Moradores da Praia de Guaibim acordaram hoje (16), com um movimento que faz bem aos olhos e um barulho que não incomoda os tímpanos, trabalhadores da construção civil amanh eceram fechando a Praça São José com tapumes.
O prefeito Marco Medrado autorizou a revitalização da Praça São José. O investimento é de R$ 980 mil, viabilizado por meio de um Termo de Acordo e Compromisso firmado com o Condomínio Ponta do Curral.
MPS Conbstruções Ltda irá executar a obra com acompanhamento da Secretaria de Infraestrutura, na pessoa do senhor Ivan Maia: “Estamos entregando a ordem de serviço para a empresa que vai realizar as obras de revitalização e reforma da Praça São José. É uma obra importante do ponto de vista social, econômico e do turismo aqui da região. É o início de um projeto de revitalização que foi solicitado pelo prefeito, e a Seinfra tem desenvolvido projetos para revitalizar toda essa área”, afirmou.
A Praça que terá as mesmas condições das praças públicas de Valença, contará com playground infantil pergolados para descanso e convivência, além de um palco para realização de eventos comunitários e culturais.
Já na área voltada ao bem-estar, a praça contará com pista de cooper e academia ao ar livre, incentivando a prática de atividades físicas gratuitas e acessíveis para toda a população.
Outro ponto importante do projeto é a valorização dos trabalhadores que já fazem parte da dinâmica do espaço. Ambulantes terão áreas organizadas e integradas à nova estrutura, garantindo melhores condições de trabalho e contribuindo para fortalecer a economia local.
“Entendemos que precisamos desenvolver também a nossa comunidade, para que a gente tenha um desenvolvimento responsável em nossa região. Valença precisa avançar muito e acredito que no Guaibim esse é o pontapé inicial”, destacou Klayton, representante do empreendimento.
Durante muitos anos, o tal Hospital Regional do Baixo Sul foi daqueles assuntos que apareciam em discurso político, reunião, promessa de campanha e conversa de bastidores… mas que quase nunca saía do papel. Era o tipo de projeto que o povo já escutava falar e pensava: “Será que um dia isso acontece mesmo?”
Pois desta vez parece que a coisa é para valer.
As obras do Hospital e Maternidade Costa do Dendê, em Valença, seguem em ritmo acelerado e já representam um dos maiores investimentos públicos da história da região. São mais de R$ 160 milhões, recursos garantidos através do Novo PAC, que começam a transformar em realidade um sonho antigo de milhares de famílias do Baixo Sul.
E não se trata de uma obra qualquer. Quando estiver pronto, o hospital deverá fortalecer toda a rede pública de saúde da região, atendendo não apenas Valença, mas diversos municípios do Baixo Sul que hoje enfrentam dificuldades para encontrar atendimento especializado mais perto de casa.
Hoje, muitas famílias ainda precisam percorrer longas distâncias até cidades maiores em busca de atendimento hospitalar mais complexo. Com a nova unidade, a expectativa é que grande parte dessa demanda seja absorvida na própria região, garantindo mais rapidez no atendimento e mais dignidade para quem precisa do SUS.
A previsão é que o hospital seja entregue em 2027, consolidando um projeto que envolve a parceria entre o Governo Federal, o Governo do Estado da Bahia e a Prefeitura de Valença. Uma união de esforços que mostra que, quando as esferas de poder caminham na mesma direção, as coisas acontecem.
No fim das contas, o Hospital Costa do Dendê não é apenas mais uma obra pública. É um marco para a saúde do Baixo Sul.
Porque hospital não é luxo. É necessidade.
E se tudo seguir no ritmo que as obras estão avançando, o Baixo Sul pode finalmente deixar para trás a época em que hospital regional era apenas promessa de palanque.
Quando se fala em obras públicas, a população costuma medir resultados com algo muito simples: aquilo que dá para ver e sentir no dia a dia. Em Valença, um dos sinais mais visíveis da atual gestão tem sido o avanço da pavimentação em diversos bairros da cidade.
Em apenas um ano de administração, mais de 25 ruas já foram asfaltadas, um número que chama atenção e que, na prática, representa quase uma rua asfaltada por mês ao longo do período.
O resultado é percebido por quem mora nas localidades beneficiadas e também por quem circula diariamente pela cidade. Onde antes havia poeira no verão e lama no inverno, agora há vias mais seguras, melhor mobilidade e mais qualidade de vida para a população.
Progresso que chega aos bairros
As obras de pavimentação têm se espalhado por diferentes regiões do município, levando infraestrutura para áreas que aguardavam melhorias há muitos anos.
O impacto vai muito além da estética urbana. O asfalto melhora o tráfego de veículos, facilita o transporte público, valoriza os imóveis e traz mais conforto para os moradores.
Valença vai passar por uma verdadeira “faxina urbana” nas próximas semanas. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Mobilidade e Ordem Pública e com o apoio do Departamento Municipal de Trânsito, anunciou o início de uma grande operação para identificar, notificar e remover veículos abandonados nas vias públicas do município.
A iniciativa tem um objetivo claro: melhorar a mobilidade urbana, aumentar a segurança de motoristas e pedestres e devolver às ruas o espaço que pertence à circulação das pessoas e não a carcaças esquecidas pelo tempo.
Pela operação, os veículos encontrados em estado de abandono nas vias públicas serão devidamente notificados. Após a notificação, os proprietários terão até 72 horas para retirar o veículo do local. Caso o prazo não seja cumprido, o automóvel poderá ser removido e encaminhado ao Depósito Municipal de Veículos.
Um problema que vai além da estética
Muita gente imagina que um carro abandonado seja apenas um problema visual, mas na prática ele causa uma série de transtornos para a cidade.
Além de poluir a paisagem urbana, veículos abandonados acabam se transformando em pontos de acúmulo de lixo, abrigo para insetos e animais transmissores de doenças e até obstáculos perigosos para o trânsito. Em ruas mais estreitas ou em esquinas, esses veículos podem reduzir a visibilidade e aumentar o risco de acidentes.
Ou seja: aquele carro parado há meses na mesma vaga pode parecer inofensivo, mas na verdade contribui para desorganizar o trânsito e comprometer a segurança urbana.
Participação da população será fundamental
A Prefeitura também está convocando a população para participar do processo de organização da cidade. Moradores que identificarem veículos aparentemente abandonados podem ajudar informando a situação à Ouvidoria Municipal, através do telefone 0800 071 4346.
Essa colaboração da comunidade é essencial para que a operação alcance mais bairros e resolva problemas que muitas vezes passam despercebidos pela fiscalização.
Organização da cidade é responsabilidade de todos
De acordo com o diretor do Departamento Municipal de Trânsito, Varne Negreiro, a iniciativa vai além da simples remoção de veículos.
Segundo ele, a ação também busca conscientizar a população sobre a importância de manter os espaços públicos organizados.
“O nosso objetivo não é apenas remover veículos, mas estimular uma cultura de cuidado com a cidade. Quando as vias estão livres e organizadas, todos ganham: motoristas, pedestres e moradores”, destacou.
Uma Valença mais organizada
Medidas como essa mostram que a organização da cidade não depende apenas de grandes obras, mas também de ações práticas do dia a dia.
Retirar veículos abandonados das ruas significa mais mobilidade, mais segurança, menos riscos à saúde pública e uma cidade visualmente mais agradável.
No fim das contas, cuidar da cidade é um compromisso coletivo. E, quando poder público e população caminham juntos, quem ganha é toda Valença. 🚗🏙️
Se quiser, também posso adaptar essa matéria para o estilo mais opinativo do Blog do Pelegrini, com um pouco mais de tempero crítico e ironia.
O município-arquipélago de Cairu deu mais um passo importante para o fortalecimento do turismo local. Nesta quinta-feira (12), foi realizada na Câmara de Vereadores, a cerimônia de posse dos membros do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), instância estratégica para a construção participativa das políticas públicas voltadas ao setor.
Durante o ato, também foi oficializada a criação do Fundo Municipal de Turismo, instrumento que permitirá ampliar investimentos e fortalecer ações voltadas ao desenvolvimento sustentável do destino, referência turística na Bahia.
A solenidade contou com a presença do prefeito Hildécio Meireles, do presidente da Casa Legislativa Pikui Damascena, secretário municipal do Turismo Cláudio Brito, do gerente regional do Sebrae Carlos Henrique Oliveira, vereadores, além de representantes do poder público, iniciativa privada e sociedade civil.
Na ocasião, o prefeito anunciou ainda a chegada de Alexandre Pereira, ex-secretário do Turismo de Fortaleza (CE), à equipe de trabalho do município. Ele passa a atuar como consultor, contribuindo com sua experiência na gestão turística e no planejamento estratégico para fortalecer o posicionamento e a competitividade do arquipélago nos cenários nacional e internacional.
De acordo com a gestão municipal, a criação do Conselho e do Fundo Municipal de Turismo reforça o compromisso da Prefeitura de Cairu com o planejamento do setor, ampliando a participação institucional e garantindo melhores condições para investimentos em infraestrutura, qualificação e promoção do destino.
Com iniciativas estruturantes e planejamento contínuo, Cairu segue avançando no fortalecimento do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de oportunidades e valorização das potencialidades do arquipélago.
Composição do Conselho Municipal de Turismo de Cairu – COMTUR, para o biênio 2026-2028
REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL ACEC – Associação Comercial e Empresarial de Cairu Titular: Jackson Fernandes Suplente: Daniel Karrer
APLPIT – Associação dos Proprietários de Lanchas de Passeios Volta à Ilha de Tinharé Titular: Franklin Nelby Santiago Rosário Suplente: Thaís da Cruz Santos
ACOBATUR/ASSISTUR – Associação dos Condutores de Bagagem de Turismo Titular: Valdomiro da Silva Suplente: Ronan Nascimento Santana
ASCOEB – Associação Comercial e Empresarial de Boipeba Titular: Rodrigo Lima Ferreira Suplente: Aaron Gois Pinheiro
ACEZI – Associação Comercial Empresarial do Zimbo Titular: Adauto Caldas Suplente: Jackson Carvalho Santos
APEGA – Associação de Pescadores de Garapuá Titular: Antônio Carlos da Cruz dos Santos Suplente: Carlos Aguiar Coutinho Neto
AATB: Associação das Agências de Turismo de Boipeba Titular: Thaysmara Lindalva de Oliveira Barbosa Suplente: Sílvio Rosa dos Santos
ASMOGAM – Associação dos Moradores da Gamboa Titular: Roque Porcino dos Santos Suplente: Rodolpho Orsini Filho
ATNG – Associação de Transporte Náutico de Boipeba Titular: Alda Santana Silva Suplente: Wilma Menezes
REPRESENTANTES DO PODER PÚBLICO SEOP – Secretaria de Ordem Pública Titular: Hermes Moreira da Silva Neto Suplente: Elinalva Souza Santos
SEDES – Secretaria de Desenvolvimento Sustentável Titular: Vanessa Meira Guedes Fonseca Suplente: Petrusca Netto Mello
SEDUC – Secretaria Municipal da Educação Titular: Deise Pinto Souza Suplente: Iara Gonçalves dos Alves
SETUR – Secretaria Municipal do Turismo Titular: Cláudio Márcio de Jesus Brito Suplente: Michele Costa Dahlmann
SEINFRA – Secretaria Municipal de Infraestrutura e Planejamento Urbano Titular: Maurício Sena Suplente: Jorimar Jorge Souza Brito
SEMOSP – Secretaria Especial de Administração do Morro de São Paulo Titular: Eloi Alves Neto Suplente: Kananda Galvão
PROJU – Procuradoria Jurídica do Município Titular: Tássia Oliveira Souza Spósito Suplente: Mirna Enoy Ainsworth de Matos
SECULT – Secretaria da Cultura Titular: Cíntia Braga Palma Suplente: José Roberto dos Santos Hormínio
SEFAZ – Secretaria Municipal da Fazenda Titula: Anilton Rosa Marques Filho Suplente: Taiara Souza
O Brasil definitivamente virou um país surpreendente. Não basta ter ex-presidente condenado por tentativa de golpe de Estado. Agora também tem gente tentando transformar a cadeia em ponto oficial de visita diplomática.
Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, um conselheiro ligado ao ex-presidente americano Donald Trump tentou articular uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso em Brasília. A ideia era simples: passar lá, trocar uma prosa política e, quem sabe, sair dizendo que Bolsonaro continua sendo uma liderança internacional.
Só esqueceram de um pequeno detalhe: cadeia não é embaixada.
O pedido chegou ao Supremo Tribunal Federal, nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, que inicialmente analisou o caso, mas depois voltou atrás e negou a visita.
O motivo é quase didático: permitir que um assessor político estrangeiro visite um preso por tentativa de golpe poderia ser interpretado como interferência externa em assuntos internos do Brasil.
Em outras palavras, o que alguns bolsonaristas chamariam de “solidariedade internacional”, qualquer diplomata com dois neurônios chamaria de intromissão política.
O clube internacional da extrema direita
O episódio também revela uma verdade curiosa: enquanto muitos bolsonaristas juram defender a soberania nacional, vivem comemorando quando figuras da extrema direita internacional aparecem para defender Bolsonaro.
Se um assessor de Trump resolve aparecer por aqui para visitar um ex-presidente preso por atacar a democracia brasileira, de repente surgem discursos inflamados sobre “apoio internacional”, “liderança global” e outras fantasias dignas de grupo de WhatsApp.
É uma soberania curiosa: quando convém, vale até pedir reforço estrangeiro.
A realidade é menos heroica
O problema é que, fora da bolha digital, o mundo real funciona de outro jeito. Bolsonaro não é um “perseguido político internacional”. Ele é um ex-presidente condenado por tentativa de golpe contra o próprio país.
E cadeia, por mais que alguns tentem romantizar, não é local para reunião de aliados ideológicos vindos do exterior.
Moral da história
No fim das contas, o conselheiro de Trump não vai visitar Bolsonaro. E a tentativa frustrada revela bem o momento político de certos setores da direita brasileira.
Enquanto tentam transformar um presídio em palco de diplomacia ideológica, o resto do país segue lidando com a realidade.
E a realidade é dura: não existe narrativa capaz de transformar tentativa de golpe em agenda internacional.
Muito menos transformar cela em gabinete político.
Na política, volta e meia surge uma dessas jogadas que deixam qualquer observador coçando a cabeça e olhando para o tabuleiro como quem tenta entender um lance inesperado no xadrez. É o caso do deputado Raimundo Costa.
Até pouco tempo atrás, Raimundo estava no Podemos, onde muita gente calculava que ele tinha algo em torno de 50% de chances de reeleição. Não era uma garantia, claro, mas havia um caminho razoável. Eis que o deputado resolve trocar de casa e desembarca no PSD, um partido bem mais musculoso, onde sua chance, segundo analistas mais atentos, cairia para algo perto de 10%.
A pergunta que ecoa pelos corredores da política regional é simples: por quê?
Quem acompanha a trajetória de Raimundo sabe que ele sempre preferiu partidos menores, onde poderia brigar pelo topo da votação e garantir a sobrevivência eleitoral. Era a estratégia clássica de quem conhece as regras do jogo. Desta vez, porém, parece que alguém resolveu embaralhar as cartas.
Existem duas hipóteses circulando nas rodas de café da política. A primeira é que o deputado esteja confiante demais na própria reeleição. A segunda, mais comentada nos bastidores, é que a aposta seja outra: ficar na suplência e aguardar que algum titular vire secretário, ministro ou ocupe cargo no governo, abrindo a porteira para assumir o mandato sem precisar enfrentar a dureza das urnas.
Seria interessante ver algum analista político destrinchando esse movimento. Porque, olhando de fora, a conta não fecha com facilidade.
Principalmente quando se observa a caminhada do deputado nos últimos três anos. Por aqui, em Valença, sua presença tem sido cada vez mais rara. Dizem que mora no Tento, mas, pelo visto, as ruas do bairro andam com saudade do deputado.
Enquanto isso, do outro lado da arena, o prefeito Marcos Medrado segue naquele ritmo que a cidade já conhece: obra, entrega, agenda, evento e presença constante. Quando um grupo político está com a máquina política funcionando a vapor, quem aparece pouco corre o risco de virar apenas lembrança eleitoral.
No fim das contas, fica a dúvida que muita gente anda fazendo nas esquinas e nas redes: Raimundo Costa está fazendo um movimento genial que ainda ninguém entendeu… ou apenas apostando alto demais em um jogo que pode terminar sem cadeira?
Na política, como sabemos, às vezes o cálculo é estratégia. Outras vezes… é só um salto no escuro.
Uma análise publicada pelo site Informe Baiano aponta que a próxima eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia pode provocar uma renovação superior a 38% das cadeiras. Em outras palavras, muita gente que hoje se sente confortável na poltrona da ALBA pode ter que começar a procurar outro endereço político depois da eleição.
Esse tipo de cenário costuma abrir espaço para nomes novos, aqueles que chegam com discurso de renovação e conseguem capturar o sentimento do eleitorado cansado da velha política.
E quando olhamos para o Baixo Sul, dois nomes aparecem nesse tabuleiro: Rafa de Hildécio e Leo de Neco.
Rafa pode ir além do que muitos imaginam
Nos bastidores, há quem diga que Rafa de Hildécio pode ser uma das surpresas dessa eleição. Jovem, ligado diretamente à gestão do prefeito Hildécio Meireles, ele vem ampliando articulações e ganhando visibilidade política na região.
Num cenário de renovação forte, candidaturas com perfil mais novo e com base administrativa estruturada costumam crescer durante a campanha. E é justamente aí que Rafa pode superar as expectativas iniciais e se tornar um nome competitivo na disputa por uma cadeira na Assembleia.
Já Leo de Neco enfrenta maré mais agitada
Do outro lado da história está Leo de Neco, que apesar de ter base política construída ao longo dos anos, entra na disputa em um ambiente menos favorável.
A política, como se sabe, não perdoa desgaste, divisões internas nem excesso de confiança. E quando o vento da renovação sopra forte, alguns barcos conseguem avançar… enquanto outros correm o risco de ficar à deriva.
Eleição pode redesenhar o mapa político
Se a previsão de renovação acima de 38% realmente se confirmar, a eleição para a Assembleia Legislativa da Bahia promete mexer bastante com o tabuleiro político do estado.
E no Baixo Sul, a disputa pode terminar contando uma história curiosa: um nome jovem crescendo além do esperado e outro tentando remar contra a corrente.
Na política, como diz o velho ditado dos bastidores, urna não tem memória… mas tem senso de oportunidade.
Deus abençoe sua vida vcs
Alguns políticos dão propinas as pessoas q agendam os exames , os quais a população tem direito a esses exames…
Esse tal secretário é Davi Guimarães, filho da prefeitura ( que tem secretários ( Marido, filha e filho) A tal…
Digo, após anos dessa matéria: O referido padre... Josival Lemos Barbosa destruiu a aparóquia que esteve em São Paulo de…
Aqui no Morro o pier está interditado há meses, e quem administra é a empresa D'attoli , 🤷🏼♂️
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