RICARDO MOURA COMEÇA A PERDER APOIO QUE CONSEGUIU NOS ÚLTIMOS DIAS COMBATENDO O CORONAVÍRUS

Depois de acertos sucessivos no combate a propagação do vírus, Ricardão volta a fazer bobagem devido ao assessoramento de sua equipe.

Ao decretar estado de emergência na cidade, tinha em mente cuidar do povo, medidas como fechamento de rodovias, bares, ruas, apontavam para boas medidas chanceladas como eficientes pela OMS. Na cidade as medidas foram bem recebidas pela população.

Apesar da curva de casos suspeitos em Valença manter-se em constante ascendente, ou seja, aumentando exponencialmente, ( dia 22/03 era 9 casos monitorados; 23 já eram 13; dia 25 registrou-se 20 casos suspeitos, já no dia 26 de março 46 suspeitos e hoje, dia 27/03 espantam 69 casos sob monitoramento, segundo boletim epidemiológico) o prefeito publicou hoje no diário oficial um decreto em total descompasso com a realidade, com o número de casos monitorados e a capacidade do sistema municipal de saúde.

Liberou geral, pelo decreto 3.497/2020 de 27 de março de 2020, assinado pelo Prefeito Ricardo Moura e a Secretária de Administração Rosana Moura, ficam retiradas as proibições do funcionamento de parte significativa do setor de serviço e comercio e ontem liberou o Cais para transporte no complexo de Ilha de Tinharé.

Ricardo Moura que vinha acertando nas medidas, ao afrouxá-las passar a fazer parte do seleto grupo de irresponsáveis que já conta com nomes de peso tais como o presidente da República Jair Bolsonaro, o dona da Rede Madeiro de Restaurantes, o famoso Véio da Hava e outros aloprados país a fora.

Caso Ricardo ignore, o sistema de saúde de Valença, atendido pela Santa Casa, tem somente 3 respiradores e não tem UTI.

Agora pergunto: no final da pandemia, quem terá as mãos sujas de sangue de valencianos, Rosana Moura ou o Prefeito Ricardo?

SEM NOÇÃO DE QUE SEJA UMA RECUPERAÇÃO ORGÂNICA PARA A POPULARIDADE DE RICARDO, APOIADORES JOGAM MERDA TODOS OS DIAS NESSA RECUPERAÇÃO

Os apoiadores de Ricardo Moura são uns sem noção mesmo, veja que ontem o governador de Goiânia, Ronaldo Caiado, disse que as palavras do presidente Jair Bolsonaro não entrariam no seu estado, depois do pronunciamento do governador colocaram um vídeo onde pessoas estão supostamente revoltadas com Caiado e atribuem o vídeo à revolta de apoiadores do presidente depois das falas do governador.

Aqui na Bahia houve adesão de 100% dos prefeitos ao apelo do governador, inclusive do prefeito Ricardo Moura, que não precisou dizer que não vai ouvir o que o presidente pede, nossa resposta ao que ele (Bolsonaro) diz foram dada nas urnas. Mas os apoiadores doentes de Bolsonaro que também apoiam Ricardo Moura insistem em dar crédito ao que o presidente falou e largam nas redes sociais todo tipo de apoio aos genocídios praticados pelo presidente.

Com isso, quem se ferra é o prefeito Ricardo Moura, que no momento em que ganha simpatia do povo por estar abraçando a determinação do governador Rui Costa por estar preocupado com a saúde do povo, por outro vem esses pertubadores pregar ao contrário e tiram a popularidade do prefeito. Essas pessoas jogam contra Ricardo porque ele é apoiador de Rui Costa e infelizmente, só ele não vê.

Na verdade o coronavírus veio num momento oportuno para Ricardo Moura onde ele sem saber recupera sua popularidade de forma orgânica, mas seus apoiadores sem noção, jogam merda todos os dias no que ele recupera. Se Ricardo chegar ao final dessa campanha com esses apoiadores será um prato cheio para os adversários.

GOVERNADOR RUI COSTA CONVERSA COM PREFEITOS DA BAHIA

GENTE DA GENTE: MARCELO BORGES NÃO LAMENTA, ENFRENTA O PROBLEMA

Outro bom valenciano é o ex-Secretário de Meio Ambiente de Valença, Marcelo Borges. Marcelo fez um bom trabalho quando esteve à frente daquela Secretaria, mostrando competência e seriedade, além de ajudar as pessoas. E continua ajudando. Recentemente vi nas redes sociais um trabalho seu, onde ele busca arrecadar material de limpeza e higiene para doar para famílias carentes em tempos de coronavírus.

O empenho de Marcelo é de uma nobreza enorme, enquanto muitos se dedicam em reclamar das dificuldades que o povo vai passar, ele se prontifica em resolver uma parte do problema buscando recursos com a ajuda da comunidade. Por isso eu digo, Marcelo é gente da gente.

Parabéns Marcelo! Continue dando exemplos, nós só agradecemos a você, por se empenhar nessa luta em ajudar nossos irmãos mais necessitados.

GENTE DA GENTE: O NOME EDIVALDO É SINÔNIMO DE GUERREIRO

Dois Edivaldos, dois seres humanos, duas almas, dois corações de grande valor para nossa sociedade, gente da gente que se dedica ao trabalho de risco para nos proteger. Ser gari é também ser guerreiro e por isso, nossa homenagen a essas duas pessoas, que diante do grande risco dessa pandemia ainda encontram tempo para cumprimetar e fazer uma foto e registrar esse momento.

Parabéns, Edivaldo Conceição e parabéns, Edivaldo das Virgens, Deus os abençoe e proteja vocês.

Globalização: o impacto do coronavírus em nossas vidas

Por Luciano Lima *

“Nós somos responsáveis pelo outro, estando atentos a isto ou não, desejando ou não, torcendo positivamente ou indo contra; pela simples razão de que, em nosso mundo globalizado, tudo o que fazemos (ou deixamos de fazer) tem impacto na vida de todo mundo e tudo o que as pessoas fazem (ou se privam de fazer) acaba afetando nossas vidas.”

Pouco conhecido do povo brasileiro, o escritor, sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman, em sua obra intitulada “Globalização: As Consequências Humanas” analisa o impacto da Globalização na vida das pessoas, bem como os reflexos de cada comportamento individual intrassocial e seu caráter ambivalente.
Segundo o pensamento de Bauman e de outros sociólogos contemporâneos: Immanuel Wallestein, Roland Robertson e Anthony Giddens, a dialeticidade da globalização impõe estudar conceitos que, longe de se excluírem, é um processo externo, uma ação a distância, que se nutre de ações individuais e das circunstancias da vida local.

Neste diapasão, ensina Zigmunt, linearidade e descontinuidade, homogeneidade e heterogeneidade, local e global, interno e externo, tempo e espaço não são conceitos que se excluem.

A globalização não é sinônimo de sistema mundial, e não está simplesmente lá fora. É um fenômeno também, interno, que está ligado as ações da vida local. Destarte, decisões que tomamos como indivíduos são com frequencia, globais em suas implicações.

Em tempos de pandemia do Coronavirus, fica evidente o pensamento desses sociólogos, acerca dessa interrelação entre as ações (dos indivíduos), as causas e os efeitos, (nos indivíduos), desse mal globalizado.

A globalização das doenças, ou seja, a difusão dos mesmos quadros mórbidos por todas as partes do mundo começou no ano de 1492, com a descoberta (ou conquista) da América, que assinalou, para povos e doenças, a passagem da separação à comunicação.

Antes disso, diferentes condições de ambiente, de nutrição, de organização social e cultural, de presença ou ausência de agentes e de vetores biológicos das doenças transmissíveis haviam criado quadros epidemiológicos muito particulares, no velho e no novo mundo.

Hodiernamente, as denominadas doenças da globalização: SARS, Ebola, Gripe Aviaria, Gripe Suína e agora Covid-19, tem causado a morte de milhões de pessoas ao longo do tempo e no espaço geográfico global.

A velocidade de disseminação dessas doenças é a mesma verificada nas revoluções: industrial, tecnológica, econômica e social, ao longo das últimas décadas.

O Coronavirus indica produzir efeitos sociais e econômicos que podem ser devastadores. Os impactos na saúde e na mortalidade humana também podem ser imensuráveis. Mas isso vai depender de pelo menos três fatores essenciais: 1) como o vírus evolui diante das vacinas e dos medicamentos utilizados; 2) o que os governos estão fazendo; 3) o que cada pessoa está fazendo.

É exatamente no comportamento humano que reside o maior desafio nessa batalha epidemiológica. Pois impõe ao cidadão uma pseudo dualidade entre SEGURANÇA e LIBERDADE. Onde a primeira é o nosso lar, o nosso isolamento social, uma separação temporal, e a segunda é a nossa escolha entre sorte e azar, saúde e doença, vida ou morte.

Mas afastando-se dessa aparente – e somente aparente – dualidade, o momento é de reflexão e de contribuição individual. De atenção as regras de educação sanitária, de restrição social e de comportamento empresarial.
Cada conduta individual pode impactar a saúde e a vida alheias, numa escala mórbida sem precedentes, não importando se você está na base ou no topo dessa cadeia vitimológica, política, social, cultural ou econômica.
É muito difícil prever. Mas uma coisa é certa: depois que essa crise finalmente for controlada, haverá outra. Após esse virus, virá outro.

Portanto devemos usar essa pandemia, por mais que ela ainda se desenvolva, como uma lição para o futuro, sem esquecer o que FIZEMOS, o que FAZEMOS e o que FAREMOS para “desglobalizar” as doenças e humanizar nossas condutas cotidianas.

Aproveitemos os ensinamentos propostos por Haemin Sunim, em seu livro “As coisas que você só vê quando desacelera”.

“O ar que INSPIRO entra em meu corpo e se torna parte de mim. O ar que EXPIRO entra em outra pessoa e se torna parte dela”.

Assim, com essa desaceleração imposta pela quarentena, podemos analisar e compreender a importância de cada um de nós. Dentro e fora de nossos lares. Dentro e fora dos corações alheios.

Globalizaremos então, o amor, o carinho, o afeto, a compreensão e a proteção. Contaminando cada irmão com abraços, beijos e apertos de mão. Isso num futuro que logramos esteja bem próximo.

*Luciano Lima
Advogado, Pós-Graduado em Direito,
Professor de Direito Civil e Processual Civil.
Mestrando em Ciências Jurídicas e Ciência Política,
pela Universidade Infante Dom Henrique.
Articulista e Consultor Político.

GENTE DA GENTE: LAU E JUCÉLIA OS ANJOS BONS DE VALENÇA

Lembrei de homenagear esses dois em seguida, porque Luizinho nos traz lembranças deles. Jucélia e Lau, ela ex-prefeita de Valença e ele um guerreiro ao lado da esposa. Não esqueço quando Luizinho tinha apenas alguns meses e teve um princípio de bronquiolite, ainda não tínhamos o plano de saúde dele. E Jucélia, juntamente com Núbia, outra gurreira, nos auxíliou, dando apoio e providenciando o hospital para tratar meu neto, não esqueço do Hospital do Subúrbio, uma referência. Ficaram conosco até o momento em que Luizinho melhorou. Essas coisas marcam.

Tenham certeza que eles fazem isso com todo mundo, é um dom, por isso são gente da gente!

GENTE DA GENTE: LUIZ VICTOR PELEGRINI, UM ANJO QUE DEUS ME ENVIOU

Enquanto a pandemia não passa quero homenagear pessoas, gente que faz parte da nossa sociedade, políticos, empresários, profissionais liberais, servidores públicos, garis, polícia, enfim: todos nossos irmãos. Quem eu citar por aqui, é porque está aqui e no coração, quem não for citado estará no coração.

Hoje quero começar homenagenado meu neto, Luiz Victor, na semana passada esteve febril e nos deixou muito preocupados. Com essa onda, já sabe né? Mas a mãe é uma insistente nos problemas do filho e com a ajuda de doutora Érica (um anjo, médica carioca, que tem um filhinho também com down, atende Luizinho duas vezes no ano), conseguiu detectar o problema de meu amor, Mariana descobriu que a gargata dele estava vermelha, muito inflamada, doutora Érica medicou e hoje ele está cem por cento, assim, com essa carinha de cima.