Prefeitura apresenta contas do primeiro quadrimestre e destaca equilíbrio fiscal

A Prefeitura de Valença realizou uma audiência pública na Câmara Municipal para apresentar a prestação de contas do primeiro quadrimestre de 2026. Durante o encontro, foram detalhadas as receitas arrecadadas, as despesas executadas e o cumprimento dos investimentos obrigatórios em saúde, educação e Fundeb.

Também foram apresentados dados sobre gastos com pessoal, dívida consolidada e os resultados fiscais do município, demonstrando o equilíbrio das contas públicas. Segundo o assessor contábil Robson Pestana, a prestação de contas garante transparência e permite que a população acompanhe de perto a aplicação dos recursos públicos.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a responsabilidade fiscal, o controle social e o planejamento das ações que serão desenvolvidas ao longo do ano.

RAFA DE HILDÉCIO FORTALECE DIÁLOGO COM LIDERANÇAS DURANTE VISITA A CANAVIEIRAS

Dando continuidade à sua agenda de visitas por diversas cidades da Bahia, o pré-candidato à Assembleia Legislativa da Bahia, Rafa de Hildécio, esteve em Canavieiras, no sul do estado, onde se reuniu com apoiadores, lideranças políticas e comunitárias da região.

Conhecida carinhosamente como “Canes”, a cidade recebeu Rafa em uma série de encontros marcados pelo diálogo, troca de experiências e debates sobre políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e econômico da população baiana.

Durante a passagem pelo município, Rafa de Hildécio destacou a importância de ouvir as demandas da população e construir propostas alinhadas às necessidades reais das comunidades. Segundo ele, o contato direto com lideranças locais fortalece o compromisso com uma atuação política participativa e próxima do povo.

A agenda contou ainda com a presença de importantes lideranças da cidade, como Edmar e Abel, reconhecidos pelo trabalho junto à comunidade e pelo envolvimento nas causas populares.

“Tem encontros que não são apenas políticos, são conexões construídas com respeito, diálogo e vontade de fazer mais pelo povo. Seguimos somando forças, ouvindo, aprendendo e construindo caminhos para uma Bahia cada vez mais forte”, destacou Rafa.

A visita a Canavieiras faz parte de uma série de encontros que o pré-candidato vem realizando em diferentes regiões do estado, buscando ampliar o diálogo e apresentar projetos que pretende defender na Assembleia Legislativa da Bahia, caso seja eleito.

Será que os Bolsonaro ainda acreditam que o Trump vai salvar eles?

Tem muita gente começando a pensar assim: Flávio Bolsonaro e seus irmãos parecem acreditar que, se tiver pressão dos Estados Unidos em cima do Brasil, eles podem voltar ao poder ou escapar dos problemas políticos e da Justiça brasileira.

É como se parte do bolsonarismo estivesse apostando todas as fichas em apoio vindo de fora, porque aqui dentro do Brasil a situação já não é mais a mesma de antes. Muita gente que apoiava Bolsonaro em 2018 hoje já olha essa família com desconfiança.

E o mais curioso nisso tudo é a contradição.

Passaram anos gritando “Brasil acima de tudo”, dizendo que eram patriotas, defensores da pátria e da soberania nacional. Mas, na prática, os críticos dizem que eles vivem tentando agradar os americanos e entregando apoio aos interesses de fora.

Tem gente que chega a dizer que eles sonham com uma espécie de intervenção internacional, como se os Estados Unidos fossem entrar aqui, resolver os problemas deles, prender adversários e depois devolver o comando do país para o grupo bolsonarista. Claro que isso parece mais fantasia política do que realidade, mas é esse tipo de impressão que muitos brasileiros estão tendo quando veem o comportamento deles.

Enquanto isso, o povo vai percebendo algumas coisas.

O discurso continua forte para a militância apaixonada, aquela turma que defende Bolsonaro de qualquer jeito. Mas uma parte da população já cansou dessa guerra política sem fim, dessas brigas com instituições, ataques à Justiça e desse clima pesado que tomou conta do país nos últimos anos.

Hoje, muita gente simples começa a enxergar que patriotismo não é ficar batendo continência para bandeira americana nem viver procurando socorro lá fora. Patriotismo é defender os interesses do povo brasileiro aqui dentro: comida barata, emprego, saúde, educação e dignidade.

E talvez seja justamente por isso que a confiança numa parte dessa velha política esteja derretendo igual gelo no sol do meio-dia.

Secretário responde fala da vice-prefeita e tenta conter ruído político na Educação de Valença

A repercussão da fala da vice-prefeita de Valença, Lorena Mercês, sobre a situação da Escola Samuel Vale Lacerda ganhou um novo capítulo após a resposta do secretário municipal de Educação, que adotou um tom mais técnico e institucional para tentar conter o desgaste político criado dentro do próprio governo.

Depois de Lorena afirmar publicamente que estava “levando ao gestor municipal” o pedido da comunidade para reativação da escola, muita gente passou a questionar se a vice-prefeita estaria assumindo um papel de cobrança contra a própria gestão da qual faz parte.

A declaração gerou interpretações políticas imediatas. Afinal, sendo vice-prefeita, Lorena integra o Executivo e, teoricamente, deveria atuar ao lado da gestão e não como alguém que cobra o governo de fora para dentro.

Diante da repercussão, o secretário de Educação entrou em cena e procurou colocar água na fervura.

Segundo ele, a situação da escola é resultado de décadas de abandono e não de um problema criado pela atual gestão.

“A gente sabe que a educação de Valença foi abandonada por décadas, é o caso do Colégio Samuel do Vale Lacerda. Não há a mínima condição dele funcionar, mas a gente vai recuperá-lo, vai sim”, afirmou.

O secretário também tentou tranquilizar as famílias, destacando que os alunos estão sendo assistidos no Colégio Municipal Estância Azul, onde, segundo ele, possuem estrutura adequada, fardamento, merenda de qualidade, água potável e professores comprometidos.

A resposta do secretário muda um pouco o eixo da discussão e traz uma linha mais alinhada ao discurso do governo Medrado: reconhecer os problemas herdados, mas garantir que existe um plano de recuperação em andamento.

Ainda assim, o episódio deixou uma pergunta política no ar.

Se a gestão já reconhece o problema e afirma que vai recuperar a escola, por que a vice-prefeita sentiu necessidade de fazer um pronunciamento público quase em tom de reivindicação?

Nos bastidores, muita gente interpretou a fala de Lorena como um gesto político cuidadosamente calculado para marcar posição própria dentro da gestão. Outros acreditam que foi apenas excesso de protagonismo e uma tentativa de demonstrar proximidade com a comunidade.

O fato é que a resposta do secretário acabou funcionando também como uma espécie de correção de rota, tentando mostrar que o governo já estava atento à situação e que não precisava ser “alertado” por alguém que faz parte da própria administração.

Na política, palavras têm peso. E em Valença, onde qualquer movimento vira termômetro de alianças e desgastes, uma simples visita a uma escola acabou se transformando em assunto de bastidor, análise política e especulação sobre o clima interno do governo.

Pré-candidato a deputado federal, Ditinho da AviVip recebe apoio de Lorena Leite

Aproximação entre as lideranças reforça articulação política e fortalecimento de alianças na Bahia.

A liderança política do município de Igrapiúna, Lorena Leite, declarou apoio ao pré-candidato a deputado federal Ditinho da AviVip, durante um momento de diálogo e alinhamento político. A adesão reforça o reconhecimento regional do pré-candidato, que vem ampliando sua articulação em diferentes municípios da Bahia.

Ao comentar sobre a adesão e o fortalecimento do diálogo entre lideranças políticas, Ditinho destacou a importância da construção coletiva. “Fico feliz em receber o apoio de Lorena, uma liderança que conhece de perto a realidade do povo e que chega para somar nesse projeto de fortalecimento regional”, afirmou.

Lorena disputou as eleições municipais de 2024 para a Prefeitura de Igrapiúna. Em uma disputa acirrada, ela demonstrou força política nas urnas e consolidou seu nome entre as principais lideranças do município.

Durante o encontro, Lorena também ressaltou a importância da união entre lideranças políticas como Ditinho comprometidas com o desenvolvimento da Bahia. “Acredito na importância do diálogo e de projetos que busquem mais oportunidades e representatividade para os municípios baianos”, declarou.

A aproximação entre as lideranças representa um movimento de fortalecimento político e união de grupos que compartilham propostas voltadas ao desenvolvimento regional. O apoio também evidencia o crescimento da base de articulação de Ditinho, que segue ampliando diálogos e conquistando adesões em diferentes regiões do estado.

A união de lideranças demonstra ainda a busca por construção coletiva e fortalecimento de projetos políticos alinhados às demandas da população, ampliando o debate sobre desenvolvimento, representatividade e novas perspectivas para os municípios baianos.

“Se o secretário não fizer, eu sento o cacete!”: Pó da Pesca sobe o tom e dá recado na Câmara de Valença

Mexeram com meu vereador e a Sessão da Câmara de Valença ganhou temperatura de panela de pressão nesta terça-feira.

Pó da Pesca resolveu partir para o ataque, sem freio e sem anestesia, porque não gostou nada de ouvir os elogios a um secretário municipal que, segundo um dos seus pares, “agora é bom”.

Destemido como sempre e sem esconder irritação, o vereador fez um desabafo em alto e bom som que rapidamente virou comentário nos corredores da Câmara e nas redes sociais. Todo mundo falava: ‘você viu Pó!?’

“Escutei um vereador dizendo que agora o secretário é bom. Se ele não fazer, vereador, eu estou aqui para sentar o cacete. Não estou aqui para escutar lorota de você não, vereador. Certo? E ouvi você muito bem falar. Se ele não atender o pedido meu, eu também vou bater, vou esculhambar e acabou, rapaz. Eu não sou preso a secretário não, vereador.”

O discurso mostrou um Pó da Pesca inflamado, reafirmando que não pretende aliviar para secretário nenhum caso as demandas não sejam atendidas.

Na prática, o vereador quis deixar claro que não faz parte da “turma do amém” e que, para ele, secretário bom é secretário que resolve problema do povo, não secretário que ganha certificado de excelência em discurso de colega.

Parecia que tinham jogado uma bomba de mil molhada dentro da Sessão: primeiro fez barulho, depois deixou aquele clima de fumaça no ar.

E uma coisa é certa: gostem ou não do estilo dele, Pó da Pesca continua sendo um dos vereadores mais imprevisíveis e explosivos quando pega no microfone.

CDL de Valença Precisa Acordar: comércio não vai sobreviver só esperando festa da Prefeitura

Fica cada vez mais evidente um problema que muita gente comenta nos bastidores, mas poucos têm coragem de falar publicamente: a CDL de Valença parece ter perdido aquele espírito de luta e criatividade que já marcou o comércio da cidade em outros tempos.

Bons tempos aqueles de Osni, da Farmácia Taperoá, de Antônio, do Boticário, e de Ademir Costa à frente da CDL.

Na época do São João, o comércio praticamente respirava junto com a cidade. Corriam atrás de parcerias com a Prefeitura, ajudavam na ornamentação, promoviam campanhas, criavam promoções, sorteios e ações para aquecer as vendas. Existia entusiasmo, movimento e vontade de fazer o dinheiro circular dentro de Valença.

Hoje o que muita gente vê é uma CDL apática, silenciosa e acomodada, esperando que a Prefeitura faça tudo sozinha. Só que o cenário mudou.

O prefeito Marcos Medrado já mandou o recado no rádio: houve sequestro de cerca de R$ 8 milhões por débitos de gestões passadas e o município não tem condições de bancar uma festa gigante como no ano passado sem comprometer obras e serviços essenciais.

Ou seja: esperar um mega São João cair do céu pode ser ilusão.

A pergunta que fica é: e o empresariado vai fazer o quê? Vai continuar sentado olhando o movimento cair? Vai esperar cliente aparecer por milagre? Vai deixar o comércio morrer enquanto internet, Shopee e cidades vizinhas engolem o consumo local?

A CDL precisa voltar a ser protagonista. Precisa criar campanhas, promoções, festivais de descontos, ornamentação, marketing coletivo, eventos culturais, sorteios e ações que incentivem o povo a comprar em Valença.

Porque comércio forte não nasce apenas de palco e banda cara. Nasce de união, criatividade e atitude.

E convenhamos: diretor de CDL não pode funcionar apenas como espectador de crise tomando café e esperando a Prefeitura resolver tudo.

Vanuza Barroso surge como a “voz do cacau raiz” e promete sacudir a indústria do chocolate

Vanuza Barroso (ANPC)

Quem está chegando com força total no cenário nacional do cacau é a presidente da ANPC, Vanuza Barroso. A dirigente vem ganhando destaque por liderar uma das discussões mais importantes para os produtores brasileiros: a luta para que chocolate seja chocolate de verdade.

Vanuza é autora e defensora do projeto que estabelece que, para um produto ser chamado oficialmente de chocolate, ele precise ter pelo menos 35% de cacau em sua composição.

A proposta é vista como um divisor de águas para o setor, principalmente para os cacauicultores baianos, que há anos reclamam da desvalorização da amêndoa enquanto o mercado é inundado por produtos carregados de açúcar e gordura, mas com pouco cacau de verdade.

Na prática, a proposta de Vanuza mexe diretamente com a indústria alimentícia e reacende a esperança do produtor rural. Afinal, quanto maior a exigência de cacau nos produtos, maior tende a ser a procura pela amêndoa brasileira e, consequentemente, sua valorização no mercado.

E não para por aí.

Vanuza também ganhou respeito entre produtores ao atuar contra contratos de importação de cacau africano, uma medida que, segundo representantes do setor, poderia sufocar ainda mais o produtor nacional justamente num momento em que os custos de produção aumentam e o cacau brasileiro tenta recuperar seu valor histórico.

Para muitos produtores da Bahia, estado símbolo da cacauicultura brasileira, a atuação firme da presidente da ANPC começa a representar uma luz no fim da estrada de barro. Tem muita gente enxergando nela uma verdadeira “voz do cacau raiz”, alguém que conhece a realidade do campo e fala a linguagem de quem vive da terra e da colheita.

Nos bastidores do setor, já existe quem diga que Vanuza ainda prepara novas medidas e articulações para fortalecer o cacauicultor brasileiro, melhorar a renda do produtor e pressionar por mais proteção ao mercado nacional.

Enquanto isso, o pequeno produtor observa atento. Depois de muitos anos vendo o chocolate perder o gosto de cacau, talvez esteja começando a surgir um movimento disposto a devolver identidade ao produto e dignidade a quem vive da lavoura.