Por Janio de Freitas
Não há o que negociar com invasores armados de uma casa legislativa, que tem de ser inviolável à força militar
Uma parte ainda indefinida da Polícia Militar carioca/fluminense trabalha a proposta de uma greve da corporação durante o Carnaval. Não há indicação da receptividade ou recusa à proposta em setores da tropa. Mas o assunto é objeto de considerações no governo estadual, apesar da convicção de que nenhum movimento impróprio prosperaria na PM e na polícia civil.
É certo, porém, que a insatisfação com os vencimentos é bastante difundida na PM. E, dada a necessidade de contingente cada vez maior, para efetivar a pacificação de favelas e áreas difíceis, além de outras ações, o orçamento de pessoal das polícias também é um problema difícil e crescente para o governo estadual.
A propósito, o governo da Bahia não poderia, sob pena de agravar a fraqueza de sua autoridade, propor qualquer índice de aumento de vencimentos para os invasores da Assembleia Legislativa e os autores de violências criminosas contra a população indefesa. Confirmação da inferioridade em que o governo se põe, a recusa aos ofertados 6,5% de aumento foi mais uma humilhação imposta pelos amotinados aos governantes.
Não há o que negociar com invasores armados de uma casa legislativa, peça que no regime democrático tem de ser inviolável à força militar ou militarizada.
As imagens de PMs com a cabeça encoberta e arma a ameaçar, como bandidos, motoristas e passageiros de ônibus; os assassinatos às dezenas, praticados por esses que enfim se mostram com as caraterísticas de criminosos, e tanto mais, complementam a obviedade de que ao governo do Estado não cabe curvar-se a nenhum tipo de bandidagem. Não importa qual seja a sua procedência.
Depois do alheamento diante do que parte da PM lhe preparava e à população, a atitude elevada de que o governo da Bahia dispõe é, apenas, a de enfrentar a realidade de sua polícia, livrando-se já do que deve ser excluído, sejam quantos forem. E começar a formação de uma nova PM. É o jeito de sair em pé.
Dr. José Raimundo deixa um legado de muito profissionalismo e dedicação na 5ª COORPIN. Sou testemunha do seu trabalho, principalmente…
[…] Fonte: Blog do Pelegrine […]
Jogava bola ai bessa praça nas oara jogar primeiro eu ficava de vigia em rodízio. Bons tempos nasci e vivi…
Deus abençoe sua vida vcs
Alguns políticos dão propinas as pessoas q agendam os exames , os quais a população tem direito a esses exames…