, apresentar propostas e discutir ideias para melhorar as condições de vida no município.

Os interessados em participar do Parlamento Jovem devem se inscrever perante a direção de suas escolas, seguindo os critérios estabelecidos no Regimento Interno do projeto.

Esta etapa visa garantir que os jovens envolvidos estejam comprometidos com os princípios do projeto e estejam preparados para contribuir de maneira construtiva.

“Este projeto representa um passo significativo para a formação cidadã de nossos jovens. Acredito que ao proporcionar esse espaço na Câmara Municipal, estamos não apenas aproximando os estudantes da política, mas também instigando o surgimento de futuros líderes.

Queremos que os jovens se sintam parte ativa do processo democrático e percebam que suas vozes têm o poder de moldar o futuro de Cairu.

Estou entusiasmado com o impacto positivo que o Parlamento Jovem pode ter em nossa comunidade”, afirmou Wesley.

Com o Parlamento Jovem, a Câmara Municipal demonstra seu compromisso com a promoção da participação democrática desde a juventude, sinalizando um futuro mais engajado e consciente para Cairu.

Agora, o projeto aguarda novas etapas de aprovação para que, em breve, os jovens possam exercer seu papel ativo na construção do destino político da cidade.

ANIVERSÁRIO DE VALENÇA MOTIVA DEBATE NECESSÁRIO SOBRE SUA HISTÓRIA

Por *Rosângela Figueiredo

Uma contribuição para o debate sobre a história de Valença foi um relevante fruto colhido na repercussão gerada por trechos do meu livro “ORIGENS E RAÍZES – Valença da Bahia”, e publicados em cards da Prefeitura no último dia 10/11. Além de enriquecer nosso trabalho, a discussão atual é necessária e joga luz sobre os hiatos da nossa história.

Não sou historiadora e não tive (nem tenho) a pretensão de me aprofundar na pesquisa acadêmica em História. Sei que há trabalhos acadêmicos robustos sobre o trabalho escravo em Valença e arredores a partir do século XIX. Mas esses não englobam os séculos XVI a XVIII.

O trabalho escravo por aqui se inicia com o aprisionamento dos índios, submetendo-os à escravização no início do período colonial. Mas os índios resistiram a esse processo, reagindo, atacando as feitorias e impedindo o avanço dos colonos.

Daí, ao se iniciar o ciclo açucareiro no final do século XVI, houve em Valença e Cairu a instalação de alguns engenhos que se utilizaram de trabalho escravo por negros africanos. Mas, em meados da década de 1670, o plantio da cana-de-açucar foi proibido pelo então governador Antônio Furtado, o que resultou no fechamento dos engenhos. (RISÉRIO 2003), por pressão dos donos de engenhos do Recôncavo, que queriam ver atendidas suas necessidades de fornecimento da farinha e pescados por esta região.

Com o fechamento dos engenhos, os poucos negros remanescentes foram remanejados para os cultivos de subsistência e trabalhos domésticos. Enquanto isso, Stuart Shwarz, no livro Escravos, Roceiros, Rebeldes, relata que esta região era rota de escravos, fugindo das fazendas do Recôncavo, ou vindos pelo tráfico ilegal, fazendo com que a região concentrasse a maior quantidade de “mocambos” da Bahia.

Portanto, negros escravizados estiveram aqui entre o final do século XVI e até meados do XVII, nos poucos engenhos existentes. Após isso, estiveram isolados, como formas de resistência e sobrevivência nos mocambos. Nessa situação, pouco interferiram na miscigenação e na cultura local, até a primeira metade do século XIX. E vieram mais maciçamente após a Abolicão da Escravatura, em 1888, quando, então, passam a contribuir de forma predominante e riquissima para a cultura afro-brasileira, como tem sido até hoje.

Além de também escravizados, os índios praticamente desaparecem da história em meados do século XXIII. Demonstrei essa invisibilidade no meu livro para chamar atenção a um racismo estrutural tão cruel quanto o sofrido pelos negros, senão pior, dado o seu apagamento histórico oficial.

Assim, agradeço à professora Silvana Andrade e a todos os que se dedicam a trabalhos acadêmicos como historiadores. São contribuições valiosas para o despertamento de nossa memória histórico-cultural, tão desconhecida pelas gerações atuais. As comunidades tradicionais como os caiçaras e os quilombolas são exemplo disso.

Sempre penso que não se pode amar o que se ignora. Como memorialista, transitei entre a história e a literatura, impregnada da sensação de que o que nos é familiar, de tão familiar, nos é desconhecido. Creio que dei a minha contribuição da melhor forma que pude. Suscitar o debate é, no mínimo, despertar nossa memória identitária tão desconhecida – nossas origens e raízes.

Sobre a autora:

*Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo é professora da Rede Estadual de Ensino da Bahia, graduada em Letras e especialista em Avaliação. Escritora, membro da Academia de Letras do Recôncavo-ALER, e da Academia de Educação, Letras e Artes de Valença-AVELA. Estudiosa da história de Valença, em 2019, escreveu o livro “Origens e Raízes: Valença da Bahia”, ainda não publicado, mas já com registro expedido pela Diretoria Executiva dos Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional.

VALENÇA SERÁ REPRESENTADA NA 4ª CONFERÊNCIA DA JUVENTUDE EM SALVADOR

Depois de 7 anos sem realizar conferências, desde o golpe de Michel Temer e o mandato de Bolsonaro, este ano já aconteceu diversas conferências de vários seguimentos da sociedade: mulheres; povos indígenas; saúde; criança e adolescente; assistência social; cultura, e claro que, não poderia faltar, a juventude.

A conferência é um equipamento que os governos usam para ouvir a população sobre os principais problemas e a necessidade, daí, implementar as políticas públicas .

Em Valenca a etapa municipal aconteceu no dia 29 de agosto no IFBA e elegeu 8 delegados para representar na etapa estadual.

Na etapa estadual eles terão 3 dias, 13, 14 e 15 de novembro para defender as propostas que foram ouvidas aqui pelos jovens que participaram. E ainda irão “brigar” por vagas na etapa Nacional em Brasília.

Para o ex-vereador Tacio Lima, que também foi eleito delegado para a conferencia é fundamental esses espaços para que os jovens que forem juntos possam ter suas vozes ouvidas, “precisamos mostrar a nossa demanda para o poder público e lutar pelos direitos do lazer e cultura, da saúde, de mais acesso a educação profissionalizante, do fomento e ao empreendedorismo juvenil”, disse Lima.

Os delegados de Valença se juntarão a outros delegados de toda a Bahia para um amplo debate organizado em torno dos eixos de Direito à Cidadania, à participação social e Política e a Representação Juvenil; direito à educação; à profissionalização, ao trabalho e à renda; à diversidade e à igualdade; à saúde; à cultura; à comunicação e à liberdade de expressão; ao desporto e ao lazer; ao território e à mobilidade; à sustentabilidade e ao meio ambiente; à segurança pública e ao acesso à justiça e Sistema Nacional de Juventude

Os delegados de Valença são: Bruno Silva dos Santos, Maiza Araújo Alexandrina, Silvio Olegário da Silva Neto, Carlos Alberto Santos de Oliveira, Tacio Lima da Silva, Jeferson Nery Dos Santos, Pâmela Bonfim dos Santos, Kaun França.

A FAMÍLIA CAXUTÉ NOS VISITOU

Mãe Bárbara e sua prole, neto, nora e filho

Hoje recebi essa honrosa família em nossa sorveteria, a Família Caxuté, Mãe Bárbara, Tatá Luangomina sua esposa e o filho, que vieram degustar de nossos sorvetes.

É sempre bom conversar com essa família que nos honra com suas tradições. Mãe Bárbara é a fundadora do Terreiro Caxuté que fica no Distrito de Cajaíba e conserva as tradições do Candomblé Bantu.

Mestre Tatá Luangomina, seu filho biológico, um jovem inteligente que nos orgulha por seus ativismos favorável às causas sociais, é professor e Mestre em Ciências Sociais; Cultura e Desigualdade.

Prefeitura de Valença comemora com ato cívico e missa festiva dos 174 anos de emancipação política do município

Nesta sexta-feira, 10 de novembro, Valença acordou em clima de festa, comemorando seus 174 anos de emancipação política. Para marcar a ocasião, a Prefeitura de Valença participou da missa festiva, seguida por um ato cívico em homenagem ao município, na igreja de Nossa Senhora do Amparo.

A celebração contou com a presença do prefeito Jairo Baptista, membros da Guarda Civil Municipal, a Tenente Coronel Ana Isabel representando o Corpo de Bombeiros, secretários municipais, a Filarmônica 24 de Outubro, a Guarda Mirim Municipal, estudantes das escolas militares e todos os apaixonados por Valença.

O prefeito Jairo Baptista realizou o hasteamento das bandeiras e expressou sua felicidade e gratidão pela presença de todos. Ele compartilhou que, em uma reunião recente com o Governador Jerônimo Rodrigues, muitas boas notícias foram conquistadas para o município. O prefeito enfatizou que este é o melhor presente que Valença e os valencianos poderiam receber, e que o município está avançando em ‘passos largos’ em direção ao desenvolvimento.

Aos 174 anos, Valença se destaca por uma história singular, repleta de cultura, ancestralidade e tradições. Neste ano, a celebração ocorreu com o olhar voltado para o futuro, envolvendo otimismo e expectativas promissoras, impulsionados pelo trabalho constante da gestão municipal.