Nota de utilidade pública

O “Movimento pela Segurança e Cidadania a Região que Temos e a Região que Queremos!”, Vem de público informar a população de Valença e do baixo sul, que em virtude da ação do governo do estado convidando a comissão formada pelas 7 CDL’s, OAB, APLB, Maçonaria, Rotary, Lyons, Igreja Católica, Associação das Igrejas Evangélicas,  FEMAMVA, Agentes de Saúde, Associação dos Produtores  da  Zona Rural e outras, para uma reunião na Governadoria na terça-feira às 14:00h com 04 (quatro) Secretários do Estado e às 16:00h com o Governador, para discussão das reivindicações de Valença e do baixo sul na área de segurança. Decidiu-se provisoriamente pela suspensão da caminhada no dia 05 de novembro terça-feira, às 15:00h, já que a caminhada não era um fim, mas sim, um meio de chegar as autoridades do estado para entregar as reivindicações mais urgentes na área de segurança da região.

Aproveitamos para agradecer a todos que assinaram o abaixo-assinado. As empresas, instituições e igrejas que ainda não devolveram o mesmo, favor fazer a entrega até o dia 04 (segunda-feira) na ACE/CDL, para serem incluídos nos documentos reivindicatórios que serão entregues na oportunidade ao governo do estado.

A Comissão.

ROBERT LUCAS VENCE O CANTE O QUE QUISER

Robert Lucas O público lotou o teatro do Centro de Cultura Olivia Barradas, para assistir a final do show de calouros “Cante o que quiser”. Foram doze artistas, que interpretaram duas músicas para apreciação da comissão julgadora. Matheus Magyver, Gabriel e Cássia, Cícero Sena, Jaqueline da Hora, Luana e Elaine, Joilson Santos, Reilana Gomes, Lucas Aguiar, Anderson Neves, Paulo Alves, Gennifer Lee e Mahena Brandão e Robert Lucas foram os finalistas do certame.

O evento contou com as participações especiais do cantor Zai Pereira; do músico e cantor David Terra, acompanhado pela gaita mágica de Alexandre Borges; uma coreografia montada especialmente para a final da Cia Moviments sob a direção de Thiago Mascarenhas e um trio instrumental no comando de Anderson Campos.

Em segundo lugar ficou a dupla Luanna e Elaine; em terceiro lugar, Gennifer Lee e Mahena Brandão e em quarto lugar Reilana Gomes. O diretor do Estúdio Luz, Elson Luz garantiu a participação de Quézia Luz, vencedora do The Voice Brasil em uma das faixas do CD de Robert Lucas e os três classificados terão também gravadas músicas em um CD promocional.

As “terras do Una”: homenagens e reflexões

Por Jorge Amorim*

jorge amorim Ao atravessarmos a ponte que liga os municípios baianos de Jaguaripe e Valença, ou vice-versa, nossos olhos são magnetizados pela exuberância restante da mata Atlântica que é cortada pelo rio Jiquiriçá, o qual é responsável por guardar naquele trecho de águas uma pequena ilha fluvial. E quão bela é aquela ilhota! Ali perto, vê-se ao lado da rodovia BA-001 uma placa indicando a entrada para as “RUÍNAS DA IGREJA DE STº ANTÔNIO”, templo construído em 1720 juntamente com a freguesia de Santo Antônio dos Prazeres do Jiquiriçá.

Deixemos sob interrogação ao caro leitor ou a cara leitora, por um momento, quanto a essa capela ao popular “santo casamenteiro”. Como foi edificado nos primeiros anos do século XVIII nas proximidades do rio Jiquiriçá, caminho de água para os exploradores europeus que por ali passavam abastecedor de engenhos e fazendas, aquele templo pode ter sido o embrião da religiosidade católica na região valenciana e o da veneração a Santo Antônio, antecedendo assim as homenagens a Nossa Senhora do Amparo, atual padroeira do município. Com suas paredes de adobe colossais, o pequeno templo deixa uma atmosfera de “mistério” histórico.

Segundo o professor Edgard Oliveira no livro “Valença: dos primórdios à contemporaneidade”, sobre um monte que ficava à margem direita do rio Una foi construída a capela do Amparo pelo missionário frei Bernardino de Milão. Era o ano de 1750. Quarenta e nove anos depois, em 1799, devido “ao grande progresso e desenvolvimento econômico e populacional” do povoado de Una, nascido à sombra da cruz católica da igreja de Nossa Senhora do Amparo, o desembargador Baltazar da Silva Lisboa, da então comarca de Ilhéus, propôs ao governador da capitania da Bahia Fernando José de Portugal (1788-1801) a elevação daquele povoado à posição de vila.

Em 10 de junho de 1799, as “terras do Una” passaram a ter autonomia do município de Cairú, sua terra-mãe, com a eleição de conselheiros locais – os vereadores de hoje –, a indicação de juízes, escrivães e um capitão-mor. E mais, aquelas “terras” adquiriram o nome de vila de Nova Valença. A homenagem desta denominação foi a Afonso Miguel de Portugal e Castro, governador da capitania da Bahia entre 1779 e 1783 que levava o título nobre de 4º marquês de Valença, cidade localizada ao norte de Portugal. Foi durante o governo do 4º marquês de Valença que a localidade das “terras do Una” obteve “estradas para o sertão”, “a cultura do arroz” e “a cultura do café”.

Preitos à parte, em cinquenta anos a vila de Nova Valença subiu o degrau administrativo chegando à categoria de cidade com a denominação de Cidade Industrial de Valença em 10 de novembro de 1849, data até hoje comemorada como a da emancipação político-administrativa de Valença. É bom chamarmos a atenção da cara leitora ou do caro leitor para o termo “Cidade Industrial”, pois foi a partir do século XIX que Valença adquiriu positiva relevância na área da indústria têxtil.

Para termos uma noção exata disto, o historiador Luís Henrique Dias Tavares diz em sua obra “História da Bahia” que a fábrica de tecidos Todos os Santos, propriedade do comendador e comerciante de escravos Antônio Pedroso de Albuquerque, localizada em Valença, estava entre as sete principais da Bahia. Entrando no século XX, a fábrica de tecidos Nossa Senhora do Amparo, pertencente à notória Companhia Valença Industrial (CVI), era a mais importante e única do interior baiano, de modo que outras oito fábricas têxteis concentravam-se em Salvador.

O economista Rômulo Almeida (1914-1988), autor do clássico artigo intitulado “Traços da história econômica da Bahia no último século e meio”, chega a afirmar neste trabalho acadêmico que a fábrica têxtil de Valença ficou conhecida como a melhor, quiçá, “em todo o Império e talvez Sul América”. Portanto, observamos o quanto a industrialização deve ser incentivada em nossa atualidade, partindo de uma questão muito simples: Valença precisa revitalizá-la, sendo este uma das suas fortes inclinações, complementada com a sua forte tendência turística natural caracterizada por suas praias, resquício de mata Atlântica e história.

Com estas homenagens, por nós aqui realizadas, a Valença que ainda possui um belíssimo casario secular de preciosidade arquitetônica às margens do rio Una e que presenteou – e presenteia – a Bahia, o Brasil e o mundo com personalidades excepcionais, merece ser presenteada com mais zelo à sua história por parte dos seus representantes políticos e da população.

PARABÉNS VALENÇA POR SEUS 164 ANIVERSÁRIOS!

*Jorge Amorim é professor da Faculdade de Ciências Educacionais (FACE, Valença), da Faculdade Eugênio Gomes (FAEG, Ipirá) e mestre em História Contemporânea pela Universidade de Lisboa, Portugal.

Vereador Adailton Francisco reune-se com o deputado Luiz Alberto e lideranças comunitárias para debater emenda parlamentar

image Neste sábado (02), o vereador Adailton Francisco, realizou um encontro com a presença do deputado Federal Luiz Alberto (PT) e lideranças comunitárias do município de Valença, para discutir a destinação de emenda parlamentar para serem aplicadas em 2014, através da prefeitura, associações e cooperativas.

As atividades iniciaram com uma reunião entre o vereador, a prefeita Jucelia, o deputado e algumas lideranças, tendo como pauta a destinação de emenda parlamentar para o município de Valença, a prefeita agradeceu a presença do deputado e a iniciativa do vereador e se comprometeu em executar as emendas conforme as indicações discutidas com as lideranças.

image Após a reunião, aconteceu um almoço, com a participação da prefeita e demais convidados.

As atividades se estenderam até o final da tarde com a presença do deputado e as lideranças, que discutiram as demandas de cada entidade representada e das possibilidades de destinação de emendas parlamentar.

No final do encontro, o vereador Adailton, agradeceu ao deputado pelo o apoio ao mandato e a participação de cada representante, destacando a presença da prefeita e o compromisso assumido por ela em executar as emendas conforme as indicações.

ASCOM-Vereador Adailton

TESESETCETERAETAL

Por Alcides Bulhões

SE UM DIA (…)

Se um dia as liberdades constitucionais fossem de fato respeitadas;

Se um dia todos fossem, de fato, iguais perante a Lei;

Se um dia todos soubessem quais são e como exercer os seus direitos;

Se um dia houvesse respeito recíproco aos direitos dos outros;

Se um dia a propriedade e a individualidade fosse respeitada;

Como seria?(…)

Se um dia as pessoas fossem menos individualistas;

Se um dia as pessoas deixassem de olhar meramente para si e para os seus;

Se um dia pobres, marginalizados, negros e homossexuais adquirissem respeito e dignidade;

Se um dia a sociedade fosse menos preconceituosa;

Como seria? (…)

Se um dia a política não fosse tratada como jogo de futebol;

Se um dia as pessoas soubessem escolher melhor seus representantes;

Se um dia as autoridades soubessem exercer suas funções sem abuso;

Se um dia a cultura e a história de uma comunidade fosse mantida como atributo de sua identidade;

Como seria? (…)

Se um dia os preceitos trazidos por Jesus Cristo fossem seguidos por todos;

Se um dia todos amassem ai próximo como a si mesmo;

Se um dia todos soubessem que a morte é a única certeza;

Como seria?(…)

Se um dia os religiosos soubessem que se Deus for verdadeiramente justo (e é) não só os adeptos de sua religião serão salvos;

Se o estado fosse verdadeiramente laico;

Se um dia os representantes religiosos se preocupassem com o bem geral da população, não com os seus próprios caprichos;

Se um dia os representantes religiosos utilizasse de sua posição para glorificar às máximas do cristo e não a politica;

Se um dia a Caridade e o Amor ao próximo não fosse utilizada apenas no discurso;

MELHOR SERIA?

O ROSA PASSOU E UM BEATO TIRADO A ESPERTO SE DEU MAL NA LAVAGEM DO AMPARO

A campanha do Outubro Rosa passou e as luzes voltaram ao normal. Muitos diziam que a prefeita estava iluminando a cidade daquela cor porque era a cor de sua campanha na última eleição. Alguns até disseram que entrariam com recursos na justiça por improbidade administrativa. Se alguém foi, se ferrou porque o rosa destacado nas luzes da ponte e da Recreativa era para simbolizar o evento mais divulgado no mundo, prevenção do câncer de mama.

Agora, que Jucélia está se tornando uma grande política, isso não resta dúvidas. Não se indispõe com os adversários, não liga para o que falam. Todos da sua família a ajudam a trabalhar, visita o Governador e seus Secretários sempre e já conseguiu mais recursos junto ao governo do estado que o seu antecessor, inclusive supera Ramiro Campelo em popularidade. Numa breve pesquisa na cidade perguntou quem foi ou está sendo o melhor gestor, entre ela e o velho chacal. Não deu outra, De 100 entrevistas, Ramiro só teve um voto, dizem que nem parente votou nele. Comentei com a prefeita sobre as lâmpadas rosas e ela me disse: “Pelegrini, tudo isso é coisa de Deus, vem assim mesmo, não poderia ser outra cor”.

Mas o que mais me chamou a atenção nesses últimos dias sobre coisas que envolvem a prefeita Jucélia, foi a tacada que ela deu num certo beato, cara de pau, puxa-saco de político e interesseiro, que queria fazer da Festa da Lavagem do Amparo palanque para políticos de seu interesse e que lhes dão umas gordurinhas, tentando botá-los pra falar. Jucélia que já está ficando esperta para esse tipo de gente, pegou o microfone, deu o recado e encerrou a festa para não dar conotação política no local já que os padres não queriam que a festa virasse uma festa “político/religiosa”. O beato ficou com cara de tacho e dizem que ele saiu dizendo que a prefeita foi muito mal educada. E ele? Espertinho, querendo economizar o dinheiro dos políticos para sobrar pra ele, querendo que os seus amigos aproveitassem os microfones e palanque alugados pela prefeita. Be(a)stinha!

Para finalizar, eu acho que a astúcia do beato foi ingênua, querer enganar tanta gente com aquela cara de idiota… Vaaaaiiiiiiiiii!!!!!

CIRETRAN E PRESÍDIO DE VALENÇA TEM NOVOS COORDENADORES

Na semana passada houve algumas mudanças em alguns cargos de confiança do governo do estado aqui em Valença, que foi o caso da CIRETRAN e do presídio. Na CIRETRAN caiu  José Aparecido e no presídio caiu o coronel Couceiros. No primeiro caso não sabemos dizer o que teria acontecido para o afastamento do senhor Aparecido, inclusive o grupo do PDT fez até uma manifestação escrita, aqui no blog, pela permanência dele na CIRETRAN. Sabemos que a indicação foi do ex-prefeito de Tancredo Neves (Quinha), mas ele teria dito que não queria mais o senhor Aparecido no cargo, sem ao menos esclarecer o porque. E o cargo acabou ficando para indicação da prefeita Jucélia Nascimento, que já indicou outro coordenador. No segundo caso o cargo era do PDT que o coronel Couceiros ocupava há dois anos. Ultimamente podíamos sentir a insatisfação do coronel no cargo, por várias vezes víamos críticas dele nas redes sociais ao governo do PT, com certeza deveria estar muito insatisfeito, mas também não sabemos porque.

Apesar de muitas pessoas já saberem quem ocuparão os cargos vagos, não vou informar aqui os nomes porque ainda não conversei com os dois, mas de uma coisa tenho certeza, são também homens de bem e técnicos. Apesar de esses cargos serem cargos políticos, o governo acertou nas duas qualidades dessas indicações.

O POLITICAMENTE CORRETO E OS ENTRAVES PARA O DESENVOLVIMENTO

O Analista

Ao pesquisar o significado do termo “politicamente correto” certamente se encontrarão uma serie de definições e, uma delas se enquadrará perfeitamente no conceito ao qual se pretende exprimir, no caso em questão o significado que mais se aproxima é o que diz: “Atuar no processo político de forma a atender todas as demandas legais, tendo um comportamento honesto, íntegro e socialmente responsável”. Simples assim, sintético e objetivo.

É politicamente correto se fazer a defesa do meio ambiente e a utilização racional dos seus recursos? Claro, ninguém seria imbecil o suficiente para contrariar algo tão lógico e em moda nos dias atuais. Em moda também está a bandeira contra a corrupção, que desde as manifestações de junho tornaram o cidadão brasileiro moralmente superior a classe política que ele próprio elege, nesses termos a máxima que “os governantes são o retrato do seu povo” deixou de prevalecer, o Brasil se tornou uma exceção.

Retornando a questão ambiental, já há algum tempo circula um vídeo na internet do movimento Gota d’Água contra a implantação da hidrelétrica de Belo Monte (http://www.youtube.com/watch?v=TWWwfL66MPs). Esse movimento é composto de uma serie de artistas “globais” que se utilizam do “politicamente correto” para expressar a opinião de que Belo Monte é uma espécie de catástrofe ambiental. Antes de se avaliar a legitimidade e a veracidade do que defende esse movimento é preciso se falar um pouco do nosso País.

Na última década o Brasil deu um salto gigantesco no seu crescimento, quadriplicou o seu PIB, declarou sua independência do FMI, aumentou suas reservas internacionais e controlou sua dívida líquida. Dentro desse ambiente o debate nacional assumiu uma nova abrangência, saímos do imediatismo de ter que fazer o bico pela manhã para pagar o almoço e inserimos conceitos de planejamento e visão estratégica de futuro.

Redescobrimos que o grande entrave para que o Brasil possa continuar a crescer e se desenvolver de forma estável e duradoura é a falta de Infraestrutura. Nossos portos estão subdimensionados, nossos aeroportos não suportaram o aumento da demanda, os nossos cidadãos precisam ser mais bem qualificados, temos que equilibrar a relação burocracia e eficiência, precisamos de rodovias, ferrovias e acima de tudo produzir energia para alimentar a fornalha do desenvolvimento.

Existem diversas formas de se produzir energia, pode-se aproveitar o calor do sol, a força das águas e dos ventos, se queimar recursos naturais, provocar reações nucleares e etc. Até bosta de boi hoje é considerada fonte de energia. Em todas essas opções se encontrará prós e contras, não há nenhuma isenta de efeito colateral. A opção pelo recurso se faz analisando aspectos ambientais, científicos, estruturais e principalmente que passam pela viabilidade econômico-financeira.

A decisão por Belo Monte levou em conta a nossa vocação natural e expertise, que certamente contribuirão para um melhor resultado. Com certeza haverá danos ambientais imensos, muitas espécies nativas de plantas e animais serão sacrificadas e populações indígenas terão de ser remanejadas, entre outras. O impacto ambiental será significativo e terá que ser mitigado ao máximo.

O caminho do desenvolvimento é árduo e exige sacrifício. Os EUA por exemplo tem parte da sua matriz energética ainda a base da queima de óleo e carvão, existe dano ambiental pior do que esse? Os franceses ainda acendem suas lâmpadas através de reatores nucleares, que além de representarem um risco incalculável tem como subproduto o lixo radioativo que o mundo ainda não sabe o que fazer com ele. O manual do politicamente correto diria que as energias solares e eólicas são a solução, e o custo? A verdade é que enquanto a viabilidade econômica desses recursos não forem alcançadas, para grandes escalas, ainda teremos que optar por outros meios de produção de energia.

A falta de habitação decente, de saneamento básico nas cidades, a poluição dos nossos rios e lagos pelo lançamento de resíduos sem o tratamento adequado, os nossos lixões e o consumo descontrolado dos recursos naturais devido a pobreza do nosso povo são os maiores crimes ambientais que cometemos. Temos que ter a clareza de que só resolveremos isso com crescimento e desenvolvimento. Por esse ponto de vista Belo Monte não é o vilão da estória, pelo contrario é um meio pelo qual o nosso País pode se tornar mais independente e potencialmente capaz de enfrentar as demandas ambientais. O que não podemos aceitar é que um projeto de Nação seja afetado por que existem dificuldades no processo.

Que os nossos artistas “globais” exercitem o politicamente correto primeiro em suas casas separando o seu lixo, racionalizando o seu consumo, educando os seus filhos e netos para essa nova realidade no enfrentamento das questões ambientais que não exige apenas uma consciência coletiva e passa também pelo comportamento individual. Militar contra o interesse nacional levantando bandeiras que atravancam o desenvolvimento, se utilizando de justificativas pseudo politicamente corretas, é querer fazer uma tempestade num copo d’água!

Recomendo o vídeo de alunos de Engenharia da Unicamp rebatendo os argumentos e chiliques do movimento gota d’água (http://www.youtube.com/watch?v=gVC_Y9drhGo).