Archive | agosto, 2008

SORVETE DE MARACUJÁ NELAS!

Quero lamentar o que vi e ouvi ontem no Banco do Brasil, duas estrangeiras serem mal tratadas por funcionarios do próprio banco. Não sei do que se tratava, mas tenho certeza, por mais que elas estivessem erradas não era para serem tratadas daquele jeito. Lembro que quando cheguei uma estava recebendo uma bronca de uma gerente, a moça se recolheu voltou pra fila e ficou quieta, a outra recebeu tambem uns dois gritos de uma atendente, e eu ouvi muito bem quando ela bradava para a estrangeira: -Pare! Pare! Então o que a senhora está fazendo aqui em nosso país? De quebra, passou pela estrangeira e ainda chamou-a de mal educada.
Como eu ja disse, lamentavél a falta de preparo das nossas pessoas, tenho que fazer uma observação; sempre fui contra o ato de arrogância e prepotência em qualquer repartição pública ou privada deste nosso país, estou farto de ouvir as carteiradas e ter que me calar, o nosso povo é muito mal educado (claro que toda regra tem exceção), mas os funcionários do Banco do Brasil (que tambem tem exceção) são muito arrogantes, falo isso porque também ja fui bancário, e sempre ouvi queixas de clientes em relação aos mesmos. Vejo que o país mudou muitas coisas, mas os funcionários do Banco do Brasil, continuam os mesmos. Precisa-se mudar esta política, o mundo já não comporta mais pessoas assim, só o Brasil é que tem que ser assim? A mim não importa que tenha país pior que o Brasil, nós temos que ser melhor que todos, e os mais privilégiados é que nos dão maus exemplos.
Quero pedir desculpas a essas pessoas, que no dia a dia são pisoteadas por pessoas despreparadas, não só de funcionários do Banco do Brasil, mas de toda e qualquer repartição pública ou privada.
Já que o nosso ramo é sorveteria, gostaria de fazer uma sugestão às duas funcionárias do Banco do Brasil; venham tomar um sorvetinho de maracujá antes do expediente.
Não devo nada ao Banco do Brasil.

Que alívio!!!!

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PÉROLAS DO SENHOR RAMIRO?

Pessoal, em época de eleições, acontecem coisas incríveis, vejam voces que, onde tem um candidato tem sempre uma historinha, eles não saem sem deixar algo a comentar. E aqui em Valença nós temos um candidato que por onde ele passa deixa sempre a marca registrada dele, que é uma piadinha, um ataque aos adversarios, mas sempre recheado de muito humor.
O empresário Ramiro Campelo de Queiroz, um homem bem sucedido nos negócios que administra, considerado o homem mais rico de Valença, há quem o chame de “casas bahia da bahia”, pelo grande crescimento de uma empresa sua no ramo de eletrodomésticos.
O sr. Ramiro Queiroz é candidato a prefeito em Valença, pela quarta vez, teve duas derrotas, uma vitória (da qual foi cassado por crime eleitoral), e agora tenta mais uma vez. As campanhas de “Tio Ramiro” (Ramiro Campelo), são sempre recheadas de cometários e bom humor; contam que um dia uma eleitora pediu-lhe um colchão, e ele disse que o daria, com uma condição; se ele fosse o primeiro a dormir no colchão com ela. Contam também que uma outra tentou pedir-lhe um saco de cimento, mas no meio do tumulto ele só ouviu ela dizer que queria um saco, ao que ele respondeu-lhe; -como posso te dar o saco se ja tem um bocado de gente agarrado nele. Uma outra passagem foi quando ele distribuia picolés pra alguns eleitores, e eis que chegou um atrasado ( quando havia acabado os picolés ), e o mesmo falou: -cheguei tarde não foi? E o Tio Ramiro respondeu: -calma, nem tudo está perdido! E o moço retrucou; -Eu heim… É lá!
Estas histórias do Tio Ramiro eu conto, porque sei que se isto saiu dele, foi de forma espontânea, conheço o cidadão Ramiro e sei que ele não faz nada pra desmerecer um cidadão, Ramiro é um homem popular fala com todos, do mais rico ao mais pobre.
Agora a mais recente do Tio Ramiro não é em forma de piada, e sim de coisa séria, aconteceu em uma das caminhadas dele na Praça de Fátima, no bairro do Lava-pés. Vejam o que ele disse:
*-Eu tambem estou assumindo o compromisso de concluir a última rua que eu não fiz, a Rua do Arrego aqui atrás. Só faltou ela porque me tiraram antes do tempo (quando foi cassado em fevereiro de 2004). Mas eu vou voltar pelos braços do povo. Eu não quis pagar à justiça para voltar, não! Eu recusei a oferta que me fizeram para comprar o tribunal!
Pra não acabar a nossa postagem com esse clima de coisa séria, vou contar uma do Tio Ramiro, essa aconteceu na nossa sorveteria. Como eu tinha dito, Ramiro é um homem popular (ainda mais em época de eleições), e não perdeu a oportunidade de entrar em nossa sorveteria pra fazer a campanha dele, estavamos eu e o Vereador Zé da Hora, Ramiro entrou falou com todos, e dirigiu-se a uma frasqueira de chocolates, pegou o chocolate, abriu, comeu, e depois disse-me:-E agora? Só vou poder lhe pagar depois das eleições, porque se eu meter a mão no bolso, sai maquínas fotográficas de tudo quanto é canto, pra me flagrar!
Propaganda de Ramiro? Não, eu nem voto com ele!

Até a próxima.

*Transcrito do Jornal A Tarde, da coluna Tempo Presente, do dia 21.08.2008.

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