Autor: pelegrini

Metro Engenharia, do primo do Vereador Leo Prates (DEM) recebe mais 7 milhões da SUCOP / Prefeitura de Salvador

Fotomontagem: Informa 1

netoMais um caso de irregularidade na gestão ACM Neto, envolvendo a Metro Engenharia do primo do vereador Leo Prates, do mesmo partido do Prefeito. Desta vez, o consórcio Terrabrás – Metro Engenharia recebeu o valor de R$ 7 milhões de reais para a “Obra de ligação Cajazeiras – BR 324”, lugar onde “casualmente” o vereador Leo Prates teve maior número de votos. (TV do Servidor Público)

O ÚLTIMO ADEUS A ACÁCIO

acácio luz

Parentes e amigos, muita emoção no enterro de Acácio

Hoje pela manhã fomos dar o ultímo adeus ao nosso amigo Acácio Luz. ele foi sepultado há pouco, por volta das 9:40 da manhã, muitos amigos e familiares estiveram presentes.

Acácio partiu e deixará muitas saudades, o seu canto na Orla de Valença ficará um vazio enorme, muitos sentirão sua falta, pois ele era um cidadão de alto-estima elevada, e transmitia tudo de bom às pessoas.

Adeus amigo!

4 ASES DA POESIA VALENCIANA LANÇAM LIVRO

conviteOcorre na próxima quinta-feira, 20 de novembro, às 19h, o lançamento do livro de poesia 4 Ases e 1 Coringa no Centro Cultural Olívia Barradas. Na ocasião, também será realizada a abertura da exposição “Arte Negada” e a “Ocupação Cultural” com o tema Consciência Negra.

O livro reúne poemas dos “ases da poesia” Adriano Pereira, Mustafá Rosemberg, Otávio Mota e Ricardo Vidal (sendo os três últimos, membros da Academia Valenciana de Educação, Letras e Artes) e tem o prefácio escrito por Levi Vasconcelos, jornalista valenciano e “coringa” convidado para fazer a apresentação dos poemas. A arte da capa é assinada por Jamile Menezes. Livro e o lançamento contaram com o apoio cultural da Prefeitura Municipal de Valença, Câmara Municipal de Valença, SAAE, APLB Sindicato, LACLIV, COFEL, Casa Lacerda, Rio Mar Modas e Newton Gráfica e Recarga de Cartuchos.

AUTORES – 4 Ases e 1 Coringa traz para o público a produção recente de quatro nomes que se destacam na poesia valenciana nos últimos anos. Cada autor com sua linguagem e poética próprias, mas junto, formando o caleidoscópio que caracteriza a atual cena literária valenciana.

Mustafá Rosemberg é médico e publicou os livros Pétalas… também amei e Pelo Amor… Pela Vida!, além de semanalmente publicar poemas no jornal Valença Agora. Mustafá mantém vida a tradição dos sonetos construídos com milimétrica perfeição e domínio da língua portuguesa. Otávio Mota é artista visual, dramaturgo, escritor e coordenador do Centro de Cultura. Publicou os livros Pensar Fluidos e Apocalipse Man, além de ter encenado as peças Apocalipse Man, Ensaio para um Grito Brando, Bidi, Calu e o Rei Raul e Amares- Uma Saga de Todos os Ares. Ambos participaram das antologias Valenciando e Rio de Letras.

Ricardo Vidal é escritor da nova geração, formado em Letras/Inglês pela UNEB. Publicou o livro de poesia Estrelas no Lago. Adriano Pereira é outro jovem nome que se destaca nas artes de Valença, sendo o idealizador e curador da Ocupação Cultural. Atualmente estuda História na UFRB e públicos os folhetos Terço Mariano, Dez-Graças Poéticas, Dos(z)es P(r)ensadas e Primeiras Impressões – com poesias que são jogos concretistas com palavras. Os dois participaram da antologia Novos Valencianos.

LANÇAMENTO – Junto com o lançamento do livro, também será realizada a Exposição “Arte Negada”, com os artistas visuais Juliano Brito, J. Pincel, Nen Cardim, Adilson da Bahia, E. Coutinho, M. Antônio, Gugui Martinez, Elias Santos, Adriano Pereira, Otávio Mota, Yara Lúcia, Luciano Freitas e outros artistas visuais do território o Baixo Sul; Performance teatral de Charles Miller e a “Ocupação Cultural”, sarau multilinguagens que reúne os diversos artistas valencianos.

O quê? Lançamento do livro 4 Ases e 1 Coringa.
Quando? 20 de novembro, às 19h.
Onde? Centro de Cultura Olívia Barradas, Valença.

NOTA DE PESAR

O Governo de Valença vem a público manifestar o mais profundo pesar pelo falecimento do  ilustre e querido filho desta terra, Acácio Luz, ocorrido na manhã de hoje.  Ao mesmo tempo presta condolências aos familiares e amigos enlutados por essa grande e irreparável perda.

Valença, BA, 17 de novembro de 2014

Jucélia Nascimento

Prefeita

ADEUS, ACÁCIO!

acácio

Acabei de receber a triste notícia de que faleceu há pouco o nosso grande amigo, vendedor de acarajé, Acácio. Ele passou mal na sexta-feira e ficou internado no Hospital Santa Casa e hoje pela manhã veio a falacer.

Perdemos um grande amigo, artista e quituteiro, a cidade está triste porque Acácio era um cidadão alegre e amigo das pessoas. Muitos sentirão a falta dele, a Orla perde um grande apoiador do projeto de revitalização.

 

SE NÃO FOSSE O PREÇO SALGADO DAS LANCHAS, O FESTIVAL DE PRIMAVERA ESTARIA COMPLETO E TERIA MAIS GENTE

festivalAconteceu neste final de semana mais uma edição do Festival de Primavera do Morro de São Paulo. Participei e fui ver de perto como funcionava esse espetáculo tão cobiçado pelos jovens. Afirmo que, depois desse, posso dizer que perdi os outros quatro, porque o que vi foi um verdadeiro show de boas músicas, beleza, diversão e gente educada.

Fui nos três dias da festa, e me impressionei com a tranqulidade que reinava no espaço, fiquei em um local privilegiado de onde eu pude ver todos que estavam no percurso do festival. Não tinha brigas, não vi ninguém usando drogas dentro desse percurso, nenhuma desavença e a Polícia Militar não teve dor de cabeça. Como já disse, vi muita alegria, felicidade, boa música e gente educada.

Tem uma coisa que eu não poderia deixar de falar é sobre a exploração que os donos de lanchas rápidas cobram nas passagens nesse período. Paguei numa passagem de lancha rápida, que num dia ou horário normal se paga R% 18,00, paguei R$ 30 reais. Um verdadeiro assalto, não tem contr0le o que esses caras fazem, a ganância fala mais alto, não existe explicação para tanta exploração, já que as lanchas não param de ir e vir. Muitas pessoas gostariam de poder participar, mas pelo alto preço das passagens acabam desisitindo.

Uma pessoa que participou da 4ª edição do festival, me disse que ano passado tinha muito mais gente que esse ano, talvez pela exploração das passagens, as pessoas deixam de ir ao festival. Creio que com isso, perdem as pousadas e o comércio local, que já deveriam começar a tentar, juntamente com o poder público, regular o preço das passagens. Não é tão barato assistir a um espetáculo desse no Morro, considerando que você paga R$ 30,00 da passagem, mais a taxa de permanência, que não sei quanto é, creio que mais de R$ 15,00 reais, sem contar os gastos com bebidas e comida. Imagina um casal indo a uma festa dessa? Não gasta menos que R$ 300,00 reais numa noite.

Portanto, creio que está na hora de fazer uma regulação nos preços dessas passagens. Que se cobre um percentual a mais, porque a lancha vai cheia e volta vazia, mas nadas justifica que você pague quase o dobro da passagem por isso, sem contar que, são lanchas na maioria velhas e sem proteção ao passageiro, pois, se a maré tiver jogando você chega ao morro todo molhado. Se tiver onde tomar um banho depois tudo bem, mas se não tiver tem que curtir a festa desse jeito mesmo salgado e encharcado.

No demais, nada tenho a falar sobre o festival, só a elogiar e parabenizar ao prefeito Fernando Brito, ao idealizador do evento Rafael Meireles e seu pai Hildécio Meireles, a quem montou os palcos e camarotes, Doriva Produções que inclusive recebeu agradecimentos do Toni Garrido de Cidade negra no palco, aos patrocinadores, TIM, Lojas Guaibim, Governo do Estado, Petrobras e outros.

ALAVONTÊ, SINÔNIMO DO QUE É O MELHOR DA MÚSICA BAIANA

festival mQuem não foi ao Morro de São Paulo ontem, pode ter certeza que perderam um dos melhores espetáculos da música baiana, “Alavontê”, esse é o nome da música, o que tem de melhor e refinado em termos de música baiana, os caras mostraram. Eles são bons mesmo!

Vai ficar uma grande saudade!