Categoria: Política

Reabertura do Posto do CrediBahia em Valença

A Prefeitura de Valença, através da Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços intermediou a reabertura do posto do CrediBahia no Município,   que tem como líder de agentes de crédito, Kauane Santos. No ultimo dia dez de abril foram retomados, em Valença, os trabalhos do programa CREDIBAHIA,  que é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – SETRE, e do DESENBAHIA, em parceria com SEBRAE e Prefeituras Municipais, e  com o objetivo de criar alternativas de geração de ocupação e renda através do microcrédito.

credibahiaA reabertura do CrediBahia em Valença é de suma importância no sentido de promover acesso ao crédito ágil e sem burocracia  a micro e pequenos empreendedores, de forma a potencializar e criar condições de formalização desses negócios. O público alvo são os empreendedores de micro e pequenos negócios (formal ou informal) da área urbana, com faturamento anual de R$120 mil, e com taxas de juros de 0,41% a.m. Após a reabertura do posto do CrediBahia já foram feitos mais de R$ 100 mil em empréstimos.

O posto está localizado na Rua Marechal Floriano Peixoto, 101, no centro da cidade, com horário de atendimento das 08 às 12 horas e das 14 às 17 horas. Contatos também através do telefone  (75)3641-9591 e do e-mailcredi_valenca2@yahoo.com.br

Ascom – Governo de Valença

NOTA DE PESAR

O Governo de Valença vem a público manifestar o mais profundo pesar pelo falecimento do ilustre filho desta terra, Washington César Santos, atleta esportivo de grande destaque nacional e motivo de orgulho para os seus conterrâneos.  Ao mesmo tempo presta condolências aos familiares e amigos enlutados por essa grande e irreparável perda.

 Valença, BA, 25 de maio 2014

 Jucélia Nascimento

Prefeita

Santa Casa de Valença na Feira Hospitalar em São Paulo

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Gestores  conferiram lançamentos tecnológicos para reequipar a instituição

Integrantes da Santa Casa de Misericórdia de Valença participaram na última semana do Fórum Feira Hospitalar 2014, o mais importante fórum de saúde da América Latina, voltado à apresentação de produtos e desenvolvimento de negócios na área médico-hospitalar.Participaram do evento o provedor da Santa Casa, Guido Araújo Magalhães Junior, o diretor administrativo-financeiro Márcio Lima, o tesoureiro Zacarias Charroud e a gerente operacional Adriana Couto.

Durante o evento, a equipe conferiu os lançamentos e tendências tecnológicas, com olhos na modernização de equipamentos  para a instituição, previstos para acontecer em 2014. Entre os equipamentos pesquisados, tem-se o tomógrafo Siemens 16 canais, focos cirúrgicos, carro anestésico de última geração, Autoclave acima de 350 litros BAUNER, além de mobiliários que proporcionarão mais qualidade e segurança para o paciente, médico e colaborador. Alguns itens já foram adquiridos e têm previsão de chegada nos próximos 60 dias.

AULA DE DANÇA DO VENTRE COM ANDREA MASCARENHAS EM VALENÇA

dança do ventreA Trupe Mandhala, grupo de Dança Étnica Contemporânea criado em Feira de Santana, através de uma de suas integrantes, a dançarina e professora Andréa Mascarenhas, traz para cidade de Valença aulas regulares de Dança do Ventre com seus diferentes estilos e fusões. As aulas vão acontecer todas as 2ªs, das 18:30h às 20:30h, no Centro de Cultura Olívia Barradas, com início a partir do dia 02/06/14. E haverá uma prévia, através de uma aula experimental gratuita, realizada no dia 26/05/14, oferecida a toda comunidade feminina de Valença.

As aulas de Dança do Ventre podem ser praticadas por todas as mulheres em qualquer idade que queiram estar em contato com essa arte oriental milenar e desfrutar de seus inúmeros benefícios, tais como:

– Resgate e estímulo da feminilidade

– Valorização da auto-estima e vaidade;

– Proporciona reeducação postural;

– Incentivo a integração social;

– Tonifica e enrijece a musculatura;

– Desenvolve a coordenação motora e melhora o eixo de equilíbrio;

– Prevenção de transtornos depressivos;

– Relaxa o corpo e alivia o estresse;

– Promove na mulher a aceitação de si mesma como ser encantador, diferenciado e belo.

Mais informações: (75) 8875.5313 | 9178.7848

andrearougefsa@yahoo.com.br

 

EXPERIMENTE E DESCUBRA-SE!

VEM DANÇAR!!!

PARADA GAY, PELAS LENTES DE RICHARD MAS

bicha III

A bicharada brilhou ontem a tarde, aconteceu mais uma “Parada Gay”. Mais uma realização da bibona maior, Rodrigo Mário

bicha

Um espetáculo de cores e sensualidade, cada uma queria ficar mais bonita que a outra

bicha II

Dalmo Reis o eterno cover de Ney Matogrosso

 

PARA REFLEXÃO DO DIA: ENQUANTO A REVISTA VEJA MOSTRA UM PERSONAGEM AMERICANO (FICTÍCIO) ASSUSTADO COM OS “ABSURDOS” DO BRASIL, ELES MOSTRAM QUEM VERDADEIRAMENTE SÃO, COMO NA PELE DE ELIOT RODGER

“Armas não matam pessoas — americanos matam”: Michael Moore e o novo assassinato em massa nos EUA

Por Kiko Nogueira (DCM)

eliot

O dia de fúria de Elliot Rodger é mais uma cena típica de uma tragédia americana. Aos 22 anos, ele matou seis pessoas perto do campus da Universidade da California, na bonita Santa Barbara, e feriu mais sete. Morreu em seguida, perseguido pela polícia, com um tiro na cabeça, aparentemente suicídio.

Elliot planejou o massacre. As três primeira vítimas foram esqueadas. Horas antes, postou um vídeo horripilante no

YouTube chamado “Retribution”, em que detalha seu plano. Fala em “punir as mulheres” pelo que elas lhe fizeram.

“A faculdade é o momento em que todos experimentam coisas como sexo, diversão e prazer”, diz. “Mas naqueles anos eu tive que apodrecer na solidão. Não é justo. Vocês, garotas, nunca se sentiram atraídas por mim.”

Elliot estava sendo tratado por vários terapeutas. Deixou muitas pegadas na web. Fazia parte de um fórum chamado PuaHate.com, que se dedica a detectar fraudes em “técnicas utilizadas por gurus de sedução”. Um mês antes do ocorrido, a polícia o procurou, por insistência de sua família. Oficiais conversaram com ele e não viram nada errado. Elliot teria dito a amigos que, se os policiais tivessem realizado uma busca em seu quarto, encontrariam suas armas.

Escreveu um manifesto de 141 páginas, uma espécie de nota de suicida transformada em autobiografia, explicitamente misógino. O nome era “Meu Mundo Distorcido”. Seu pai era o diretor de cinema Peter Rodger, assistente do blockbuster “Jogos Vorazes”. Foi quem primeiro o identificou para as autoridades.

Esse horror já está se tornando tão comum nos Estados Unidos que até a cobertura da mídia passou a ser menos intensa. Segundo o site especializado shootingtracker.com, houve 365 assassinatos em massa em 2013 — um para cada dia do ano.

O depoimento mais preciso sobre a loucura de Elliot Rodger foi dado pelo cineasta Michael Moore, autor de “Tiros em Columbine”, o documentário ganhador do Oscar que aborda a chacina em uma escola acontecida em 1999.

Moore é um ativista do desarmamento da sociedade americana. “Eu não tenho mais nada a dizer sobre o que é agora parte da vida normal”, escreveu. “Tudo o que eu tinha a falar eu falei há 12 anos”.

Para Moore, enquanto os EUA não admitirem seu problema com a violência e o governo não aprovar leis de porte de armas mais rigorosas, a história está condenada a se repetir indefinidamente.

Eis seu testemunho:

Com o devido respeito àqueles que estão me pedindo para comentar sobre o tiroteio de ontem à noite na UCSB em Isla Vista – Eu não tenho mais nada a dizer sobre o que agora faz parte da vida americana normal. Tudo o que tenho a falar sobre isso eu falei há 12 anos: somos um povo facilmente manipulado pelo medo, que nos leva a colecionar um quarto de bilhão de armas em nossas casas, muitas vezes facilmente acessíveis para jovens, assaltantes, doentes mentais ou qualquer um que se encaixe no momento.

Somos uma nação fundada na violência, aumentamos nossas fronteiras por meio da violência e permitimos que os homens no poder usassem a violência em todo o mundo para promover nossos chamados “interesses (corporativos)”.

A arma, não a águia, é o nosso verdadeiro símbolo nacional. Enquanto alguns países têm um passado mais violento (Alemanha, Japão), mais armas per capita em casa (Canadá), e as crianças na maioria de outros países assistam aos mesmos filmes violentos e joguem os mesmos videogames, ninguém chega perto de matar o número de seus próprios cidadãos em uma base diária como fazemos – e ainda assim nós não nos fazemos essa pergunta simples: “Por que nós?  Por que os EUA??”

Quase todos os nossos fuzilamentos em massa são cometidos por homens brancos com raiva ou perturbados. Nenhum deles é cometido por mulheres. Hmmm, por que isso? Mesmo quando 90% do público americano pede leis de armas mais fortes, o Congresso se recusa – e, então, as pessoas se recusam a removê-los do cargo.

Assim, a responsabilidade recai sobre nós, todos nós. Não vamos aprovar as leis necessárias, mas o mais importante é que não vamos considerar por que isso acontece aqui o tempo todo. Quando a Associação Nacional do Rifle diz: “As armas não matam pessoas – pessoas matam pessoas”, ela está certa até a metade.

Só que eu iria alterar isso para o seguinte: “As armas não matam pessoas – americanos matam pessoas”. Aproveite o resto do seu dia e tenha a certeza de que tudo isso vai acontecer de novo muito em breve.