RAFAEL MAGALHÃES CONFIRMOU SEU NOME COMO PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE VALENÇA

Finalmente conseguimos um encontro com o delegado Rafael Magalhaes, que nos confirmou que o seu nome é de fato, uma possibilidade concreta para a disputa do pleito municipal que se aproxima.

Na oportunidade, esclareceu que o MDB faz questão de ter candidato próprio na majoritária (prefeito), de modo que seu nome, até mesmo por ser o representante do partido no âmbito municipal, é visto com bons olhos pelo líder estadual da legenda (o presidente de honra Lúcio Vieira Lima)

Afirmou que essa possibilidade, no entanto, não significa que o partido esteja fechado para conversas com demais lideranças locais.

Por fim, acrescentou que o certo é que o MDB terá um candidato disputando a eleição pelo 15, legenda que, segundo informa, tem projetos importantes para o desenvolvimento da cidade e do povo valenciano.

A CONVITE DE JAIRO, GOVERNADOR JERÔNIMO VIRÁ PARA A TRADICIONAL LAVAGEM DO AMPARO

Jairo vai trazer Jerônimo para a Lavagem do Amparo

O prefeito Jairo Baptista encontrou-se com o assessor do governador Adolpho Loyola e o deputado Roberto Carlos para diálogo sobre as obras do Governo em Valença, que foram protocoladas na Conder; alinhamento entre o Governo do Estado, gabinete do deputado Roberto Carlos e prefeito Jairo.

O governo também fechou com Jairo o apoio para a sua reeleição, e ele se torna o candidato natural do Governo.

GOVERNADOR ACEITOU O CONVITE DE JAIRO PARA A LAVAGEM

E como dizem: “festa muita, ainda é pouco”, o governador aceitou o convite de Jairo e mandou confirmar sua vinda para a tradicional Lavagem do Amparo, o que deve aquietar o facho dos que se dizem que o governador não apoiará o prefeito.

CANDINHA SE ENFURECE COM BLOGUEIRO POR TER REVELADO SEUS GOLPES BAIXOS

“Quem não deve não teme”, mas quem deve tem que arcar com as consequências, Candinha se enfureceu com nossa matéria porque sempre bateu abaixo da linha de cintura, ela é perversa e sempre gostou de usar esses golpes baixos.

Continue a falar suas besteiras, Candinha, porque nós não vamos deixar passar nada, toda sujeira que você fizer nós vamos mostrar, porque seu programa de rádio não tem audiência e o povo precisa conhecer suas propostas, para não cair em seus golpes.

CONSELHEIRO TUTELAR VAI PAGAR R$ 8 MIL REAIS DE INDENIZAÇÃO POR ASSÉDIO SEXUAL, EM BRASÍLIA

Em 2019 um Conselheiro Tutelar assediou uma mãe de um garoto que precisou de acompanhamento psicológico e por isso ele vai pagar R$ 8 mil reais de indenização por esse assédio sexual.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) condenou o Governo do Distrito Federal (GDF) a indenizar uma mulher que foi vítima de assédio sexual do conselheiro tutelar do Riacho Fundo Néliton Portuguez de Assunção. Ela deve receber R$ 8 mil por danos morais.

O Conselheiro teria dito para a mulher: “Você desperta os meus instintos mais sacanas”. Ainda de acordo com o relato, o suspeito teria continuado com os assédios. “Se você trepar o tanto que é bonita, você é a mulher perfeita”.

A COVARDIA CONTRA MULHERES ESTÁ NO AR

O mundo tem que fechar as portas para os agressores de mulheres. O que Valença viu ontem em uma emissora de rádio contra a ex-prefeita de Valença Jucélia Nascimento é vergonhoso.

Colocaram um desses caras despreparados, para atacar a ex-prefeita, acusando-a de crimes que não provam, tudo em prol da candidatura de outrém.

Valença já esperava essa atitude do suposto pré-candidato a prefeito de Valença, pois ele não consegue pontuar bem nas pesquisas e por achar que a ex-prefeita está melhor tenta desqualificar usando essa gente.

Infelizmente os microfones de uma emissora que deveria servir para informar, virou arma de covarde que usa para agredir pessoas, principalmente, mulheres.

Ainda bem que a repercussão na cidade foi negativa para a emissora, ninguém aprovou a baixaria, quem ganha é o povo e quem perde são os que já estão derrotados.

Quem seriam Cosme e Damião, os médicos gêmeos da Antiguidade que se tornaram santos

Obra provavelmente do século 16 retrata o suposto transplante de perna que os santos teriam realizado de forma milagrosa

Eles integram a longa lista de santos católicos que ganharam o culto popular após o martírio, naqueles primeiros séculos em que o governo romano perseguia e executava cristãos. E, justamente porque não há documentação histórica, o que se sabe sobre eles é baseado na tradição, apenas.

Contudo, esta tradição é, sim, documentada. E começou há muito tempo, no coração de Roma. “A única coisa que sabemos historicamente sobre os dois é que o culto a eles, santos e mártires, começou entre o século 4º e o 5º. Há muita evidência sobre o culto”, explica à BBC News Brasil o vaticanista Filipe Domingues, vice-diretor do Lay Centre, em Roma, e professor na Pontifícia Universidade Gregoriana, também em Roma.

O escritor e teólogo J. Alves, autor do livro ‘Os Santos de Cada Dia’, ressalta à reportagem que a dupla faz “parte da vasta lista de mártires cristãos da Igreja primitiva” e que “viveram provavelmente entre o primeiro e o terceiro séculos da era cristã”.

Ele acrescenta que a memória deles só chegou ao tempo presente porque sempre houve o costume, dentro da Igreja, de “assinalar os nomes dos mártires” e “celebrar seus testemunhos de fé em Jesus” nas celebrações litúrgicas e no ofício divino. “No decorrer dos séculos e de acordo com a visão de cada época, a religiosidade popular recolheu, na mesma narrativa, ficção e fatos considerados genuinamente históricos, sobre suas vidas.”

“O ‘Martirológio Romano’ [catálogo de santos e mártires organizado pela Igreja Católica] é a melhor fonte para a prova da existência deles”, defende à BBC News Brasil o pesquisador José Luís Lira, fundador da Academia Brasileira de Hagiologia e professor na Universidade Estadual Vale do Aracaú, no Ceará. No livro, eles são apresentado como “mártires que, segundo a tradição, exerceram a medicina […] sem pedir nunca remuneração e curando a muitos com os seus cuidados gratuitos”.

Homem caído no chão
Legenda da foto,Obra de Gerard Seghers, do século 17, retratando Cosme e Damião

Eles também estão registrados na obra ‘Legenda Aurea’, conjunto de narrativas sobre a vida de santos reunidas, por volta do ano de 1260, pelo então arcebispo de Gênova, Jacopo de Varazze (1229-1298). O livro apresenta Cosme como um modelo para os outros, “ornado de virtudes”, “puro de todo vício”. E Damião como alguém que “teve comportamento manso e doutrina elevada”, além de ter sido “a mão do Senhor que cura como remédio”.

A mais antiga basílica dedicada aos santos, na região do Foro Romano, foi erguida no século 4º — há quem acredite que sua construção tenha começado no ano de 309, mas o outros a situam na primeira metade do século 6º. “É com base nisso que a gente pode voltar para trás para chegar à história deles, aí com base na tradição”, argumenta Domingues.

A maior parte dos relatos sobre eles diz que eram irmãos, e geralmente afirma-se que eram gêmeos. Acredita-se que eles tenham nascido onde hoje é a atual Turquia — ou, segundo algumas fontes, na região da Síria — e tenham atuado como médicos da época, perambulando e curando doentes. Com uma particularidade importante: não aceitavam pagamento por seus préstimos.

“É consenso, nas várias narrativas, que Cosme e Damião eram irmãos gêmeos e praticavam a arte da cura, ou seja, a medicina”, pontua Alves.

“Pela tradição, eram médicos cristãos marcados pela habilidade da profissão da medicina. E não recebiam nada em troca pelo trabalho”, corrobora à BBC News Brasil o pesquisador Thiago Maerki, associado da Hagiography Society, nos Estados Unidos.

Maerki explica que isso faz com que Cosme e Damião sejam integrados ao rol dos chamados “santos anárgiros”. “Anárgiro significa inimigo do dinheiro”, contextualiza. “Há uma tradição de santos que negavam o dinheiro, não aceitavam e combatiam a riqueza.”

Evangelização e perseguição

Essa atuação, em forma de caridade, era acompanhada de evangelização. “Ao cuidarem dos outros de forma gratuita, eles difundiam a fé cristã”, afirma Domingues. “Por causa disso, acabaram ficando conhecidos.”

Não necessariamente isso era uma coisa boa, naqueles tempos. A crescente popularização deles teria despertado o interesse do imperador Diocleciano (243-311), justamente o responsável pela mais sangrenta perseguição aos cristãos. Assim, Cosme e Damião teriam sido executados, como mártires, provavelmente no ano 300. Segundo o livro ‘Il Santo Del Giorno’, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini, a morte deles teria ocorrido na antiga cidade de Cirro, na Síria — hoje, em ruínas.

Alves diz que essa “grande fama” decorrente das curas “sem nada cobrar” contribuiu para atrair muitos “à fé cristã”. De acordo com sua versão, isso incomodou o governador de sua região e este haveria determinado a morte da dupla, depois de torturas.

Pintura antiga mostra dois homens com frascos
Legenda da foto,Representação dos santos médicos datada do início do século 16

A maneira como os dois foram mortos também conta com detalhes diferentes conforme o relato. Mas todos parecem concordar que, depois de eles sobreviverem a uma série de suplícios, acabaram sendo mortos com golpes de espada.

Descreve o ‘Il Santo Del Giorno’ que “condenados à lapidação, as pedras voltavam contra os perseguidores; foram colocados no paredão para que quatro soldados os atravessassem com setas, mas os dardos voltavam para trás e feriam a muitos, porém os santos nada sofriam”.

“Foram obrigados a recorrer à espada para decapitação, honra reservada só aos cidadãos romanos”, prossegue o livro.

Doces para crianças

Muitos conhecem São Cosme e Damião pelo hábito popular que relaciona a dupla a ideia de presentear crianças com doces, principalmente no dia a eles dedicado — anteriormente e, em alguns lugares ainda por tradição, o 27 de setembro; desde 1969, segundo a Igreja Católica, em 26 de setembro.

Domingues aponta que esse costume é tipicamente brasileiro — e uma das explicações seria pelo sincretismo deles com religiões de matriz africana. O teólogo Alves explica que os antigos escravizados no Brasil, como forma de camuflar suas crenças, passaram a asscoiar seus orixás crianças, os Ibeijis, que também são gêmeos, aos santos católicos Cosme e Damião.

Pintura antiga mostra homem com livro na mão
Legenda da foto,São Cosme, em pintura de Bartolomeo Vivarini, datada do século 15

“Na matriz religiosa africana, eles são filhos de Xangô e Iansã”, detalha. “Estão associados não apenas à força da natureza que faz brotar e sustenta a vida, mas também à festa, à alegria coletiva, ao divertimento e às brincadeiras infantis.”

Lira interpreta a tradição dos doces “quase como um ex-voto, ou seja, um agradecimento aos santos por um milagre”. “Como eles são venerados nas religiões, afro, nelas há um sentido de oferenda. Mas o importante é que, independentemente de religião, se oferece doces às crianças, e isso faz com que a tradição se perpetue”, acrescenta ele.

Interessante notar que se houve, no Brasil, um sincretismo dos santos católicos com os orixás do candomblé, há quem acredite que a origem mítica de Cosme e Damião tenha a ver com outro sincretismo: o dos deuses pagãos do mundo antigo com o cristianismo ainda em fase inicial.

“No século 6º havia uma forte tendência de adaptar certos cultos pagãos para o cristianismo. Segundo alguns estudos, foi nessa época que houve a transposição da veneração de algumas figuras ligadas à tradição da medicina e da cura, para os santos cristãs”, diz Maerki. “A ideia dos médicos santos e mártires teria sido uma espécie de adaptação dessa tradição pagã de veneração de divindades de cura.”

Entre as figuras que teriam inspirado tais narrativas, está o deus helenístico-egípcio Serápis e Esculápio ou Asclépio, o deus da medicina tanto na mitologia grega quanto na romana.

Pintura antiga mostra homem com instrumentos na mão
Legenda da foto,São Damião, em pintura de Bartolomeu Vivarini, datada do século 15

Cura milagrosa

Se eles realmente atuavam como médicos ancestrais, em um tempo de parcos conhecimentos, é de se imaginar como isso acabava garantindo um terreno fértil para narrativas milagrosas. E, ao longo dos séculos, esses relatos cresceram em proporção e em detalhes.

Maerki destaca um dos mais famosos, o do transplante de uma perna. Uma das versões afirma que teria ocorrido já após a morte da dupla, depois que um sacristão acometido de hanseníase havia sonhado que era curado pelos santos. Outra narrativa conta que o suposto milagre teria sido praticado pessoalmente pelos dois, em vida.

“O sacristão padecia da enfermidade e sua perna estava toda corroída”, relata Maerki. “Os irmão então teriam amputado sua perna apodrecida e transplantado no lugar o membro de um africano que havia morrido há pouco.”

Pintura antiga mostra dois homens
Legenda da foto,Ícone ortodoxo dos santos Cosme e Damião, de autoria desconhecida

Texto original da BBC News

“VIVER NO OROBÓ HOJE É FÁCIL, DIFÍCIL ERA NOS ANOS 60, 70, 80 E 90”

Por Marcel Fonsêca

Bom dia, Pelé, Conterrâneos, e em especial para o Vereador Diro. O que dizer sobre as afirmações do nobre Vereador? Vamos comentar e pontuar suas afirmações.

É fácil, depois das obras em andamento, afirmar que estas não são frutos de administração e sim da união das pessoas que ali vivem, desenvolvem e exploram a agricultura, principalmente quando a evolução do local se consolida em benefícios nas obras públicas.

Viver no Orobó hoje é fácil, difícil era nos anos 60, 70, 80, 90… quando a chegada até uma fazenda se fazia como se estivéssemos vivendo um rally, andávamos de Jipe Willys, pick-up Bandeirantes… em alguns lugares se descia e subia ladeira com o carro de lado, tamanha condição imprópria para condução.

Pontes de madeira desafiavam os caminhões carregados de Cravo da Índia, Pimenta do Reino e Guaraná, culturas mais cultivadas naquela época.

Todos reclamavam das condições das estradas, mas todos trabalhavam e muitas vezes movidos não pelo lucro, eram movidos pela ilusão do lucro, o lucro de verdade sempre ficou com os intermediários, pior ainda eram para os trabalhadores rurais, que dependiam dos donos das terras até para se locomoverem para Valença no dia da feira. Com tantos motivos para desistir, as pessoas conseguiram se firmar na terra e felizmente vivi para ver melhorias.

Se o nobre vereador acredita que só a vontade das pessoas que vivem nesta Zona Rural poderia mudar algo como está mudando, por que só agora temos as obras? E torço para que sejam de boa qualidade e definitivas, não seja simplesmente uma borra de asfalto que se transformará em estrada esburacada, muito pior que o escorregar do barro, que o posto de saúde tenha realmente assistência e a escola seja realmente educadora.

Quero perguntar ao Nobre Vereador, o que a comunidade fez quando a entrada do Orobó, ali onde existia uma represa, não sei se ainda existe e se existe em que condições está, que quando saiamos das fazendas de meu pai e de meu tio Ariovaldo Fonsêca, nos refrescávamos antes de chegar em casa, era maravilhoso o banho ali.

A fazenda não sei como está agora, mas alguém se locupletou com o dano ambiental, com o lixão, não tenho notícias de como foi resolvido este problema grave.

Quando for visitar Valença, farei visita ao Orobó, quero reviver a aventura de desbravar aquele local repleto de lembranças do meu pai e meu tio.

Mais valorização mesmo do povo agricultor está na hora de apurar lucro com o seu investimento e trabalho, tanto meu pai, quanto meu tio Ariovaldo, eram pessoas que enxergavam na Agricultura uma boa fonte de renda para o Município de Valença e Região, tinham suas safras vendidas mais caras por causa do cuidado com a qualidade do produto final, toda nossa safra era de primeira qualidade, infelizmente o custo para fazer um produto de excelência não se convertia no lucro almejado, até porquê, com o preço baixos pagos pelos atravessadores, não estimulava que todos seguissem a linha da produção de produto de excelência para exportação, então, mesmo que fizéssemos todo esforço para produzir melhor, nossa produção não servia para aumentar o valor do produto de nossa Zona Rural, só servia para ser misturado aos produtos daqueles que misturavam folhas e galhos, terra e até pedras, visando melhorar um produto ruim para um produto de segunda categoria.

Com tudo isso ocorrendo, meu pai que era perfeccionista, alertava tanto os agricultores, quanto os intermediários, que este tipo de comportamento era danoso para os agricultores e para o município.

Podem perceber que o narrado até aqui foi a causa de muitas vezes que os agricultores passaram por crises, foi o resultado de qualidade inferior de nossos produtos de exportação agrícola competindo com outros países fornecedores que faziam com mais zelo e melhor qualidade. Tudo isso fruto de ganância de alguns e que prejudicavam todos, numa política comercial errada.

A ciranda da qualidade passa por financiamento, seguro, assistência técnica, produtividade e remuneração honesta, que é o verdadeiro prêmio para o agricultor, que é a liberdade econômica buscada, irrigada com o suor de sua face e daqueles que lhes ajudaram na labuta diária do campo.

Então, muitos alertas feitos por José Antônio da Fonsêca, marinheiro, Valenciano perfeccionista, fotógrafo, que investiu no comércio em padaria, cinema, cassino, livraria e tipografia, fábrica de velas artesanais, pesca, agricultura e cunicultura (me apoiando), servidor público e que era um homem muito além do seu tempo, defendia a ideia da criação de um selo de qualidade para destacar os produtos tipo exportação de nossa região, para dar um exemplo, tenho hoje 56 anos e ele defendia esta ideia quando eu tinha ainda 13 anos, ele nunca lutou contra os intermediários, até porque não era o melhor a fazer, vez que, eles eram as pontes, eles recebiam dinheiro adiantado para financiar a compra dos produtos da região e ditavam o valor dos produtos, e não existia a possibilidade que temos hoje da informação na ponta dos dedos, quando saímos da condição de simples agricultores, podendo verificar o valor dos produtos em tempo real no seu telefone e escolher para quem vender sua safra.

Meu nobre Vereador, a estrada, a escola, o posto de saúde eram obrigações de todos os políticos que passaram pela prefeitura, não só dos prefeitos, sim também eram dos vereadores, dos governadores, dos deputados e congressistas.

Por que não foi feito antes? Será que a comunidade só acordou com Jairo ou a população do Orobó não era importante para as gestões anteriores? Não vamos tirar o mérito do Prefeito e até dos políticos que o ajudaram e ajudam na administração.

Vamos lembrar que muito dinheiro do nosso Município foi parar nos bolsos da corrupção ou o nosso povo não conhece os casos de enriquecimentos meteóricos? Onde estão os defensores de Valença, facilmente comprados com migalhas?

Eu tenho convicção que sem o conhecimento de causa, os gestores não têm condição de governar para todos, para isso temos os vereadores, que legislam, fiscalizam e até fazem parte da Gestão, como ocorrem todas as esferas administrativas, porque só assim, levando benefícios diretos, se firmam na política e galgam postos de maior destaque na liderança política, aí sim, se locupletando da ignorância política dos eleitores em que acreditam piamente que a obra é do político e não da população.

Os políticos são eleitos para trabalhar em função dos anseios da população e não da defesa de sua permanência política, que não é crime, mas acabam por transformar um ideal político em carreira política, visando muitas vezes a garantia do salário, dos benefícios diretos e indiretos, do toma lá dá cá, sem vergonha alguma.

Muitos até crimes cometem e com uma cara de pau deslavada ainda circulam na sociedade, que ao invés de expulsá-los, ainda dão oportunidade para que voltem a cena política.

Quero salientar que nem todos os políticos julgados são criminosos, até porque neste país, basta se criar uma mentira, contar ela muitas vezes e esta se transforma em “realidade” e processos, aqueles que fizeram a criação geralmente saem impunes, coisa que tem tendência de mudar.

A vida política vicia, se não levada a sério corrompe, uma vez corrompida lesa a população, população lesionada é população enfraquecida, uma vez enfraquecida servirá como massa de manobra facilmente orientada por discursos cheios de Programação Neuro Linguística e daí por diante fica fácil convencer, escravizar e até matar, como vimos durante a pandemia do Covid-19.

Sou Valenciano, tenho meus princípios forjados nesta terra, tenho tentado fazer alguma coisa por Valença, nunca tive oportunidade de mostrar um trabalho de relevância, nunca pedi nada para minha família. O que posso fazer é dar palpites, tentar de alguma forma instruir, abrir olhos.

Quanto a população do Orobó, fiscalizem os benefícios que estão chegando, sejam os verdadeiros cuidadores destas obras, não se iludam com promessas de quem quer que seja, time que está ganhando não se muda.

Fiscalizem prefeito, vereador, terceirizados, servidores e oportunista, fundem associações, cooperativas, selos de qualidade, esperar que um político faça por vocês não é a melhor ideia, pelo contrário, façam o que o Vereador afirmou, lutem pela melhoria, busquem consultorias, escolham líderes de verdade, não dê ouvidos a aqueles que batem nas suas costas e te iludem com discursos vazios.

Meu Nobre Vereador, o verdadeiro político é aquele que leva benefícios para a população através de ações e não dos discursos, não estou te acusando de nada, serve a frase para todos os políticos, eleitos ou não.

Peguei esta postagem do Pelé para dar uma visão mais ampla do que devemos almejar, devemos aparecer para o mundo e não para atravessadores e especuladores.

Grande abraço a população do Orobó, para o Vereador Diro e para os eleitores do Blog do Pelegrini.

NILO PEÇANHA: CARLOS AZEVEDO É O “REI” DE SÃO FRANCISCO, UMA MULTIDÃO FOI RECEPCIONÁ-LO NA FESTA DA LAVAGEM

Cercado por amigos e apoiadores, Carlos se emocionou com o carinho recebido do povo

Neste domingo (24), pré-candidato a prefeito de Nilo Peçanha, Carlos Azevedo, foi à Lavagem de São Francisco como faz todo ano, participar da festa do Padroeiro da comunidade que leva o mesmo nome do seu padroeiro.

O povo preparou uma recepção calorosa para receber o amigo e ex-prefeito de Nilo Peçanha. Centenas de pessoas estiveram na lavagem de São Francisco para dar as boas vindas ao grupo do ex-prefeito.

A surpresa de Carlos foi grande quando viu aquela multidão o esperando para recepcioná-lo, adultos, jovens e crianças expressavam muita alegria com a sua presença.

Carlos fez muito pelo Povoado de São Francisco e as pessoas são gratas por isso, não esquecem suas ações por lá, por isso teve essa receptividade tão calorosa.

“Amigos, me sinto renovado com a energia do meu povo de São Francisco. Eu tinha certeza que seria bem recebido, por isso quero agradecer cada gesto de carinho e atenção de todos os moradores de São Francisco” disse emocionado.

Fonte: Cidade News