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Author Archive | pelegrini

BANDIDO COMPREENSIVO

Pessoal, piada é piada, mas caso verídico é caso verídico, e o que vou contar aqui agora aconteceu comigo essa semana e algumas testemunhas que não me deixam mentir.
Voces sabem que nossa cidade ultimamente atravessa uma onda de violência muito grande, então é necessário que tomemos alguns cuidados.
Dia 20 de julho às 19:00 horas, encontrei-me com alguns companheiros (eramos 5) de partido no centro de Valença, onde trocamos algumas idéias sobre a politica do nosso município. Eis que de repente aparece um desses vagabundos pedintes e nos interrompe, dizendo o seguinte: “Senhores desculpe pertubar a conversa de voces, mas é que estou com vontade de fumar um baseado e estou precisando de R$ 5,00, cada um de voces me consegue R$ 1,00, e da pra eu comprar minha parada”. Quando de repente um de nossos companheiros interrompe o vagabundo e diz: ” Ô rapaz!!! To lhe reconhecendo, foi vc que assaltou a minha bomboniere no sabado não foi?” O vagabundo olhou para o (nosso) companheiro com um ar de quem esta tentando reconhecer, olhou de novo, e por fim disse: “É, foi verdade. Então faz assim, já que o senhor colaborou no sabado, fica de fora dessa aqui, ta beleza assim?” Em seguida deu uma carreira e sumiu. Demos muitas risadas, não resta dúvidas, mas também não deixamos de lamentar o que aconteceu com nosso amigo.

Volto pra falar do picolé de doce de leite.

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ELEIÇÕES DE VALENÇA-BAHIA

As eleições deste ano em Valença prometem ser quente, já da para se ver o clima de euforia que toma conta dos eleitores e candidatos, participei da ultima reunião das oposições e senti o clima.
A verdade está em cada um de nós, se pudessem nos ouvir com certeza tirariam as conclusões no mesmo dia. Mas como no processo democrático a coisa (nem sempre) funciona dessa forma, vamos esperar pra ver.
Aposto no meu candidato, sei que ele vai ganhar a disputa pra ser o “candidato da oposição”.
Afinal de contas derrubar o Tio Ramiro não é coisa fácil, necessita-se experiência, malícia, bom discurso e acima de tudo um bom plano de governo. Só quem preenche todas essas qualidades é o Sr. (meu candidato) fulano de tal.
Prometi a mim mesmo que nunca mais entraria nessa briga, mas é impossivel, ainda mais quando se percebe que tem coisas inaceitavéis, e a melhor forma de tentar combater coisas erradas é participando, poderia citar aqui uma parte do que eu acho que é errado, mas infelizmente nos tiraram esse direito, e aplicaram a lei do silêncio. Só digo uma coisa: a minha consciência ninguém cala, por isso vou estar lá.
Quero ver um dia o meu País livre de impunidades, de homens infames. Quero ver o meu Brasil mais humano, onde nós possamos ter orgulho da nossa pátria. Por isso vou participar das eleições, para eliminar os inimigos da minha consciência… Eles que me aguardem!

Um abraço.

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AJUDA SÓ PARA OS MENOS NECESSITADOS

Se fosse em outra época a coisa seria diferente, um lavrador fizesse o que fez na porta do “Pálacio do Planalto”, com certeza o presidente da república teria se oferecido pra falar com o cidadão, pelo menos pra tentar aliviar a dor daquele pobre homem, mesmo que não fizesse nada pelo infeliz.
Fico a pensar; esse nosso comandante, que também já foi um miserável, não poderia receber o pobre homem? Pelo menos ele também sabe como é a dor de quem quer ser ouvido e não consegue, impotentes que somos, poderiam ao menos nos ouvir, fazer o papel de um psicanalísta. Para ao menos amenizar a nossa dor. Com certeza alguns dirão: presidente da república não pode dar atenção a um porque senão vira moda e todo mundo vai querer dar xilique na porta do planalto pra ser ouvido pelo presidente. È verdade, afinal ele tem conciência de que somos 200.000.000 de carêntes contra alguns agraciados pelo nosso voto, para praticar corrupção, suborno, jogo sujo com o nosso dinheiro.
Eles não precisam se jogar na porta do pálacio pra chamar a atenção do presidente, afinal de contas o presidente sabe que eles são coitadinhos e sabe socorre-los no momento em que estão pra perder o poder.
Paro de pensar e caio na real, minha mãe sempre me dizia um velho dito popular: quem com os porcos se misturam farelos comem. È isso ai presidente, esta perdoado.

Até 2010.

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"XEQUE-MATE"

“Mensalão”, “Sanguessuga”, “Navalha” e “Xeque-Mate”, essa ultima expressão usada em jogo de xadrez, que quer dizer; fim do seu rei, acabou o jogo e então dois distintos cavalheiros se levantam e se cumprimentam, o perdedor como um “lorde” prababeniza o ganhador pela grande partida realizada.
Eu quando comecei a jogar xadrez tinha apenas 5 anos de idade, lembro quando meus irmãos ou amigos ganhavam de mim, ai então eu metia a mão no tabuleiro e dizia; essa não valeu.
Quando a Polícia Federal anunciou a operação “Xeque-Mate, juro por Deus que lembrei de quando eu era moleque, com certeza não haverão dois cavalheiros para se cumprimentarem, e certamente um desses moleques
meterá a mão no tabuleiro e dirá: essa não valeu.

Peão quatro do rei…

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DEPÓSITO DE QUINHENTOS "MIO"

Você já falou ou ouviu alguém falar bem do atendimento bancário? Não? Por que será, então, que ninguém fala? Será por causa do serviço prestado? Deixa pra lá. Nunca vamos entender tudo isso mesmo.
Por isso vou contar a história de seu Antonio, homem humilde, traços de caboclo, calça arregaçada até o meio da perna, chapéu de pano encardido e embornal à tiracolo, acontecida um dia desses comigo.
-Me dê um picolé de roçêro ai, meu amigo. Disse seu Antonio com um ar de riso tímido.
-Não precisa sorrir assim desse jeito, sei que todo homem da roça só gosta de picolé de coco. Disse.
-Tô rino disso não moço,-retrucou seu Antonio, com um jeito matuto de falar- tô ainda me alembrando do gerente da caxa.- E voltou a sorrir-.
-Deve ter sido algo muito interessante. Disse curioso.
-Veja o sinhô, passei quais trêis hora de relójo isperano uma moça do banco, pra abrir uma conta de popança. Num aguentano mais isperá, fui até o gerente e disse: seu gerente, purquê tem qui demorá tanto prá abrir uma caderneta de popança? Ai ele me perguntô qual o valô. E eu respondi: o valô de quinhentos mio. Prô qui ele disse: agora mermo. E ligêrinho abriu minha popança. Disse tembém qui num pricisava nem eu pegá fila, ele mermo fazia questão de levá o dinheiro pro caxa. Feito os papel, eu intão intreguei cento e vinte e cinco real. Ai ele me disse: ôxe! o sinhô num mi disse que era o valô de quinhentos mio?! E eu respondi craro, se um cento de mio custa vinte e cinco real, quinhentos mio num vai custar cento e vinte e cinco? Ai ele disse: pensei qui fosse quinhentos mio real.
-Bem feito! (Falei para seu Antonio, no momento em que aquele sorriso de sabor inocente e matreiro nos seus lábios, passava a ter, também, o sabor de picolé de coco).

Até a próxima.

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VOCE NÃO PASSA DE UMA MULHER.

“Mulher preguiçosa, mulher tão dengosa, mulher, você não passa de uma mulher”.
Deveria existir uma lei; toda e qualquer mulher nunca deve morrer, mulher viverá para sempre, e como forma de recompensa, por todo sofrimento que teve, viveria eternamente preguiçosa.
Eu não poderia deixar passar uma data tão importante como essa, sem ao menos fazer um comentário, afinal sou altamente dependente de uma mulher, que me herdou de outra.
Sei o quanto dei trabalho a primeira mulher de minha vida, reconheço que fui recheado de carinhos e cuidados, porém nunca pude devolver com a mesma moeda, é lamentável, pois eu gostaria de ser ao menos parecido, mas é muito difícil ser igual a uma mulher.
Fui tirado da minha primeira mulher, por uma outra que passou a ter cuidados diferentes comigo, ajudando-me a não tropeçar, servindo de escudo, complementando o meu pensamento e me tirando sempre da beira do abismo.
Continuo dando muito trabalho às mulheres. Mas como forma de recompensa, tenho um exemplar, que prometo educar de forma pura e digna, para dar sua parcela de contribuição a humanidade.
Lenita, minha mãe, Marivan, minha companheira, Mariana, minha filha e todas as mulheres do mundo; tenham um feliz “Dia da Mulher”.

Desculpem por muito pouco.

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VALENÇA, o melhor lugar do mundo

Hoje me perguntaram porque eu coloquei a frase (Valença o melhor lugar do mundo), na tampa traseira do carro da nossa sorveteria. Eu respondi que era o que eu achava, e portanto fiz questão de manifestar essa declaração. Porém não foi o que acharam, disseram que aquilo era um frase com sentido de gozação, porque acham que os nossos governantes tratam a cidade com descaso. Eu concordo com quem acha isso, mas não teria sentido fazer esse jogo de frase para que os nossos governantes se toquem e entendam que eu não estou falando sério e sim fazendo uma gozação. Afinal, poucos poderiam entender que isso seria uma gozação, e se fosse, depois eles poderiam ficar decepcionados comigo.
Não meu amigo, não é uma gozação não, é a pura verdade, e eu tenho fortes motivos para achar Valença o melhor lugar do mundo; aqui eu conheci a mulher que tornou-se minha esposa, Marivan, e me deu dois filhos maravilhosos Daniel e Mariana , fiz grandes amigos, tornei-me comerciante e sempre fui prestigiado por todos, não tenho inimigos, se por acaso aparecer algum que se diga meu inimigo, esta na hora da gente acabar com isso, e torne-se meu amigo, porque além de achar Valença o melhor lugar do mundo, aqui também tem o melhor povo do mundo.
Eu amo todos vocês.

Um forte abraço.

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Estão depredando o nosso Guaibim

Olá meus amigos, depois de alguns dias sem editar uma linha sequer. Sou obrigado a retornar para denunciar o que estão fazendo com o nosso Guaibim.

Ontem por volta das l5h, nas proximidades da nossa sorveteria, quem passou por ali ficou estarrecido com a altura do som de dois carros, desses potentes. Fico pasmo com aquela poluição sonora e o de ontem eu nunca vi algo igual. Nem mesmo aqueles trios elétricos de Salvador tinham um som tão alto.

Meus amigos, o que eu fico impressionado é com o que eles ouvem, músicas de péssima qualidade, e o pior é que nós temos que engolir aquilo também.

Muito bem, depois de algum tempo desse espetáculo de mau gosto apareceu a polícia e mandou os arrocheiros abaixarem o som. Juro que quando abaixaram o maldito som, eu até achei legalzinha aquela música, talvez por causa dos meus tímpanos que estavam mais confortáveis naquele instante.

Não demorou muito tempo, cerca de 5 minutos depois da polícia pedir para abaixar o som e eles, os arrocheiros, voltaram a aumentar o som. Resultado: fechei a nossa sorveteria e me afastei do local, pois ali não entrava ninguém e nós que trabalhávamos ali não iríamos suportar.

Os jovens que ouviam (e faziam com que metade do Guaibim também ouvisse) o som, desafiou a polícia por mais uma hora. E quando eles resolveram desligar o som, nós voltamos.

É uma pena tudo isso acontecer, afinal, praia é sinônimo de descanso, e o Guaibim está sendo depredado por esses turistas exibicionistas, mal educados, inescrupulosos e de mau gosto. Se as autoridades deixarem a vontade esse tipo de coisa, infelizmente vamos ter que mudar de praia. Como não vejo outra opção em ter que mudar de praia, então vamos agir. E aqui vai meu primeiro desempenho: Senhor Prefeito, se não queres fazer obras no Guaibim (que está um caos) pelo menos acione uma comissão para para resolver esse problema da poluição sonora. Por que senão nossos turistas de Brasília, Goiânia, Tocantins, do Oeste baiano, etc. vão embora e não voltam mais, a não ser que o senhor não esteja nem ai pra o Guaibim, afinal esse povo não te deu votos, aliás o senhor está no poder sem ao menos ter sido eleito. Coisas da Bahia.

Eu volto pra falar de sorvete com calda de chocolate quente.

Um abraço!

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