Projeto Vivências da UNEB proporcionam trabalho e cidadania

uneb pedagogico O Vivências é um projeto de Extensão Universitária que pretende contribuir para o desenvolvimento de comunidades em situação de vulnerabilidade. A iniciativa busca envolver docentes, discentes e técnicos da UNEB em projetos que promovam o intercâmbio de saberes entre a Universidade e a comunidade, através da mobilização comunitária. Tem por objetivo geral ampliar a relação entre universidade e as comunidades, que de forma participativa, buscarão responder às demandas locais e como objetivos específicos construir projetos participativos com as comunidades identificadas, mediando o acesso dessas mesmas comunidades às políticas públicas ainda ausentes, proporcionando emancipação dos sujeitos e inclusão social.

Valença está entre os municípios que receberão ginásio poliesportivo do PAC 2

quadras poliesportivas O planejamento feito pela prefeita Jucélia Nascimento com vistas a captar recursos junto aos órgãos federais e estaduais teve mais uma resposta positiva nesta terça-feira (10), quando o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, anunciou os municípios que irão receber unidades do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), programa de infraestrutura esportiva do PAC 2. Entre os selecionados está Valença, que conquistou uma unidade do CIE 3, cujo modelo é o maior e mais completo de todos,  no valor de R$ 3,5 milhões.

quadras poliesportivas II A prefeita Jucélia está em Brasília juntamente com sua assessora especial, Juliana Brito, convidadas que foram pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, e pelo ministro  Aldo Rebelo, para participar  da solenidade do anúncio dos municípios selecionados no projeto realizada às 14h30 no auditório da sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

“MAS CONFESSO ABESTALHADO QUE ESTOU DECEPCIONADO”, PARAFRASEANDO RAUL SEIXAS

Por Wolff Moitinho

Confesso que não sei dizer com certeza quando começou o sofrimento do povo valenciano com a falta de água nos reservatórios das casas e dos estabelecimentos industriais, comerciais e de prestadores de serviços. Mas garanto-lhes que nas administrações anteriores do SAAE as queixas não foram tão constantes quanto as que hoje são propaladas no seio desta nossa comunidade. Pouco tempo transcorreu da posse da então gestora municipal e vemos uma gestão pífia da autarquia, antes mesmo de completar um ano de mandato.

Alegações são diversas: quebra ou queima de bombas, barragem sem planejamento adequado, rios com pouco volume de água, capacidade de armazenamento de água insuficiente, etecetera, etecetera, etecetera… é o que ouvimos circular como respostas dos gestores da autarquia.

Balela! Sem nenhuma explicação a diretoria do SAAE toca a pior administração já existente em todos os anos da autarquia, desrespeitando a dignidade do povo valenciano, porque água é um bem essencial, imprescindível, e não há justificativa para faltar o líquido precioso todos os dias nas torneiras das residências e estabelecimentos empresariais, em uma região com alto índice pluviométrico. Valença não está situada no semiárido baiano; o município está localizado no litoral, Região do Baixo Sul da Bahia, dentro, por assim dizer, de uma bacia hidrográfica formada por vários rios, nascentes, lagos e lagoas, reconhecida pelo governo estadual e federal.

As reclamações constantes da população parecem que não estão sendo ouvidas pelas autoridades, ou, se estão, fazem como os antigos que não se importavam com dores e gritos dos aflitos, homens mulheres e crianças, seus subordinados. As autoridades responsáveis pelo abastecimento de água deste nosso município parecem que possuem “ouvidos de marcador”.

Por outro lado, sabendo que vivemos em um país democrático, creio que os cidadãos deste nosso município são realmente pacíficos. Em outras localidades, já estariam defronte as portas da prefeitura e/ou do órgão responsável pelo abastecimento de água protestando veementemente contra a inoperância dos gestores, exigindo que providências fossem tomadas imediatamente, porque planejamento é uma fase antes da execução. Motores queimados são facilmente substituídos por novos, enquanto se reparam os velhos queimados; sempre há possibilidade de maior captação de água dos rios em época de chuvas; e, dinheiro no SAAE não falta, pois são constantes os valores crescentes dos recibos de cobrança tanto das pessoas físicas quanto do empresariado.

Com tanto desleixo existente, em conversa com populares, foi aventado o ressurgimento da hipótese de privatização do SAAE por um grupo empresarial que, em passado recente, defendeu o postulado. A bem da verdade, ações iguais a esta ocorreram e ainda ocorrem nos governos federal e estadual.

Quem não se lembra do antigo BANEB? O Banco do Estado da Bahia foi privatizado porque diziam resultar prejuízos e foi adquirido pelo Bradesco, que ampliou os seus lucros. O BANESE também sofreu influências maldosas com o intuito de privatizá-lo, mas a população sergipana questionou o governo e hoje o BANESE, Banco do Estado de Sergipe, continua pertencendo ao Estado e em plena atividade lucrativa.

Evidente que não se pode afirmar taxativamente a existência de tal hipótese, mas vivemos com seres humanos e alguns “vendem a própria mãe” quando se trata de “ganhar dinheiro” e nesse momento deixam de lado a ética, a moral e passam por cima da própria lei.

A história do nosso país evidencia os corruptos que recheiam as páginas da imprensa e os espaços da mídia falada e, a partir do momento em que o cidadão desobedece as regras e não recebe punição exemplar, os demais não veem motivos para não fazer o mesmo se o ilícito lhes trouxer benefícios.

Criar subterfúgios com o intuito de auferir lucros faz parte do “jeitinho brasileiro”, da “lei de Gerson” que prega a obtenção de vantagem em tudo e de qualquer maneira. Portanto, deve-se levar também em conta a possibilidade de, ao vislumbrar qualquer notícia que surja neste sentido, a comunidade reagir imediatamente.

Neste momento, o que queremos é água nas torneiras todos os dias com a força suficiente para abastecimento das residências e provimento das atividades empresariais de todos os seguimentos do município de Valença, nos mesmos moldes ou melhor que os anteriores, nunca como o ofertado pelo SAAE da gestão atual da Prefeitura Municipal de Valença.

Agora, um “recado das águas” para Valença

Por Jorge Amorim

Quem chegou a Valença na sexta-feira, 29 de novembro, ficaria admirado ao ver que não restava praticamente nenhum vestígio deixado pelo alagamento causado pelas chuvas ocorridas no dia anterior, quinta-feira (28 de novembro), se aqui estivesse,quando 254 milímetros de água pararam a rotina de quase todos os valencianos, localizados na microrregião do Baixo sul da Bahia, também conhecida como Costa do Dendê, devido ao transbordamento do rio que corta a cidade, o Una, e pelo represamento de águas em algumas ruas de bairros como Estância Azul, Bolívia e Graça, o qual foi provocado pela falta de escoamento naquelas.

Deve ter sido desesperador para os moradores dos bairros atingidos e de outras partes da cidade serem afugentadas pela água barrenta invadindo suas residências levando móveis e eletrodomésticos. Mas com a bonança expulsando as pesadas e plúmbeas nuvens, além de atentar-se para os prejuízos pós-tempestade, Valença ficou algumas horas sem o abastecimento de água, coincidentemente na semana posterior ao caos das chuvas, entre 03 e 04 de dezembro (terça-feira e quarta-feira, respectivamente). Ou seja, enquanto em uma semana “sobrava” água, na outra chegou literalmente a faltar.

O provável motivo que atenuou as dúvidas de muitos valencianos querendo saber “por que a água não saía pela torneira” teriam sido os problemas nos motores que impulsionam a distribuição aquífera, responsabilidade do Serviço Autônomo de Água e Esgoto, SAAE, órgão público ligado a prefeitura municipal de Valença. Criado através da lei municipal nº 676 de 21 de julho de 1965, durante a gestão de Gentil Paraíso Martins (1963-1966), o SAAE foi projetado para “operar, manter, conservar e explorar […] os serviços de água potável”, conforme reza a alínea “c” do artigo 2º daquela lei. Entendamos um pouco dela.

Com a inovação de conceder ao município a tarefa autônoma de disseminar para cada lar valenciano a água para beber, tomar banho e lavar roupa, dentre outras coisas, o SAAE é uma autarquia que tem um diretor nomeado pelo gestor municipal (artigo 3º). Trocando em miúdos, a pessoa que responde pelo SAAE é uma indicação “política” do prefeito, ação ainda permanente no governo de Jucélia Nascimento (2013-2016), o qual atribuiu a Robenilson de Miranda Reis a diretoria da entidade.

A ausência temporária de água em muitos lares valencianos na semana passada foi o estopim de reclamações, algumas destas propagadas nas rádios Valença FM e Rio Una, que vêm se avolumando de uns tempos para cá quanto a competência do SAAE. Há ruas onde a canalização existe, mas a água potável só dá o “ar da graça” dia sim, dia não; existem casas que pagam suas taxas de água no período até o vencimento, porém ela tem tido distribuição escassa.

Pergunta-se: isto tudo devido Valença ter hoje uma população urbana ultrapassando os sessenta e quatro mil habitantes e a sua rede de água não acompanhar o aumento demográfico? E também por ela não estar preparada para os turistas, os quais justamente nas altas estações – primavera e verão – dobram suas estadas?

Quando nos informamos que a “capital do camarão” não tem meses secos, que há uma época chuvosa entre abril e junho – embora vejamos chover todos os meses aqui ou acolá sobre o território – e que a bacia do rio Una reúne os rios Una, Fonte da Prata, dos Reis, Vermelho, Piau, Graciosa ou do Engenho, Patipe, adicionados pelas lagoas Douradas, São Fidélis e Derradeira, com essa dádiva aquífera regando o município podemos afirmar que escassez de água em Valença passa longe. Qual seria a provável escassez então?

Nossa competência em detectar os problemas do SAAE equivaleria pressagiarmos que amanhã desabará 500 milímetros de chuva sobre Valença. Entretanto, podemos arriscar que talvez esteja precisando para a diretoria da autarquia estudar milimetricamente a rede de distribuição com o fim de melhorá-la. Queremos evitar ao máximo perpassar a ideia de que esteja havendo “ações conspiratórias” para extinguir o Serviço Autônomo de Água, substituindo-o pela EMBASA (Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A.), ou até mesmo de cogitar a concessão do SAAE para a iniciativa privada.

De qualquer forma, independente de ser esta, a EMBASA ou outra entidade a péssima rede distributiva de água em parte das residências urbanas valencianas está distante de ser um percalço ocorrido somente entre os dias 03 e 04 de dezembro últimos.

Na verdade, alguns bairros, longe ou próximos do centro, têm sofrido todos ou quase todos os dias, prejudicando desde donas de casa e trabalhadores até médios e pequenos empresários que dependem do líquido precioso para manterem os seus afazeres domésticos e a sua produção. Para termos uma noção exata, pequenas empresas valencianas subtraíram, de uns tempos para cá, as horas diárias por causa da ausência de água, resultando na diminuição de trabalho, menos ganho financeiro e dispensa de trabalhadores que acabam entrando no fantasmagórico índice do desemprego.

Com a exclusividade local para exercer suas ações de “estudar, projetar e executar” o abastecimento de água e o sistema de rede de esgotos sanitários, o SAAE significa uma alternativa municipal para cuidar do bem estar dos seus moradores, necessitando, para tal, reestruturar-se para fazer a água chegar diariamente a todos os lares que pagam para obtê-la. Seria – e está sendo – uma triste ironia e grande contradição uma terra deitada sobre lençóis e caminhos hidrográficos  ter falta d’água. Eis o “recado das águas”: que estas não se ausentem enquanto existirem aqui.

P.S.: a prolixidade deste texto foi por motivo de um problema óbvio e atual, responsabilidade da sociedade e das autoridades: a água.

PT DE VALENÇA DEFINE DIRETÓRIO

diretório pt Na segunda-feira, dia 09 de dezembro, foram escolhidos os representantes do novo diretório municipal do PT de Valença, que mostra amadurecimento, marcha unido e heterogêneo, com respeito às diferenças.

"Em 2014, a maior cidade da região terá o partido que muda o Brasil e a Bahia fortalecido e trabalhando forte por esse grande projeto político. Vamos eleger o companheiro Rui Costa, reeleger  a presidenta Dilma, fazer a maior bancada petista da história e caminhar fazendo muito mais pelo povo", comemora Jonas Andrade, presidente do PT reeleito no último PED.

"É um novo tempo no PT e com certeza na política de Valença. É momento de democracia interna para resgatar esse partido, valorizar a participação popular, incentivar o debate entre os filiados e filiadas e o diálogo com o povo", destaca Salete Lucena, vice-presidente do PT de Valença.

SAMU 192 está chegando a Valença

PSB

O governo de Valença está finalizando os preparativos para receber na próxima semana duas ambulâncias doAtendimento Móvel de Urgência (Samu). De acordo com a secretária municipal de Saúde, Viviane Oliveira, a prefeitura já concluiu as obras de adequação onde será a base do equipamento na cidade, localizada no bairro da Bolívia.

Serão duas ambulâncias com características diferentes. A primeira, chamada de “básica”, terá equipamentos de atendimento emergencial e fazem parte da equipe de socorro: condutores e técnicos em enfermagem. A segunda ambulância, denominada de “avançada”, além dos condutores, técnicos de enfermagem e enfermeiros capacitados, possui UTI,  que deverá funcionar com uma equipe  de seis médicos que irão trabalhar 24 horas em regime de turno.

EMPRESA ESCLARECE SOBRE POSTAGEM

"Caro sr. Pelegrini,

A nova administração da Rawr Engenharia, tomando conhecimento do
assunto tratado em seu prestigioso Blog do PelegrinI, datado de 16.12.2010, solicitou aos administradores anteriores que esclarecessem sobre aqueles fatos. e aqui segue seu relato:

ACoelba, importante empresa de grande porte do Grupo Neo Energia, não assinaria um contrato daquela importância com uma empresa inidônea ou cujos diretores não tivessem cadastro ilibado.

Devido às exigências da lei, no período dos 6 meses próximos da campanha eleitoral, todas as verbas ficaram paralisadas, inclusive as do PAC, como o era a obra LUZ PARA TODOS de Taperoá.

A Rawr Engenharia fez obras do mesmo escopo em outras 34 cidades e todas foram concluidas com sucesso. A obra de Taperoá foi a única em todo o rol da empresa que passou por essa dificuldade devido exclusivamente ao defeso do período eleitoral para a presidência da republica daquele ano.

A empresa consegui. com seus recursos próprios. dar continuidade às obras de Taperoá e honrar com os salários dos seus 204 funcionários enquanto teve capacidade financeira. Ao exaurir seus recursos, após o longo período sem recebimentos da Coelba, que também não recebia os repasses do Governo Federal,

foi obrigada a interromper a obra restando ainda um mês de salário em aberto dos últimos 104 funcionários, que a Coelba finalmente assumiu e acabou quitando-õs com lamentável atraso.

A Rawr nos seus 24 anos de existência nunca havia tido dificuldades desse tipo. como pode ser levantado por qualquer pessoa interessada.

A empresa e sua diretoria não tiveram nenhum beneficio ou lucro com os problemas criados por tal situação, só prejuízos financeiros e morais, até então inéditos em seu histórico empresarial".

RAWR Engenharia  09.Dez.2013