O ARROGANTE E DECADENTE, COLLOR.

Feriu-me, ver o senador Fernando Collor de Mello referir-se a senadora Ideli Salvatti a uma galinha, e depois tentar se justificar dizendo que a estava elogiando, perdão, mas a senhora desmoralizou as mulheres pela falta de atitude, porque não cabia menos que um tapa na cara, ainda mais que se trata de um político sem caráter, desmoralizado.

Não culpo totalmente a senadora pela falta de atitude, porque entre ela e o Collor estava nada mais nada menos que um outro desmoralizado pela compra de um dossiê na campanha a governo do estado de São Paulo o senador Aloizio Mercadante, e talvez o tapa tivesse que ser longo e demorado.

Senadora Ideli, não comungamos pelos mesmo ideais em questões partidárias, mas tenho o maior respeito por todas as mulheres desse país, quero levar meus sentimentos de solidariedade até a senhora, e dizer que o que foi dito pelo Fernando Collor, não passa de canalhices de homens que agridem mulheres a todos os instantes nesse país, e mostram que tem membros muito grandes, (como braços e boca), para bater e xingar, mas que o verdadeiro membro da virilidade lhes faltam.  

9 Respostas para O ARROGANTE E DECADENTE, COLLOR.

  1. Elson Pascoal março 5, 2009 às 1:22 pm #

    Mulheres: sinônimo de heroísmo

    No dia 08 de março de 1857, a cidade de Nova Iorque (E.U.A.) vira
    palco de um das mais belas histórias de coragem. Cento e trinta
    operárias decidiram fazer uma grande greve com o intuito de reduzir
    suas jornadas de trabalho, equiparar seus salários com os dos homens e, acima de tudo, serem respeitadas no ambiente de trabalho.

    Tal manifestação foi reprimida com total violência: elas foram
    trancadas numa fábrica em chamas pelos seus patrões e tiveram suas
    vozes, covardemente, caladas. Felizmente o sacrifício não foi em vão, pois fez com que outras despertassem e assumissem a bandeira de lutas pelos direitos femininos.

    Belas e combativas, as mulheres seguem como as principais
    protagonistas no combate à desigualdade, à violência e se inserem cada vez mais em todos os setores sociais antes “restritos” aos homens, desmistificando o conceito de que são um sexo frágil.

    Todo dia é o dia da mulher, o dia 08 de março simboliza o compromisso de levar adiante a luta contra a opressão e pela liberdade. É preciso que as mulheres se conscientizem do seu papel de agente transformador da sociedade.

    Viva as mulheres de todo o mundo!
    Viva a luta popular!

    O D.A. de Pedagogia deseja um feliz 08 de Março para todas as mulheres de garra e fibra que se espalham por todo mundo, fazendo dele um lugar mais belo!

    Autoria: Gerusa Sobreira

    Elson Pascoal
    UNEB-Valença

  2. Mille março 6, 2009 às 6:20 am #

    Pelegrini, vc é um homem sensível e um cavalheiro, mas a Ideli é muito “panque”… Uma mulher pra ser respeitada, é preciso que se dê o respeito… Quando se vota em uma mulher, se vota em alguém que conceba/aja na política com um olhar e uma ética pautadas no feminino, com valores e ações de uma mulher e a Ideli não faz política assim… Ela manipula, trapaceia e não se coloca na defesa dos interesses do povo… Lembro-me do seu procedimento vil no episódio do fim da CPMF… Portanto, quando uma mulher não se respeita, fica difícil ser respeitada… Com isso não estou justificando o comportamento “escroque” de Collor, que não tem justificativa, ou melhor, se justifica pela sua própria história… Mas como mulher, não me sinto desrespeitada ou ofendida, a Ideli não pensa e sente como uma mulher, portanto, não joga no meu time.

    Ser mulher, é muito mais que ser do sexo feminino… Ser mulher passa pela força e cuidado, pela determinação, obstinação, mas passa também pela sensibilidade e doçura… E a Ideli por acaso tem cuidado, sensibilidade e doçura? Ela se porta como um troglodita…

    Quanto ao MERCADEJANTE, ele deve tomar um banho de purpurina, quem sabe assim, passará a ter brilho próprio?

  3. Lina março 6, 2009 às 6:33 am #

    A Ideli é uma SENADORA DA REPÚBLICA e por acaso se porta como uma SENADORA DA REPÚBLICA?

    O Collor é um SENADOR DA REPÚBLICA e por acaso se porta como um SENADOR DA REPÚBLICA?

    Naquele Senado, que mais parece um circo, eu sou tiro o chapéu para o Eduardo Suplicy(PT-SP), o Pedro Simon(PMDB-RS) e o Paulo Paim(PT-RS, além dos senadores do P-SOL… Uma vergonha!

    E a mim, não me choca ou ofende o episódio de Collor e Ideli, muito menos do MERCADEJANTE… São todos farinha do mesmo saco, farinha mofada, fedida e embolorada.

  4. Nana março 6, 2009 às 6:53 am #

    Pelegrini, minha avó me mostrou um vídeo há uns 2 anos atrás em que a Marta Suplicy (na sua época de sexóloga), falava que gostaria de ver uma mulher na Presidência do Brasil… Mas para isso, a mulher precisaria ser MULHER… Não caberia ser eleita como MULHER e lá, exercer seu mandato como um homem… Na verdade, ela estava era dando uma “rasteira” na Zélia Cardoso de Mello, que era ministra e tinha um papel importantíssimo no Governo Collor e segundo a Marta, “MINISTRAVA” como um homem… Acho que essa baixaria no Senado tem dois componentes: Uma mulher que passa por cima de tudo e de todos e um homem também que não respeita ninguém… Um terror!

    Momento reflexibo do blog: Como é que uma pessoa pode emburrecer tanto quanto a Marta? Nossa, ela era tão centrada, dizia coisas tão interessantes, fazia análises bárbaras… Marta hoje é um exemplo claro de uma mulher que faz política com cabeça de homem… E será sempre lembrada pela infelicidade daquela frase machista, onde relacionou o estupro ao caos aéreo, desrespeitando as mulheres de um modo geral, principalmente aquelas(suas famílias também) que sofreram essa violência… Debochou dos usuários dos transportes aéreos com aquele sorrisinho “botocudo”, dizendo: Se é inevitável, RELAXE E GOZE… Pode? Meus caros, uma mulher como a Marta na política só me envergonha, assim como a Ideli!

  5. Nana março 6, 2009 às 7:02 am #

    COMPLEMENTANDO: Não defendo o Collor não, pq ele estava no Senado e se não respeitava a sua colega Ideli, devia pelo menos respeitar aquela Casa, que já abrigou Ruy Barbosa, Ulisses Guimarães e outros grandes políticos!

    Mas também, vai esperar o que de alguém com o currículo do Collor?

    Essa é mais uma página lamentável da história da nossa política… E tenha claro, se hoje me pedissem pra assinar algum manifesto em apoio e solidariedade a Ideli por esse “babado”, eu não assinaria.

  6. Elena março 6, 2009 às 10:15 am #

    Pelegrini, concordo com minhas amigas e companheiras de militância… Embora não saiba ao certo o que aconteceu, mas pela sua descrição no post, posso imaginar a “baixaria” que foi no Senado… Estou me lembrando agora que recentemente o Clodovil chamou uma deputada de feia e foi o maior “bafafá”… Convenhamos… Esses políticos precisam se respeitar e respeitar seus colegas, respeitar o povo que o elegeu… Foi vergonhoso o episódio, mas pior que ele a chamar de FEIA, foi sua reação infantil de se fragilizar, assumindo o papel de vítma… Meu bom amigo, eu nunca tive esse problema, mas se um dia vivenciar isso, não tenho dúvidas, responderei na tampa: Não estamos em um concurso de beleza, meus dotes físicos não estão em julgamento, portanto seus comentários são dispensáveis. Por favor, voltemos o assunto da pauta… Ele foi muito infeliz… Mas ela foi muito boba… Se descabelar por um comentário do Clodovil, mestre em ironizar e causar polêmica? Ele é o que se chama de ARRENGUEIRO DO PRIMEIRO TIME… Briga com todos, ofende e humilha, valendo-se da sua sagacidade, cultura… Quem não conhece o Clodovil no Brasil?

    E voltando ao post, eu pergunto: Quem não conhece o Collor? Ele a chamar de galinha foi mais uma das milhares idiotices que já fez… Não sei o que ela disse pra sucitar isso, mas com certeza, isso não poderia ficar sem resposta… Mas a Ideli é uma topeira, teleguiada, chega com o discuso pronto, não tem percepção, muito menos atitude, rapidez de raciocínio… Triste, muito triste!

  7. Marcinha março 6, 2009 às 10:33 am #

    Que vergonha esse episódio… O que adianta ter mulheres como a Ideli no Senado nos representando?

    E o que me diz do Collor como Senador? É tudo tão vergonhoso, que fico triste e desanimada!

    Eu gostaria de deixar aqui um link da BRILHANTE Elis Regina, a maior voz desse país, que muito dinheiro mandou para os exilados na época da ditadura (tinha um percentual fixo em seus shows para essa finalidade) e também contribuiu com a sua bela voz, cantando aquela música – O BÊBADO E A EQUILIBISTA, de Aldir Blanc e João Bosco que foi eleita pelo povo como o HINO DA ANISTIA. Elis nos deixou muito cedo por ter sido vítma do uso de drogas… Mas apesar disso, tinha lucidez e uma boa consciência política.

    Vejam o que ela diz sobre as mulheres no poder:

    http://www.youtube.com/watch?v=P57sJH-oH4A

  8. Lúcio Cardoso março 10, 2009 às 10:39 am #

    PETRALHADAS MIL!!!!!!

    “Ironias da história — ou as voltas que o mundo dá

    Fernando Collor apresentou na campanha presidencial de 1989 uma das mais sórdidas peças de propaganda negativa de que se tem notícia no marketing político: ficou tristemente conhecido como o “episódio Míriam Cordeiro”. Foi peça importante, embora não determinante, para a derrota de Lula no segundo turno das eleições.

    Na presidência, Collor e seu sócio PC Farias montaram um esquema delituoso (hoje se diria “uma sofisticada organização criminosa”), que culminou na CPI do PC Farias. Nessa CPI tiveram atuação destacada os então deputados José Dirceu e Aloísio Mercadante (ambos do PT), que contaram com a preciosa e utilíssima atuação de Waldomiro Diniz, então ex-funcionário da Caixa Econômica Federal e com fortes vínculos com o Sindicato dos Bancários do Distrito Federal.

    Essa CPI constituiu peça fundamental para o impeachment de Fernando Collor pela Câmara dos Deputados e depois para o seu afastamento definitivo da presidência, em julgamento no Senado Federal.

    Collor foi cassado por oito anos, mas não foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal. Não por ser inocente, como gosta de alegar o ex-presidente. Mas porque o STF não encontrou provas suficientes nos autos para condená-lo. A opinião geral, inclusive de alguns ministros do Supremo à época, foi de que o inquérito produzido pela Procuradoria-Geral da República era inepto. Em português claro: incompetente. O então procurador-geral Aristides Junqueira produziu uma peça bisonha, para dizer o mínimo.

    O fato é que Fernando Collor cumpriu seu período de cassação, candidatou-se a senador e foi eleito pelo povo de Alagoas.

    Ironias da História. Aristides Junqueira foi contratado pelo PT (e pago com dinheiro do mensalão) para zelar pela imagem do partido no inquérito sobre a morte do prefeito petista Celso Daniel, de Santo André. Foi justamente o pagamento ao escritório de Aristides Junqueira o fato de demonstrou que o dinheiro que passava pelas mãos de Marcos Valério era utilizado muito mais do que simplesmente para caixa 2. Pagou escritórios de advocacia, jatinhos, charutos cubanos, festas com garotas de programa, entre outros mimos.

    Ironias de História 2. Fernando Collor elegeu-se presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado com as bênçãos do Palácio do Planalto (e a aprovação do presidente Lula), atropelando a indicação do PT, a senadora Ideli Salvatti, fiel escudeira do Planalto.

    Agora Fernando Collor controla os projetos do PAC que passarão pela Comissão de Infraestrutura do Senado. Tornou-se uma das peças mais importantes da base aliada do presidente Lula.”

    Por Lúcio Hipólito
    Retirado de: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/

  9. LEO março 11, 2009 às 11:13 am #

    PELEGRINI, EU GOSTARIA QUE ESSA BARÁRIE FOSSE CITADA/JUSTIFICADA PELOS ptSISTAS DEP LANTÃO DO BLOG?

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