MÚSICOS E EMPRESAS OPORTUNISTAS, OU SUPERFATURAMENTO?

Não que não mereça, porque os rapazes são bons, mas não justifica Valença ser mais próximo deles e pagar mais caro, ao passo que Gandu, mais distante deles, pagou a metade do preço

Hoje uma coisa me chamou a atenção, talvez seja por isso que o gestor de Valença, Ricardo Moura, não goste tanto de fazer festas na cidade, se não for por oportunismo, as empresas e artistas que citarei aqui poderão se defender e explicar porque o que vou denunciar abaixo acontece aqui.

Vejam só: fazendo uma comparação dos gastos do São João de Valença com os de Gandu e Santo Antonio de Jesus, podemos garantir que, proporcionalmente Valença gasta mais que essas cidades nas festas juninas.

Observem quanto foi o custo da Banda Pirilampo pra Valença e quanto custou pra Gandu, em mesmo período de São João, Valença pagou R$ 27 mil e Gandu pagou R$ 12 mil. O mesmo aconteceu com a Banda Maria Chic que pra Valença custou R$ 17 mil, já prá Santo Antonio de Jesus e Conceição do Almeida o custo dessa mesma banda e em mesmo período foi R$ 7 mil e R$ 8 mil.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o custo do palco com a estrutura, sabemos que o São João foram só três dias de festa na cidade, 21, 22 e 23, conforme encontra o objeto da Ordem de Compra GP011597/2019, da prefeitura, porém a prefeitura pagou 12 diárias de palco e 40,5 diárias de som, num total de R$ 156 mil, além de um famoso mini trio que custou R$ 14,5 mil, pagos a A3 Empreendimentos e Serviços. Inclusive esse trio foi negado pelo próprio prefeito que houvesse tocado.

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