DE ASSALTO A MÃO ARMADA À SEQUESTROS, QUE HOUVE COM VALENÇA NOS ÚLTIMOS DIAS?

Tenho observado que ultimamente a violência voltou a cutucar nossa tranquilidade, tranquilidade essa que, já vinha desde a época do Comandante Salustiano, que entrou e deu uma arrumada na casa. Os assassinatos praticados por bandidos viraram rotina, até os homens de bem já começam a ficar apavorados, assim como foi o nosso querido Raimundo da Luze, que num assalto lhe tomaram a carga de cravo e ainda tiraram-lhe vida.

Pedimos proteção ao estado e clamamos a Deus para que não se repita os anos de 2008 a 2010, onde o dia que não se matava por aqui, era comemorado pela população. Acreditamos em nossa polícia, e pedimos mais empenho nas suas ações.

Naquele período, já chegamos a ter 10 mortes em Valença em menos de 72 horas, tudo por conta da impunidade.

É bem verdade que houve uma redução na criminalidade nos últimos dias, mas a violência que houve num curto tempo, nos tira a paz, nos dá uma sensação de impotência terrível.

10 Respostas para DE ASSALTO A MÃO ARMADA À SEQUESTROS, QUE HOUVE COM VALENÇA NOS ÚLTIMOS DIAS?

  1. Beatriz Janeiro 19, 2018 às 6:31 pm #

    Boa reflexão, em especial para aqueles que irão comparecer às urnas no dia 07/10/2018. Governo tamanho G de quê??

  2. Perplexo Janeiro 20, 2018 às 5:14 am #

    Não é só Valença. A violência assola o país. Ou você está ilhado, não vê tv, lê jornais, ouve rádio?

  3. Atento Janeiro 20, 2018 às 7:30 am #

    A violência beira Valença há algum tempo. Um filho do ex-prefeito sequestrado agora já foi também sequestrado. Famílias ricas pagam esse preço que os pobres não pagam. Não acho justo. Um outro ex-prefeito também foi alvo de um sequestro no Guaibim que o deixou traumatizado. E já tem um tempo. A violência é um fenômeno mundial.

  4. plinio.cardoso filho Janeiro 21, 2018 às 12:01 pm #

    Não podemos nesse momento de plena campanha de presidente da república a deputados estaduais entra ou voltar aos tempos de outrora. é certo que se trata de uma pessoa humana como somos,mas no momento que estamos passando de mudanças de uma velha república para os tramites de democracia não fica muito bem acontecer um crime hediondo desses, e família não querer que os seguimentos responsáveis pelos fatos não se envolvam dai que coloca em cheque o trabalho que o Rui na correria vem fazendo para manter a segurança ao alcance de todos Baianos e depois se as coisas estão desse jeito que não se acreditam nas policias mais elas existem pior seria sem ela, e quem criou tudo isso que estamos vivendo foram, o pessoal da velha república , que vem a ser frutos da corrupção. É que eu penso o resto é oba oba vamos ali que vamos nos dar bem: e isso já passou.

  5. mario Janeiro 21, 2018 às 12:19 pm #

    A violência não é sou na Bahia Beatriz e sim no mundo comeca dentro de casa nao misture obra tamanho G que existe é com violência, que começa nas casa das pessoas talvez ,a tem na sua

  6. J.Tosta Janeiro 21, 2018 às 6:44 pm #

    Beatriz, linda música. O Governo de ser P de pequeno, porque Presidente, Governador e Deputados devem sersempre P.

    Por favor, chamem o Trump, quem sabe ele elimina a violência de uma cidade pobre, muito pobre do interior do Nordeste?

  7. Umbigo do mundo Janeiro 21, 2018 às 7:47 pm #

    O chelo de Moreno Veloso , juntamente com tofos os instrumentos do show de Caetano e filhos foi roubado em Valença. Valença, para de se sentir o umbigo do mumdo. Quando é que isso vai acontecer?

  8. Mane de Baia Janeiro 21, 2018 às 8:11 pm #

    A violencia sempre foi um fenomeno mundial. A diferença, agora, é que ela esta fora de controle por conta de um desgoverno tamanho G. A unica coisa que sabe fazer é inaugurar obra do governo Federal que eles não param de chamar de golpistas, vide a Fortaleza do Morro

  9. Segurança Pública Janeiro 22, 2018 às 9:28 am #

    A Polícia é um órgão estadual. Vamos pedir ao Governador mais segurança pública.

  10. BÁRBARA BUARQUE Janeiro 22, 2018 às 4:39 pm #

    Rasteira essa celeuma sobre segurança pública. INSEGURANÇA PÚBLICA é multifatorial. São tantos elementos, tantos componentes e também vários tipos de violência. Isso aqui é chover no molhado.

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