FERNANDO BRITO ANUNCIA NOVAS OBRAS E CONVÊNIOS COM O GOVERNO DO ESTADO

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O prefeito Fernando Brito cumprimenta o presidente da Câmara de Vereadores Claudio Brito

Ontem (10), teve início os trabalhos Legislativos da Câmara de Vereadores de Cairu de 2015, que já foi presidida pelo vereador Claudio Brito, o Chefe do Executivo, Fernando brito, leu mensagem aos presentes na sessão solene, onde participaram os vereadores de Valença, Agostinho Junior (presidenteda Câmara), Fabrício Lemos (vice-presidente) e Benvindo Luz e todo o secretariado municipal de Cairu.

O Prefeito Fernando falou sobre a doação de um terreno para construção de 50 unidades habitacional do “Projeto Minha Casa Minha” e mais a construção das casas populares para os moradores do “Hotel” e será entregue ainda nesse semestre. Fernando ainda falou sobre as negociações da construção da estradas do Zimbo e pavimentação asfaltíca da estrada de Torrinhas com a Superintendência de infraestrutura de Transportes do Estado, antigo Derba, ele esteve reunido com Saulo Pontes e essas duas obras serão pauta numa reunião que terá com o governador Rui Costa, após o Carnaval. Além disso, Fernandso ainda anunciou a contrução da Praça Central de Boipeba, pavimentação de ruas no Zimbo, início da construção da Orla do Galeão, conclusão do cais de contenção de São Sebastião, recuperação da pavimentação de diversas ruas na Sede e a retomada das obras de pavimentação no Bairro do Toque. Fernando ainda faz visitas a toda localidade do arquipélago.

SANTA CASA SAI NA FRENTE E RENOVA ALVARÁ SANITÁRIO COM A DIVISA

santa IIA Santa Casa de Valença renova o seu Alvará Sanitário com a Diretoria de Vigilância e Ambiental – DIVISA, com isso a Santa Casa torna-se a primeira instituição do Baixo-Sul a conseguir o referido documento em 2015. Segundo a diretoria da Santa casa, desde 2010 eles veem buscando atender as adequações exigidas pela DIVISA, dentre os esforços destaca-se o de Iracema França, do CCIH (Centro de Controle de Infec ção Hospitalar).

O Alvará abre as portas para a Santa Casa, mostrando que possue boas condições de saúde sanitária, e facilita assim, oportunidades na busca de melhorias, como convênios de contrução, reforma, ampliação, aquisição de equipamentos e novas habilitações. Com isso a Santa casa já pensa em ampliação de serviços, para melhorar a qualidade de assitência na endoscopia, UTI e ampliação do serviço de bioimagem.

 

DUDA É O MAIS FORTE, MAS AINDA NÃO GANHA PARA A REJEIÇÃO QUE A OPOSIÇÃO TEM

DUDA

Duda e Manuela, uma dupla que pode ser a salvação da oposição em Valença

Interessante, em outras épocas de nossas pesquisas, Ricardo Moura dava pau em qualquer um, mas parece que agora, não consegue nem mesmo ficar proximo do primeiro colocado e amarga um útlimo lugar de forma humilhante. O que me surpreende primeiro, é a insatisfação deles, ou será que os que votam na opção, nenhum desses, é a oposição? Se for, parece ser forte, porque com certeza outros da oposição votaram num candidato melhor para disputar com o candidato do governo.

A grande surpresa é o advogado Duda, se manteve em primeiro lugar dentre os mais cotados e se segurou por lá. Será mesmo uma vontade de mudança do povo, ou será que perderam o ânimo por esses nomes que podemos chamar de “batidos”?

Quase todos eles já foram vereador ou prefeito, o único nome novo é o de Duda, que parece estar dando um certo fôlego ao grupo. Se eles tiverem raça e se unirem podem ser imbatíveis, mas o orgulho deles é maior que a vontade de ganhar uma eleição. Não esqueço Zé da Hora, quando em uma eleição passada, foi cogitado para ser vice de Ricardo Moura, dizia: “Eu não serei nunca, vice de ninguém, eu sou advogado e não aceito que alguém que esteja abaixo do meu nível, seja minha cabeça de chapa”, sem contar na eleição passada que Jairo dizia, a todo pulmão, que ele era o segundo homem do PMDB em Valença, engoliram ele só no olhar, murchou e aceitou a imposição do grupo. Perderam mais uma vez.

O fato da opção ‘Nenhum desses’, ter o maior percentual (33%), me parece ser rejeição, mas como já disse anteriormente, pode ser votos da oposição, Duda ficou com 24%, Claudio 17%, jairo 16% e Ricardo em último lugar com 10%.

O que será que, dessa vez levará o grupo a mais uma derrota? A arrogância, os desejos, as vontades, as proteções? Precisam se definir e ver se não cometem as mesmas burrices de sempre, que é, proteger a elite, os filhinhos de papai que ficam a espera do tio ganhar para conseguirem um cargo e nada fazer.

Agora a meta é essa, ou criam humildade entre o grupo ou serão derrotados mais uma vez.

Aproveitem o Duda, que é um nome novo, rapaz boa pinta, simpático e desenvolve sua profissão de forma brilhante, juntamente com sua esposa Manuela.

Garanto uma coisa, se Duda não ganhar essa eleição, pelo menos vai comprar uma briga pelo resto da vida com a esposa, porque o que vai ter de mocinhas querendo tirar uma casquinha do rapaz não vai estar no gibi (risos).

O resultado da enquete ficou assim:

ENQUETE PREFEITURÁVEIS DE VALENÇA

Pra você, qual o melhor nome para disputar uma eleição contra um candidato apoiado pelo governo?

  • Nenhum desses (33%, 42 Voto(s))
  • Advogado Duda (24%, 31 Voto(s))
  • Claudio Queiroz (17%, 22 Voto(s))
  • Vereador Jairo (16%, 20 Voto(s))
  • Ricardo Moura (10%, 14 Voto(s))

Total de votos: 129

Ave César: os que vão morrer te saúdam!

casarãoPor Adriano Pereira

Quanto mais sonho

Cachoeira

Mais acordo

Valença

(GlobalizaCão – Damário revisitado)

Faz um mês que não piso em Valença.  Longe da terra onde nasci (pelas mãos de Mustafá – o velho médico e poeta, patrimônio imaterial de nosso rincão), “há milhas e milhas distante”, exilado, por necessidade, “por que se ficasse, estaria carregando bujão” (como ouvi semestre passado de um formando valenciano); movido pela saudade, caminho pela ‘heroica’ cidade de Cachoeira, pelo seu antigo casario; re-vejo na praça os postes de iluminação onde se pode ler “Valença Industrial – 1888”; estendo à vista às margens do Paraguaçu, avisto São Félix; lembro que, historicamente, ‘a decidida’ também é recôncavo e sonho com Valença.

Num sonho feliz de cidade/ longe da maldade/ Entrando num novo horizonte/ Mais um passo/ Águas de Março/ Inocente, cruzo a ponte/ Chego ao cais/ Saudade me atrai…/ Caminho pela Graça/ Paro na praça/ Urbis, Vila Operária/ Subo uma muralha/ Dou num largo adro/ Festa do Sagrado/ Baixa Alegre Tamarineiro/ Ou mesmo no Jambeiro/ Rua das Flores no Centro/ Que una-se Tento/ Mangue seco – Beira Mar/ Numa vila, boa esperança/ Numa grande festança…

Daí, acordo e vejo que Valença continua dormindo. “Dormia a nossa pátria, tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações”. A maioria dos seus filhos e filhas, meus irmãos, sofrem pesadelos. Mudaram alguns nomes, mas tudo continua como dantes… Não. Não vou falar do “novo” secretário de juventude, cujo primeiro projeto, com o apoio da Câmara (“A câmara, não acode?” – Gregório de Matos, boca do inferno), trata-se na verdade de mais do mesmo: parlamento jovem para estimular a cidadania. Pergunto: cidadania para quem, cara pálida, quando a juventude negra, fora da escola, com a UFRB na promessa, sem emprego, enfiada na lama, perde a cabeça e encurta a vida nas pedras do caminho?

“Se o velho não pode cuidar de suas rugas, o novo já nasce velho”. Cuidemos do velho, então, por que, se como grafou o maluco beleza, ”é preciso cultura pra cuspir na estrutura”, aqui sobra. Ainda que abandonada, desprezada, mal cuidada, desmoronando… Refiro-me ao nosso patrimônio histórico, que na crônica de uma morte anunciada, vem de-caindo. Essa semana espalhou-se na rede fotografias do antigo casarão da finada Rute. Na esquina da Avenida 7 de Setembro, o monumento agoniza. Mas não é o único. E já vem sendo denunciada em verso e prosa por gente muito mais importante que eu. Pela professora Rosângela Góes, pelo Doutor Francisco Neto, pelo mestre Moacir Saraiva… Em 2013, de forma amadora, com uma câmera fotográfica, por conta própria, fotografei as inúmeras fachadas das antigas construções valencianas. A ideia era expô-las a fim de chamar atenção para a destruição do nosso patrimônio. Por falta de recursos e apoio a exposição não ocorreu. Mas guardo comigo as imagens, inclusive de alguns que já foram ao chão.

Na Praça da República, além dos casarões, há outro prédio que chama a atenção pela imponência e importância. Já foi sede da Rádio Clube, do SESI, cinema… Mas sua fachada, de 1910, não deixa margem: Teatro Municipal. Apesar de um pouco descaracterizado, o prédio abriga a memória coletiva da cidade. Ano passado, nosso grupo, com o apoio da incansável professora Edna Xavier, teve a ousadia de reabri-lo. E, ainda que inadequadamente, a população pôde adentra-lo, conhecer suas dependências e assistir um espetáculo teatral, além de uma exposição de artes visuais. Retumba ainda nos ouvidos dos que estiveram presentes, o brado do velho Mustafá, como nosso porta-voz, ao receber a comenda Macária Andrade: prefeita: Devolva esse teatro aos valencianos!

Quando fiz parte do Conselho Municipal de Cultura, uma das propostas discutidas foi a mudança das secretarias de Turismo e Cultura para o Teatro Municipal, já que a mesma funciona num prédio alugado. O dinheiro do aluguel serviria como recurso para uma reforma gradativa do mesmo. Até agora isso não aconteceu. Com a mudança de cadeiras no secretariado, a ex-secretária de Turismo, Aline, foi para a Cultura e Júlio César foi para o Turismo. Conheço Júlio desde o tempo do Movimento Estudantil, quando ele, dedo em riste, gritava palavras de ordens e nós fazíamos coro. Os tempos são outros, muita coisa mudou. Dizem que Júlio mudou de lado… Quanto a mim, estou na “terceira margem”, mas sempre tive com Júlio uma relação respeitosa. Por isso arrisco fazer-lhe, publicamente, um apelo, urgente, vez que vi no seu facebook que há uma intenção de recuperar a ex-secretaria de Turismo. Uma imitação barata que o faraó Ramiro ergueu na entrada da cidade. Se vão gastar dinheiro, por que não no teatro? Assim, Júlio César, que já tem na história seu nome, escreverá mais uma página digna de ser lida sobre a cultura, não apenas para turista ver, mas, também, para os valencianos.

 

*Adriano Pereira, escritor, poeta e agitador cultural valenciano, atualmente, graduando em História na UFRB.

MARCO AURÉLIO E A QUESTÃO DE CARÁTER

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Reação de ministro do STF aos abusos da Lava Jato lembra que não basta erudição nem amigos influentes para se fazer um bom juiz. É preciso coragem

Por Paulo Moreira Leite

O ministro Marco Aurélio Mello deu uma aula de Justiça no fim de semana. Não. Ele não fez nenhuma ginástica erudita nem anunciou uma nova jurisprudência que o cidadão comum não entende.  Conhecido pelo espírito bem-humorado, também não fez ironias.

Marco Aurélio mostrou que o Rei está nu:  apontou o dedo para uma situação que muitos enxergam mas, por interesse político, covardia ou conforto pessoal, preferem fingir que não está vendo — os abusos da Operação Lava Jato contra as regras do Estado Democrático de Direito.

“Com 25 anos de Supremo, eu nunca tinha visto nada parecido. E as normas continuam as mesmas”, disse.

O ministro se referia a “condução coercitiva” de João Vaccari Neto, responsável pelas finanças do Partido dos Trabalhadores, para prestar um depoimento a Polícia Federal — quando a boa regra democrática determina que cidadão em sua condição tenham a oportunidade de comparecer, voluntariamente, perante autoridades policiais, para prestar esclarecimentos necessários. Você lembra do espetáculo produzido: a TV mostrou imagens grotescas de policiais pulando o muro da casa de Vaccari, cena destinada a criar um espetáculo vergonhoso de faroeste para os telejornais.

A finalidade destas cenas nós sabemos: ajudam a criminalizar os acusados, permitem que sejam vistos como cidadãos condenáveis, capazes de atos criminosos — sem um fiapo de prova. Essa é a função do espetáculo.

Marco Aurélio deu uma demonstração semelhante de caráter em 2012,  durante o julgamento da AP 470. Inconformado diante das seguidas demonstrações de agressividade de Joaquim Barbosa, que tinham a função de intimidar os colegas de plenário, ele rebateu: “Não admito que Vossa Excelência suponha que todos aqui sejam salafrários e só Vossa Excelência seja vestal.” O jogo era o mesmo: ao ficar em silêncio diante do “espetáculo a flor da pele, intolerância e desqualificação dos colegas”, como descreveu o Estado de S. Paulo em editorial, os ministros ajudavam a montar o teatro destinado a justificar medidas extremas, “exemplares”, como se dizia, típicas daqueles tristes momentos em que a Justiça se assemelha a uma noite no circo.

Imagine que o mais conhecido erro judiciário da história universal, o Caso Dreyfus, envolvendo um oficial do Exército francês colocado a ferros sob o sol inclemente da Guiana sob a falsa acusação de vender segredos militares para o Exército alemão, só pode ser desmascarado graças a uma atitude semelhante. O coronel George Picquart, que havia sido  professor de Alfred Dreyfus no Colégio Militar, teve acesso aos arquivos do serviço secreto que demonstravam que as provas contra o capitão eram pura falsificação, destinadas a esconder o verdadeiro traidor. A partir daí, Picquart passou a travar uma luta para rever o caso, enfrentando as reações que se pode imaginar. Foi desterrado para a Tunisia, no Norte da África, e também foi processado. Quando o segundo julgamento de Dreyfus estava em curso, Picquart aguardava sua chance num tribunal militar.

O que se aprende, aqui, é  uma lição bastante simples. Nossa sociedade do espetáculo não precisa de heróis nem de justiceiros. Mas necessita de autoridades que tenham a coragem de cumprir seus deveres,  como guardiões das verdades duras e os direitos de pedra que estão na Constituição — mas precisam ser garantidos, dia após dia, por homens e mulheres de carne-e-osso. Sem eles, o Estado de Democrático de Direito é um enfeite pendurado na parede.

Essa é a lição.

COMEÇOU A APARECER OS NOMES DOS CERTINHOS NA LAVA-JATO

netoDocumentos obtidos pela Polícia Federal na sede da empreiteira Camargo Correa, em São Paulo, no último dia 14 de novembro, trazem nomes de políticos relacionados a valores em dólares, de acordo com reportagem do Estado de S. Paulo. A planilha faz menção ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), com duas marcações, de US$ 100 mil e, em caneta, US$ 300 mil. O PT da Bahia também aparece nos documentos divulgados pelo Estadão, com a rubrica de US$ 450 mil. A tabela apreendida, todavia, não fez parte de análise por parte da Polícia Federal, por constar nomes como foro privilegiado, como do vice-presidente da República, Michel Temer, deputados federais, como Gabriel Chalita (PMDB), Arlindo Chinaglia (PT) e Mario Covas Neto (PSDB). Não há nenhuma menção nas planilhas encontradas na empreiteira a um suposto caixa 2 ou pagamento de propinas. São nomes lançados ao lado de valores. No caso de ACM Neto, apesar da planilha trazer o título “Doações campanha de 2012”, na prestação de contas do prefeito não constam doações diretas da Camargo Correa. Já o PT baiano também não apresentou a empreiteira como doador da campanha do candidato do partido em Salvador, Nelson Pelegrino, ou para o diretório estadual/ municipal da sigla. Clique nas imagens para ampliar. (BN)

Recursos para obras em Valença devem chegar a R$ 100 milhões em 2015

PACNovos empreendimentos de iniciativa do setor público deverão aportar ou ser concluídos em 2015 em Valença, Baixo Sul do Estado,  com recursos na ordem de R$ 100 milhões. Quase Todos os empreendimentos estão com os recursos garantidos. Somente com o Projeto Minha Cada Minha Vida, do Governo Federal, estão sendo aplicados no município R$ 69,8 milhões na construção de 1.150 unidades habitacionais no bairro do Novo Horizonte. Estão praticamente prontas para ser entregues em agosto, 380 casas do Loteamento Nova Valença, com recursos na ordem de R$ 22,8 milhões. Em construção, estão sendo edificadas mais 600 unidades do Loteamento Nova Vida, com recursos também da União, totalizando R$ 36 milhões. Em parceria com o Construir Melhor, serão construídas outras 170 casas, cujo orçamento está estipulado em cerca de R$ 11 milhões.

Com recursos próprios, o Governo de Valença está investindo cerca de R$ 5 milhões em novas obras. Somente com a requalificação do bairro da Bolívia (PAC da Bolívia) serão investidos R$ 4,2 milhões para concluir a obra.

Com a licitação já publicada no Diário Oficial do Município para acontecer no próximo dia 13, a requalificação da Orla do Rio Una é mais uma obra de impacto em Valença e que vai transformar aquele local. Será investido mais de R$ 1 milhão, contemplando a troca de todo o piso, nova iluminação a led e a troca do parapeito, com a substituição dos tubos de ferro por eucalipto tratado.
Dentro do pacote dos projetos prontos a serem executados, ainda aparecem a construção de sete creches modelos no valor total de R$ 11,5 milhões; três quadras cobertas no valor de R$ 2,4 milhões; a construção do novo cais, com previsão de investimento na ordem de R$ 600 mil, e pavimentação nos bairros, com recursos na ordem de R$ 500 mil. Em execução e prestes a serem entregues à população estão a Unidade Básica de Saúde (UBS) no bairro do Novo Horizonte, com orçamento de R$ 480 mil; a cobertura da feira livre (R$ 360 mil), a Academia da Saúde (R$ 170 mil). Dentro do planejamento ainda neste semestre será entregue à comunidade a Policlínica e estão previstos a recuperação e construção de pontes e estradas na zona rural e reformas em escolas e postos de saúde, além da atenção especial ao setor de iluminação pública.

Por Magno Jouber – Ascom/Governo de Valença