Dal garante que se não tivesse investido em Valença ele conseguiria ao menos uns 700 votos dos amigos

Depois da matéria do blog sobre os 938 votos de Dal em Valença, chegou até este blogueiro um comentário atribuído ao deputado: mesmo sem pisar na cidade ou fazer campanha por aqui, ele acredita que teria entre 500 e 700 votos.

Se foi isso mesmo que Dal disse, parece que o deputado também ficou longe de soltar foguete com o resultado. E ainda complicou a matemática do grupão!

Vamos pegar os 700 votos que, pela avaliação atribuída a ele, chegariam sem esforço. Sobram 238. Divididos pelos cerca de 15 apoiadores, dão 15,9 votos por cabeça. É uma conta de brincadeira, claro: urna não entrega recibo dizendo qual liderança trouxe cada eleitor.

Mas, nessa hipótese, a média que antes era de 62,5 votos caiu para menos de 16. Minha gente, desse jeito o grupão deixa de ser uma potência eleitoral e vira uma reunião de condomínio!

Sobre dinheiro colocado na campanha, este blog não tem informação para afirmar valores. Não dá para falar em milhões no escuro. A cobrança aqui é pelo tamanho da turma e pelo resultado que apareceu na urna.

E a pergunta continua rodando entre os caciques: “E aí, tu deu quantos votos?” Agora, pelo visto, com o próprio Dal querendo ouvir a resposta!

O grupão de Dal: muito cacique, só 938 votos e uma média de 62,5 por cabeça!

Depois dos 304 votos de Cláudio Cajado, apoiado por Paulo do Ferro Velho, e dos 86 de Roberto Carlos, apoiado por Jairo, apareceu uma conta que merece calculadora, café forte e uma cadeira para Dal se sentar: 938 votos com um grupão de pelo menos 15 apoiadores em Valença!

Tinha Márcio no comando, Matheus Passos, Carlito dos Cocos, Zeca, Paca, Murilo da Suprema, Cláudio Queiroz, Hilton da Impacto, Vagner de Ramiro e outros nomes. Era tanta liderança que, se cada um levasse uma cadeira, já dava para montar um pequeno congresso. Só faltou combinar com o eleitor!

Dividindo os votos pelos 15 apoiadores, dá uma média de 62,5 por cabeça. E esse meio voto aí deve ser de alguém que entrou na cabine pensando em Dal e saiu pensando em outro!

Claro que essa divisão é só uma brincadeira com os números. Ninguém sabe quantos votos cada um trouxe. Mas, pelo tamanho do grupão, a expectativa era uma carreta carregada de votos. Chegou um carrinho de mão e ainda sobrou espaço!

Pelos números que temos, Dal já rondou os 7 mil votos em Valença, depois ficou perto dos 6 mil e agora estacionou nos 938. Rapaz, isso não foi uma queda: foi uma descida de ladeira com o freio pedindo demissão!

Eu trabalhei nas campanhas anteriores de Dal, junto com outros blogueiros. Recebemos pelo serviço de divulgação e fizemos nosso trabalho. Não somos donos de votos, mas sabemos apresentar candidato, mostrar proposta e conversar com o povo.

Naquele tempo, com os blogs participando, a votação estava na casa dos milhares. Agora, com esse desfile de nomes fortes, ficou abaixo de mil. Não dá para atribuir tudo à comunicação, mas dá para Dal coçar a cabeça e perguntar: “Esse povo estava fazendo campanha ou formando um grupo de WhatsApp?”

Porque, no WhatsApp, é uma beleza: “Bom dia, deputado!”, “Estamos juntos!”, “Conte comigo!”. Na urna, parece que o celular ficou sem sinal!

Dal, na próxima, procure também os blogueiros de Valença e faça uma revisão nesse grupão. Nome conhecido ajuda, mas precisa ter trabalho e conversa com o eleitor. Só aparecer na fotografia não resolve, se resolvesse, álbum de casamento elegia deputado!

Dessa vez, o grupão tinha tamanho de atacado e votação de varejo. E Dal ficou no caixa, procurando o restante da encomenda!

Medrado mobiliza apoiadores para ampliar votação de Lula e reduzir abstenção em Valença

Segundo o prefeito Marcos Medrado, a votação para presidente em Valença manteve praticamente o mesmo cenário da eleição passada, com vitória de Lula. Por isso, o recado é direto: “Aqui a gente não tem que reverter nada. Tem é que aumentar!”

Medrado disse que soube de mudanças no cenário eleitoral de outros municípios e quer evitar que isso aconteça em Valença no segundo turno. Para isso, está convocando um verdadeiro exército de apoiadores, com encontro previsto para esta quinta-feira (8), para organizar a mobilização.

A missão é manter a vantagem, ampliar a votação de Lula e diminuir a abstenção, incentivando quem não compareceu no primeiro turno a ir às urnas.

Segundo o prefeito, o transporte aos locais de votação também será reforçado pela prefeitura, em articulação com a Justiça Eleitoral, para facilitar o acesso dos eleitores.

Medrado já colocou o time em campo. Em Valença, a ordem é mobilizar, levar mais gente às urnas e aumentar o resultado!

ACM Neto: o orgulho pode custar o futuro político

Existe uma máxima que diz: “Se você não pode com seu inimigo, junte-se a ele”. Na minha avaliação, ela cabe direitinho na situação de ACM Neto. Mas parece que o orgulho e a pose de superioridade falam mais alto.

Neto quis conquistar o eleitor que vota em Lula, mas não acompanha o PT na Bahia. Agora, ao se alinhar com Flávio Bolsonaro, corre o risco de afastar justamente esse povo. Afinal, quem gosta de Lula pode até aceitar uma diferença na política estadual, mas não necessariamente aceita caminhar com o bolsonarismo.

Eu vejo o futuro político de Neto cada vez mais apertado. O PT construiu na Bahia um projeto que passa de um governador para outro. Na minha leitura, quem sai deixa obras, alianças e uma bagagem que ajuda o sucessor a continuar. Não é uma estrutura que se derruba apenas com sobrenome e vontade de ser governador.

Será que Neto terá disposição para outra disputa? Eu tenho minhas dúvidas. Pelo caminho que escolheu, acho muito difícil chegar ao governo. A política pode mudar, novos grupos podem surgir, mas esse velho projeto do carlismo, hoje tão dependente dele, parece estar perdendo o fôlego.

Talvez a oportunidade estivesse numa aproximação com Lula, construída lá atrás, com diálogo e menos arrogância. Quem sabe uma aliança futura pudesse abrir espaço para disputar o Senado e reconstruir sua força? Isso é uma hipótese minha, claro. Uma candidatura dependeria de acordo político e, principalmente, do voto do povo.

Até sobre Salvador eu tenho uma interpretação: às vezes, parece que falta ao PT enfrentar o grupo de Neto com toda a força que tem no estado. Não digo que exista um acordo para entregar a prefeitura. Eu gostaria mesmo, era de ver uma disputa mais firme. Por isso não considero garantido que uma eventual volta de Neto à corrida municipal terminasse em vitória.

O avô dele sabia fazer essas leituras. Antonio Carlos Magalhães declarou voto em Lula no segundo turno de 2002, apesar das diferenças políticas. Soube reconhecer o momento e abrir uma ponte com um adversário.

Neto poderia ter aprendido essa lição. Política exige convicção, mas também exige saber conversar e entender o que o povo está dizendo.

Essa é a minha opinião: o carlismo está ficando para trás, e o “netismo” não demonstra a mesma capacidade de se reinventar. Quem insiste em enfrentar uma porta fechada, sem procurar outro caminho, acaba cansando antes de entrar.

Opinião: O Nordeste precisa votar pensando no próprio futuro

Por: Pelegrini

O bolsonarista nordestino acredita que, se Flávio Bolsonaro ganhar, as coisas vão melhorar. Eu fico cá pensando: melhorar para quem? Para o Nordeste, tenho minhas dúvidas — e são grandes!

Na minha avaliação, o governo do pai deixou muito a desejar com a nossa região. E eu não vejo motivo para acreditar que o filho terá um compromisso diferente.

Não vou chamar ninguém de burro por causa do voto, mas acho uma grande falta de senso votar sem cobrar compromisso com o lugar onde a gente vive. O Nordeste merece respeito, investimento e oportunidade.

Por isso, minha escolha é Lula. Voto pensando no nosso povo e no futuro da nossa região. Paixão pela política eu tenho, mas o Nordeste vem primeiro!

Paulo cobrou, o blog ouviu: Jairo, que história é essa de 86 votos?

Meu amigo Paulo do Ferro Velho veio cobrar este blogueiro depois da matéria sobre a votação fraca de Cláudio Cajado em Valença: “Pelegrini, você falou de mim, mas não teve coragem de falar da votação do deputado estadual de Jairo”.

Ô, Paulo, coragem não faltou. Faltou foi a informação! Segundo ele, Roberto Carlos, apoiado pelo ex-prefeito Jairo Baptista, recebeu apenas 86 votos no município. Se confirmado, é uma votação de fazer qualquer cabo eleitoral coçar a cabeça!

E vamos esclarecer: aqui não tem perseguição. Tem comentário político e cobrança. A votação de Cajado merecia atenção, até porque sua campanha quase não foi percebida na cidade. Agora, a informação trazida por Paulo também merece espaço. A régua é a mesma.

No caso de Jairo, a pergunta fica ainda mais interessante. Pelo que ouvi dele, quando lhe ofereceram o nome de Rafa de Hildécio, a resposta foi que precisava apoiar o amigo Roberto Carlos, que havia sido correto com ele e conseguido muita coisa para sua gestão junto ao governo.

Ora, Jairo, se Roberto Carlos conseguiu tanta coisa no governo, como combinar esse reconhecimento com a reclamação de que o governo não lhe ajudou? Essa conta precisa de explicação.

Quando estava no poder, Jairo tinha força política. Mas, se foram mesmo apenas 86 votos, o que aconteceu agora? Faltou empenho, faltou estrutura ou o eleitor resolveu seguir outro caminho? O espaço está aberto para Jairo esclarecer.

Paulo fez a cobrança, e ela está registrada. Porque prestígio político não se mede só por fotografia com deputado ou amizade de muitos anos. Na hora da urna, é preciso combinar com o eleitor!

Medrado agradece votação em Valença e convoca: “Agora é Lula no segundo turno”

O prefeito Marcos Medrado usou suas redes sociais para agradecer aos valencianos pelo resultado das urnas e reforçar o apoio ao presidente Lula na disputa do segundo turno.

“Valença deu o recado!”, comemorou Medrado, agradecendo a cada valenciano e valenciana que confiou e caminhou com seu grupo político. Para o prefeito, a vitória representa o reconhecimento de quem acredita no trabalho que vem sendo realizado.

Agora, Medrado já vira a chave para a próxima batalha: “É rumo ao segundo turno com Lula!”

O prefeito promete manter o grupo mobilizado, com a mesma força da primeira etapa da eleição: “É Lula! É o time do trabalho!”

Valença terá dois filhos da terra na Câmara: Lucas Reis e Raimundo Costa

Valença não conseguiu eleger nosso Rafa de Hildécio para deputado estadual, mas tem uma conquista para comemorar: Lucas Reis, filho da terra e ex-assessor do senador Jaques Wagner, vai para a Câmara dos Deputados.

Eleito pelo PT com 192.080 votos, Lucas foi o quinto deputado federal mais votado da Bahia. Uma votação bonita, de quase 200 mil votos! Raimundo Costa, do PSD, também garantiu sua reeleição.

Agora teremos dois valencianos em Brasília. Embora estejam em partidos diferentes, os dois caminham com o grupo de Lula e Jerônimo. Fica a expectativa de que somem forças e trabalhem juntos por Valença e pelo Baixo Sul.

Parabéns, Lucas! Parabéns, Raimundo! Nossa terra merece essa parceria e espera bons frutos desses dois representantes.