O radialista afirma que o “Bolsa Famíla” cria verdadeiras colônias de preguiçosos
Uma das coisas que mais me me deixa triste no mundo da comunicação é ver pessoas que eu sempre acreditei, respeitei e no fim me surpreende com atitudes mesquinhas, me decepcionando por completo.
Pior é que a gente está sempre dando os descontos para tentar continuar acreditando nas pessoas para ver se conseguimos esquecemos as decepções do passado. Mas não adianta.
Fiz um comentário sobre aqui sobre as falas do radialista Marcos Medrado onde ele diz claramente que é contra o “bolsa família”, não sei se foi por falta de informação ou se foi para agradar a bolsonaristas.
Nesse comentário reproduzi o que o pré-candidato falou no seu programa, com um detalhe: não fui a fundo nas falas dele apenas pincelei por cima, porque o que ele fala é muito mais grave.
Eu poderia encerrar esse assunto se houvesse sensatez por parte deles, e o pré-candidato Marcos Medrado tivesse a humildade de se retratar no ar pela gafe que cometeu, falando contra uma programa da importância do Bolsa Família para as pessoas pobres do Brasil.
Também poderia encerrar o assunto se não fosse taxado de ser mentor de fake news. Não produzo fake news o que o radialista falou está na censura do rádio, é só pegar e ouvir para tirar as dúvidas.
Vou agora narrar tudo o que aconteceu no ar e mostrar para esses sabujos que, não tem argumento aí inventa história por falta de competência e a verdade transborda, cobrindo a mentira que é fraca.
A pauta foi abordada por Rodrigo Mário, quando ele anuncia que o Programa Bolsa Família aumentou para R$ 800,00 e o âncora revoltada fala: “é melhor ter filhos e não trabalhar mais, eu não sou a favor disso não”.
Rodrigo ainda fala que tem empresário “P” da vida por que o bolsa família aumentou e ninguém quer mais trabalhar. E o âncora dá apoio aos supostos empresários: “sou a favor deles, você não encontra ninguém querendo trabalhar para vender uma diária de 60 ou 70 reais, porque o Bolsa Família paga mais”, falou Medrado.
Não satisfeito por falar mal do bolsa família, o âncora ainda reforça sua indignação contra o Bolsa Família dizendo que: “com isso está se criando uma colônia de preguiçosos”. Mostrem-me aí, onde está a fake news.
Daí em diante o programa continuou na pauta de barbaridades, falando inclusive em cortar benefícios para mães que tivessem mais que dois filhos.
Não, não faço fake news, apenas comento os absurdos que vejo e ouço para tentar alertar as pessoas dos precipícios que estão caminho.
O pré-candidato aparece em uma foto do seu Instagram dando positivo, em sinal de que está tudo bem
Eu soube que o pré-candidato a prefeito de Valença Claudio Queiroz, teve um pequeno problema de saúde e precisou ser internado para uma avaliação mais detalhada.
O pré-candidato em suas redes sociais não esclareceu sobre seu problema: “Graças a Deus e aos cuidados da equipe do @diogofcazevedo estou recuperando super bem, para logo poder voltar ao cumprimento do propósito Dele”, escreveu em suas redes sociais.
O plano era fazer uma sobremesa que, entre a família e os amigos, já tinha se tornado clássica: cream cheese, creme de leite, goiaba cascão e – a estrela do prato – taboca. A receita havia sido criada pelo fotógrafo e jornalista Giácomo Mancini, 69 anos, há pelo menos uma década, quando participava de uma confraria em que amigos se reuniam para inventar novos pratos.
Ele só não imaginava que, ao tentar reproduzir a receita mais uma vez, no início do mês passado, tivesse um problema: encontrar taboca em Salvador. Começou, assim, uma peregrinação em busca do biscoito que, pelo Brasil, recebe nomes como biju, chegadinho, cavaquinho e cavaco-chinês. “Eu achava com facilidade na Rua Lucaia, mas acabou o cruzamento. Botei na internet, nos stories (do Instagram) perguntando e um amigo me disse que, no fim de linha da Boca do Rio, teoricamente, acharia fácil. Não achei nenhum”, conta.
No fim de linha, ouviu de um taxista que era garantia de certeza achar no Mercado de Itapuã. “Me piquei para o mercado e lá, um cara disse: ‘no mercado? Aqui não. No máximo, tem um rapaz que passa aqui de vez em quando, mas não é toda hora’. Resultado: não achei”, conta.
Um mês depois, já em abril, ele continuava sem encontrar o biscoito. A saga de Mancini é uma alegoria para um contexto maior: o possível desaparecimento da taboca das ruas de Salvador. Se, antes, encontrar um vendedor com seu triângulo dependia muito do acaso e um pouco de sorte, agora parece mais um desafio quase impossível.
Entre 2015 e 2019, a gastrônoma e pesquisadora Laís Portela mapeou 19 vendedores de taboca em Salvador, em uma pesquisa que desenvolveu na Universidade Federal da Bahia (Ufba). Hoje, ela já recebe relatos que parte daqueles lugares já não têm nem sinal do biscoito. Na avaliação dela, o primeiro motivo por trás disso é a perda do hábito da alimentação de rua devido à urbanização.
“A gente não tem mais uma tradicionalidade urbana que de ficar sentado nas portas quando esse tipo de guloseima passava. Sorvete, pipoca, taboca. Tinha uma relação de aguardar porque sabia que a pessoa ia passar. Hoje, a gente pede comida. Não espera aparecer na rua”, explica.
Urbano
As mudanças na dinâmica da cidade provocam, indiretamente, outra consequência: boa parte dos mais jovens já não têm a imagem – ou mesmo a lembrança – do consumo de taboca. Na pesquisa de Laís, outro ponto identificado foi que pessoas com menos de 22 anos já não reconheciam o biscoito.
Para muita gente, a taboca tinha virado uma ‘comida de infância’. Se tornou o item nostálgico para uma geração que, hoje, já está na casa dos 30 anos. A cada geração seguinte, esse referencial de tempo já fica mais distante ou mesmo impossível.
“O produto acaba perdendo venda. Acho que falta um pouco desse cuidado com a comida de rua de Salvador”, avalia ela, que começou a pesquisa porque via que faltava representatividade para a taboca.
Nas redes sociais, que costumam ser mais buscadas pelos mais novos para encontrar serviços e produtos, é difícil localizar algum vendedor de taboca ou mesmo algum ponto fixo que tenha o biscoito. No Instagram, os poucos posts públicos sobre a guloseima são de consumidores. No TikTok, o algoritmo nem mesmo mostra o biscoito – provavelmente, pela falta de vídeos – e exibe conteúdos de ‘tapioca’.
Isso não quer dizer, contudo, que a taboca não tenha presença digital. Ela até tem, mas fora da Bahia – e sob outras alcunhas. Tanto no TikTok quanto no Instagram, por exemplo, é fácil encontrar conteúdos de ‘cavaco chinês’, nome pelo qual é conhecido em estados como Sergipe. No Instagram, dá até para comprar páginas de marcas que vendem cavaco chinês… em Aracaju.
É como se a taboca baiana tivesse deixado de passar por uma transição pela qual outras guloseimas que eram vendidas na rua passaram. Laís Portela cita o caso das cocadas, que já foram vendidas por pessoas que trabalham exclusivamente com o item. Atualmente, contudo, elas são encontradas facilmente em qualquer tabuleiro de acarajé.
“Antes, você não precisava ser baiana de acarajé. Tinha também o quebra-queixo, que era outra forma de cocada e que hoje não é encontrado dessa forma. Algumas transições foram se unificando com outras”, pondera.
Vendas
Em geral, a venda da taboca é separada da produção. O vendedor Jairo Lopes, 46, trabalha com a guloseima há 30 anos, sempre nas ruas da Pituba. Ele compra um pacote com quatro biscoitos por R$ 3 e vende a R$ 7, em uma produção caseira em Mirante de Periperi. A Avenida Suburbana, em especial, nas proximidades de Periperi, foi apontada pela maioria das pessoas ouvidas pela reportagem como o principal bastião da produção de taboca hoje.
Jairo tem a mesma rotina há três décadas: de sexta-feira a domingo, ele sai de casa às 10h da manhã e só retorna depois das 19h, depois de circular praticamente todas as ruas da Pituba. Sempre sai tocando o triângulo, que ainda é um dos principais símbolos de que a taboca chegou a cada rua. Ele tem dois irmãos na mesma faixa etária que também seguem o mesmo ofício.
Ele diz não ter percebido uma diminuição no número de vendedores nos últimos meses, porque não vende em outras áreas da cidade. Lembra, no entanto, de colegas de profissão que já abandonaram a taboca, devido à idade. Para Jairo, as longas caminhadas deixam os trabalhadores exauridos.
“O que mudou mesmo é que o pessoal antes comprava bastante, mas agora caiu mais. Num dia de sexta-feira, eu vendia 30, 40 (pacotes). Agora, tem dia que vem 20, tem dia que vende 15 e tem dia que vende 10”, conta.
Durante a semana, para complementar a renda, ele faz bicos de ajudante de pedreiro. Mas ainda acredita que vender taboca vale a pena. “Eu não estudei, não arrumei outra coisa. A gente começou muito cedo e é melhor do que ficar parado, porque vai fazendo um trocado. Tenho que levar o sustento para dentro de casa”, afirma ele, que não tem filhos e se diz também consumidor de taboca. “Como sempre”, acrescenta.
Covid
A pandemia foi um divisor de águas também, na avaliação da administradora e fotógrafa Fernanda Cabral, 42 anos. Moradora da Pituba há 20 anos, ela via os vendedores de taboca na rua quase semanalmente – em especial, nos fins de semana.
Desde a covid-19, porém, o cenário ficou diferente. “Até vir a pandemia, os via com frequência. Depois, eles sumiram”, comentou, quando conversou com a reportagem pela primeira vez, há um mês. Ela também estava tentando encontrar algum vendedor.
Antes, o lugar mais certo de encontrar era o cruzamento da Rua Pernambuco com a Rua Ceará. Três semanas depois, no fim de março, ela conseguiu encontrar um vendedor: ele estava com uma cesta de tabocas entre a Rua Pernambuco e a Avenida Manoel Dias da Silva.
No X, antigo Twitter, onde usuários costumam inclusive indicar profissionais e serviços, a maioria dos posts que mencionam a taboca é justamente de pessoas que querem comprar o biscoito. “Eu ainda consigo comprar taboca em algum lugar de Salvador?”, questionou uma usuária, em uma postagem pública, em fevereiro. As parcas respostas que davam alguma orientação citavam o semáforo perto da UPA dos Barris. Sem nome, contato ou endereço.
A reportagem conversou com dois chefs que costumavam usar taboca no passado – fosse para cardápios fixos, fosse para receitas pontuais. Nenhum deles tinha fornecedor fixo e ambos apontaram o cruzamento da Rua Lucaia com a Avenida Vasco da Gama como o local ao qual recorriam. Mas, se esse era um lugar certeiro de encontrar a taboca no passado, hoje o cenário é outro. O principal motivo citado foi a mudança na paisagem urbana. Com a implantação do sistema BRT, o cruzamento deixou de existir.
O mistério que ficou foi para onde os vendedores de taboca daquele ponto foram – se é que foram para outro lugar ou deixaram mesmo de vender o produto. “Antes, já tinha problema para encontrar. Não era toda hora que tinha. Uma vez, quis fazer a mesma receita e tive dificuldade de achar, mas quando já ia desistir, passei na Lucaia e, lá, tinha um rapaz vendendo”, conta Giácomo Mancini.
Produção de taboca tem desafios sociais na Bahia
Apesar de ser muito tradicional na Bahia, a taboca não é uma guloseima local. As prováveis origens remontam a Espanha, onde teria sido inventada, e a Portugal. Conhecida nos dois países, respectivamente, como barquillos e barquilho, ela teria sido trazida pelos europeus.
A pesquisadora e gastrônoma Laís Portela identificou que o primeiro registro da taboca no Brasil é de 1950, em Alagoas. De lá, foi se espalhando principalmente pelos estados do Nordeste, mas é consumida em todas as regiões do país. Foi assim que ganhou um nome diferente em cada lugar. Na Bahia, a guloseima virou taboca provavelmente pela influência do tupi, como é chamado o bambu na língua indígena.
Aqui, contudo, um dos grandes desafios para a produção da taboca é o aspecto social, na avaliação de Laís. Durante a pesquisa, ela teve acesso a alguns locais que fabricavam taboca. Era possível notar que a população de trabalhadores envolvidos no processo estava em situações de vulnerabilidade social e esse contexto, por vezes, levava a mudanças em ingredientes básicos da receita.
“Quando a gente vinha experimentar aqui em Salvador, parecia que tinha mais coisa, como um leve gosto de coco ou farinha láctea”, lembra.
De fato, era o que acontecia. A receita básica leva farinha de trigo, água e açúcar. No entanto, Laís identificou que, quando os produtores conseguiam vender bem, adicionavam outros ingredientes, como o coco, o leite de coco e até a farinha láctea.
Muitos dos trabalhadores se recusaram a participar da pesquisa por medo de ter algum problema com autoridades como as de vigilância. Para chegar ao formato da taboca, ela encontrou quem fizesse o biscoito até com cabo de vassoura, ao invés de moldes de ferro como é feito fora do Brasil.
“As pessoas faziam em situação precária, então talvez o medo fosse sobre o manuseio do produto. Talvez faltasse uma situação de aprendizagem de higiene na hora da produção. E, na pesquisa, muita gente dizia que não confiava na taboca (para comprar) porque tinha receio de não saber como tinha sido produzida”.
Em um dos locais visitados por ela, a produtora chegou a permitir que Laís visitasse o espaço de fabricação, mas sem imagens ou entrevista. O maior fluxo desse espaço era aos sábados, quando pessoas de diferentes partes da cidade pegavam os biscoitos no local e saíam para vender em ônibus e semáforos. Muitos não usavam mais o triângulo nem colocavam as tabocas na lata.
“A gente foi observando essa mudança social, porque muitos vendiam dentro de caixotes mesmo. A proposta era de vender como uma guloseima qualquer”. (Correio)
A dupla infalível! Carlos Azevedo e Reginaldo Batista, melhor para Nilo Peçanha
Se tem uma eleição que o Baixo Sul torce de verdade é a de Nilo Peçanha, e esses dois, Carlos Azevedo e Reginaldo Batista são pessoas do coração nilopeçanhense.
Reginaldo é um homem querido dos moradores de Nilo Peçanha, comerciante que dedica a sua vida em orientar e ajudar as pessoas mais humildes.
Carlos Azevedo entrou num momento em que Nilo Peçanha estava totalmente destruída e reergueu o município, lutando e trazendo bons investimentos dos governos estadual e federal.
Nilo Peçanha tomou um rumo diferente depois de Carlos, o povo vivia numa política clientelista onde as ajudas eram, pagar contas de água, luz e receber cestas mini cestas básicas.
Hoje o povo já experimenta as políticas públicas onde o Programa Bolsa Família e tantos outros programas sociais garantem dignidade ao povo que graças a Carlos se libertou das migalhas caídas da mesa.
Quem conhece o Baixo Sul conhece a história de Nilo Peçanha, antes de depois de Carlos Azevedo.
O doutor Felipe Quadros (PRTB) reuniu-se ontem (26) com o pré-candidato Marcos Medrado (PV) e mais 30 advogados ligados a ele para ouvir as propostas do pré-candidato.
O evento aconteceu no Restaurante da Mara no Bairro do Tento onde foi servido um almoço para os convidados. Para o Dr. Felipe é apenas o começo de uma união que promete ser forte.
“Convidei pessoas ligadas a mim, pessoas que posso contar para uma coalizão onde nosso proposito é uma forte representação no direito, para que não fique falhas”, disse o Dr. Felipe.
Para Medrado isso é o que interessa a ele, e dá raiva nos outros, “porque cada dia que passa eu recebo mais apoio, mais convicção do povo que deve escolher um pré-candidato que tenha a capacidade de fazer o melhor”, disse no seu programa de Rádio.
Prefeito Reges Aragão que representou contra o jornalista Wilton Andrade do Cidade News
Eu soube que o prefeito de Ituberá, o Reges Aragão, acabou fazendo uma representação do Site Cidade News no TRE. Segundo o dono do site, Wilton Andrade, o motivo pelo qual o prefeito o representou foi por causa das denuncias que ele faz sobre os desmandos do alcaide com a cidade.
“O prefeito Reges, vem de uma gestão precária, cheia de dificuldades, não conseguiu fazer o dever de casa, é conhecido como o prefeito camaleão, votou em ACM Neto no primeiro turno da eleição passada e quando viu o barco afundando correu para o grupo de Jerônimo e acabou tentando frustrar a candidatura de Neto Baé”, disse Wilton.
Infelizmente é isso mesmo, não que ele (Reges) acredite que vai conseguir processar o dono do site, porque qualquer juiz indefere essa representação, mas deixa a pessoal apreensiva preocupada em se defender para não correr o risco de ser processado por desobediência à justiça.
Nossa solidariedade ao Wilton, que faz um trabalho grandioso na região e o povo precisa mais dele do que do prefeito de Ituberá, que não consegue tempo para atender as promessas do povo, mas encontra tempo suficiente para tentar processar um jornalista que fala a verdade. Essa deve ser a sua estratégia para ganhar as eleições.
O candidato que fala e diz que não falou, sua rádio é sua algoz
Engraçado que a gente nem faz os comentários como deveríamos fazer e incomoda tanto às pessoas. Já pensou se eu quisesse mesmo contar os detalhes das bobagens que ouço do programa de Medrado no rádio? Eu acho que ele iria chorar ou fazer coisa pior.
Pior é que: ele fala as coisas e depois descobre que falou besteira quando lê os comentários do blog e corre para dizer que não falou.
Ontem ele tentou me desqualificar dizendo que sou pago para colocar minhas opiniões contrárias a ele, no blog, disse que eu presto serviço e sou bem remunerado por isso.
Errou, Medrado, eu não tenho ninguém me pagando nada para emitir minhas opiniões, não recebo nada da prefeitura, não recebo nada de Jucélia, não recebo nada de Hilton, e tampouco dos nanicos.
Se alguém disser que me paga para dar opiniões contra você no blog, está mentindo, a prefeitura não paga nada a ninguém da imprensa desde janeiro, pagou no ano passado para divulgar suas ações, mas lhe garanto que eles não estão pagando a ninguém da imprensa para isso.
Você mesmo não paga nada a ninguém, Jucélia não paga, Hilton não paga, Paulo não paga. Enfim, ninguém está com essa disposição para encomendar a imprensa para fazer qualquer coisa que amenize seus deslizes.
E você, que além de não pagar a imprensa também, ainda quer que fiquemos de boca calada, ouvindo suas gafes? Só se eu fosse um demente que quisesse ajudar a fomentar o desmantelo.
Hoje (26) em um almoço na Arena Jacarezinho, o pré-candidato a prefeito Paulo Martins apresentou os pré-candidatos a vereadores do seu partido o PP.
Paulo Martins convidou o deputado Claudio Cajado, o ex-prefeito Ramiro Campelo, o empresário Kleiton da Ki-dendê, o procurador do município Fleuber Ramos, a Secretária de Agricultura do município Ana Paula e amigos.
Todos os pré-candidatos se apresentaram e falaram porque pleiteiam o cargo de vereador, foram ouvidos pelo deputado Cajado que deu um pequeno exemplo de como fazer uma campanha.
O Prefeito Ramiro Campelo falou sobre os cuidados que Valença precisa, “precisamos preparar Valença para o futuro, uma cidade próspera, boa para se viver.
Cajado saudou aos candidatos e disse que todos precisam se ajudar, “nunca tente tirar um foto de seu companheiro, porque esse voto vai continuar em casa, tente buscar o voto do partido adversário para somar”, disse.
Para Paulo Martins a campanha começa a ganhar corpo, “porque existe na vontade de cada um vereador a vontade de lutar e ir buscar a força que nós precisamos, vamos eleger dois ou três vereadores”, afirmou Paulo.
Deus abençoe sempre vida dele 🙏
Muito boa a explanação com riqueza de detalhes Pelegrini, tb estava lá e me emocionei com o discurso da Prefeita.
Se os Prefeitos que já passaram por Valença nesses últimos 40 anos tivessem 01% da visão desse Prefeito de Cairu,…
Deus abençoe sempre vida dele 🙏
Muito boa a explanação com riqueza de detalhes Pelegrini, tb estava lá e me emocionei com o discurso da Prefeita.
Se os Prefeitos que já passaram por Valença nesses últimos 40 anos tivessem 01% da visão desse Prefeito de Cairu,…
Ele é um verdadeiro fura olho não voto mais nele
Alguém tem noticias do GARI DE MEDRADO ( O Tio)!