Washington viu o que muita gente no Brasil ainda finge não enxergar: Lula voltou gigante

Foto: Ricardo Stuckert
Enquanto uma parte da política brasileira vive de espuma de rede social, gritaria ideológica e patriotismo de fantasia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Washington e fez aquilo que poucos líderes mundiais conseguem fazer: sentou frente a frente com Donald Trump sem baixar a cabeça, sem bater continência e sem transformar o Brasil em puxadinho de ninguém.
A visita de Lula aos Estados Unidos repercutiu internacionalmente e reforçou sua imagem como uma das figuras políticas mais influentes do planeta. Durante o encontro na Casa Branca, o presidente brasileiro defendeu a paz mundial, cobrou reformas na ONU, falou em soberania nacional e deixou claro que o Brasil quer relações comerciais fortes, mas sem abrir mão de seus interesses estratégicos.
O curioso é observar como certos setores da política brasileira tentam pintar Lula como um líder “isolado”, enquanto o homem circula entre as maiores potências do mundo como quem conhece os corredores da diplomacia há décadas. E conhece mesmo. Não é à toa que Lula já foi chamado pela revista Time de uma das pessoas mais influentes do planeta e recebeu o prêmio de “Estadista Global” do Fórum Econômico Mundial.
Em Washington, Lula mostrou experiência política, habilidade diplomática e, principalmente, independência. Falou sobre minerais estratégicos, combate ao crime organizado, comércio internacional e ainda defendeu que Brasil e Estados Unidos podem cooperar sem que um precise se ajoelhar diante do outro.
Enquanto isso, aqui no Brasil, ainda existe gente presa naquela velha política do ódio permanente, onde governar parece menos importante do que produzir cortes para internet e alimentar torcida organizada ideológica. Lula, gostem ou não, continua jogando no tabuleiro internacional, conversando de igual para igual com chefes de Estado, algo que poucos presidentes brasileiros conseguiram fazer com tamanha naturalidade.
E talvez seja justamente isso que incomode tanta gente.
Porque liderança internacional não se constrói com vídeo de TikTok, bravata em cercadinho ou patriotismo de camiseta importada. Se constrói com história, articulação, inteligência política e capacidade de diálogo.
E nisso, querendo ou não, Washington acabou reconhecendo aquilo que os adversários de Lula tentam esconder todos os dias: o velho sindicalista continua sendo um gigante da política mundial.





Prefeito que olha pela população de sua cidade e pelos municípios também, inclusive minha família muito satisfeita com sua gestão
Verdade
Deputado Raimundo Costa....Qual o nome do seu sócio?? Confia em mim vai? Vc nuca me enganou, lhe aguardo em outubro…
É muito bom saber que podemos contar com um profissional deste gabarito em nosso município! Isso nos faz ter segurança…
Parabes Pele Muito boa esta reportagem e pertinente seria bom q chegasse até os gestores municipais!