JOAQUIM BARBOSA NÃO ESTUDOU HISTÓRIA

Ex-presidente do STF, Joaquim Barosa, é taxado pelo editor do DCM como “sem noção”
*Por Paulo Nogueira
Deu a louca no mundo.
Ou, pelo menos, deu a louca em Joaquim Barbosa.
No Twitter, ele conseguiu comparar o atual momento brasileiro às vésperas de duas revoluções, a Francesa e a Russa.
Nesta visão turvada e obtusa, é como se na França de 1789 a insatisfação revolucionária houvesse partido da aristocracia. E na Rússia de 1917 da corte czarista.
Que JB era insuficiente em direito já sabíamos. Que era incapaz de articular frases que fizessem sentido, também.
Mas que era analfabeto em história é uma novidade.
O Brasil de 2015 se aproximaria da França de 1789 e da Rússia de 1917 se os privilegiados estivessem na iminência de ser varridos.
Mas não.
Os privilegiados brasileiros – cujo porta-voz é a mídia – se batem ferozmente para derrubar um governo popular.
Na verdade, o Brasil de 2015 lembra, sinistramente, o Brasil de 1954 e o Brasil de 1964. A plutocracia, mais uma vez, se insurge contra a democracia.
Repetem-se muitas coisas.
O demagógico e seletivo discurso anticorrupção, por exemplo. Aécio chegou a empregar uma expressão de Lacerda, o Corvo, contra Getúlio: mar de lama.
Não pude notar se ele não ficou vermelho ao falar em mal de lama. Mas deveria. Aécio construiu um aeroporto privado com dinheiro público. Colocou, pelas mãos da irmã, dinheiro público nas rádios da família quando governador de Minas. Viu ser exposta a monumental roubalheira de seus eminentes colegas de PSDB no metrô de São Paulo.
Agora mesmo, escapou por um triz de entrar na lista de Janot, da qual não escapou sua cria, Anastasia.
Mesmo assim, ele posa de Catão. Ou de Catão 2, dado que o Catão 1 é FHC, o homem que comprou a emenda de reeleição. Essa compra está toda documentada, nos detalhes mais patéticos, graças ao depoimento milimétrico de um comprado.
O repórter que tratou solitariamente do assunto na era FHC disse, recentemente, que seu trabalho recolheu não evidências – mas “provas”.
Alguns personagens de 54 e 64 estão presentes em 2015, uma demonstração de quão pouco as coisas mudam no Brasil.
A Globo, por exemplo. Sabotou Getúlio, sabotou Jango, sabotou Lula e agora sabota Dilma.
Neste longo percurso de sabotagem, os donos da Globo acumularam a maior fortuna do Brasil.
Se o Brasil vivesse uma situação parecida com a França e a Rússia pré-revolucionárias, como escreveu Barbosa, os Marinhos estariam de malas prontas para recomeçar a vida em outro país.
Eles e todo o grupo que tanto tem feito, ao longo da história, para dar ao Brasil as feições classicamente definidas por Rousseau como as perfeitas para uma insurreirão popular: aquelas marcadas pelos “extremos de opulência e de miséria”.
Com diferentes nomes, figuras como Joaquim Barbosa participaram das tramas de 1954 e de 1964.
Eram os mistificadores.
Eles fingiam defender os interesses da voz rouca das ruas, mas na verdade estavam do lado dos poderosos, dos exploradores, dos predadores sociais.
Em 1789, para voltar ao início, Barbosa não derrubaria a Bastilha.
Estaria do outro lado, como um fâmulo dos plutocratas.
*Paulo Nogueira é jornalista, fundador e diretor editorial do site de notícias e análises, Diário do Centro do Mundo.







O deputado Hildécio Meireles na terceira reunião da Comissão de Infraestrutura, ontem (10), disse que ficou definido que a audiência Pública com o Secretáriode de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti, acontecerá na próxima terça-feira. “Tivemos a oportunidade de convidar o secretário de Infraestrutura para participar da nossa comissão na próxima terça-feira e, na oportunidade, ele vai explanar sobre o planejamento da secretaria para o exercício de 2015. Neste momento, todos os deputados presentes também poderão tirar dúvidas em relação aos seus interesses específicos”, salientou Hildécio.
Cairu realiza o III Encontro pedagógico com o tema, “Cuidar e educar: uma relação de responsabilidades mútuas entre a família e a escola”, o evento que começou dia 9, proseguirá até o dia 13 com vasta programação para os professores. O encontro reúne todos os profissionais de educação
Na abertura do Encontro o prefeito Fernando Brito ressaltou a nesessidade desse trabalho para o ensino e disse que as portas do gabinete estará aberta para os professores e que ouvirá todas as demandas. ” “Não basta apenas a gestão municipal construir novas escolas e capacitar os profissionais da educação”.
Com mais de 2,2 mil km de estradas vicinais, a zona rural de Valença se apresenta ao longo dos anos como um dos principais desafios aos gestores do poder público municipal. É muito chão de rodovias internas a exigir da prefeitura constante manutenção para condições, pelo menos razoáveis, de trafegabilidade! Apenas como parâmetro, a distância entra o estado da Bahia e São Paulo é pouco mais de 1,45 mil km. Um cenário, portanto, que vem exigindo da atual administração toda atenção possível.
Predominantemente situadas em zonas que agregam grupos de agricultores familiares, localidades como Gereba, Jequiriça, Orobó, Candimba, Serra Grande, Unamirim e Várzea, entre outras, estão com suas estradas recebendo os cuidados do Governo de Valença, principalmente com serviços de patrolamento e encascalhamento, e na recuperação de pontes de madeira e construção de pontes em concreto.
Em parceria com os governos do estado e federal, a Prefeitura adquiriu duas novas motoniveladoras e uma retroescavadeira, além de contar com outras máquinas de prestadores de serviços. Em apenas dois anos, os trabalhos se intensificaram e nunca se recuperou tantas estradas como agora. Para isso, o planejamento estratégico da Secretaria de Estradas e Rodagens definiu cinco frentes de trabalhos em 2014, divididas por zona e priorizando as principais vias como as estradas do Orobó e Jequiriçá. Além disso, setores que há mais de 20 anos não tinham manutenção, a exemplo de Serra do Abiá, foram também contemplados. Houve ainda a recuperação de pontes e construção de outras em concreto como a ponte do Paulo, Maria de Bié, entre outras.
Em 2015, com a chegada do verão, os serviços foram intensificados e estradas continuam sendo recuperadas. Os trabalhos prosseguem, por exemplo, nas regiões da Formiga, Jequiriçá, Canoas, Riachão da Serra, Gereba, Serra Grande, Riachão da Serra, Saruê, Jetimano



Só os cegos, idiotas, abestalhados acreditavam em festa de São Pedro. Até às bandeirolas de quinta (5°} divisão na Pça…
[…] medida confirma uma informação que já havia sido antecipada pelo Blog do Pelegrini em 22 de maio, quando publicamos…
Valeu, Eliezer, a satifação foi minha de viajar com um dos profissionais mais gabaritado da área.
Meu caro, Será que o povo vai prestigiar esses "eventos"?! Espero que tenha sucesso em cada bairro, que se valorize…
Profissional exemplar